Autor Tópico: RAW - Quando usar ???  (Lida 4322 vezes)

Francisco

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Resposta #15 Online: 07 de Janeiro de 2007, 04:56:36
Como fotógrafo amador, sempre vou preferir fotografar em raw. Se eu fotografar uma paisagem em uma viagem, por exemplo, não vou querer perder nenhum detalhe. Cada textura, cada ponto de exposição que possa ser recuperado é muito importante.

Por outro lado, se você faz 200 fotos em um evento, é mais vantagem aprender a obter os melhores resultados em jpg e ganhar em produtividade.

A imagem raw tem mais ruído, tons meio irreais, baixo contraste, enfim... às vezes dá um bocado de trabalho para se chegar num bom resultado.
Francisco Amorim
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Leo Terra

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Resposta #16 Online: 07 de Janeiro de 2007, 10:05:58
O pessoal fala que RAW tem mais textura e tal, mas isso é uma mentira, o JPG da câmera é uma conversão a partir do RAW assim como a que você vai fazer para seu arquivo final de entrega, a única diferença é que o RAW lhe permite abrir o arquivo com mais bits e assim promover um tratamento mais amplo da imagem, consertando vários defeitos ou criando vários efeitos que não ficariam tão bons com uma correção simples no JPG (que tem um espaço tonal menor), mas o conversor interno das câmeras (principalmente as atuais) são muito bons e conseguem processos de demosaico ótimos, que se dão até melhor que muita conversão RAW até bem feitinha. As novas Pentax por exemplo arrasam no processamento de imagem, assim como a S3 e por ai vai.
Eu concordo com o Fernando, Quem não pretende passar tempo debruçado em cima da máquina criando efeitos mirabolantes não tem porque usar RAW, na verdade o que tenho notado é que o RAW acabou virando muleta para quem não sabe expor uma fotografia e não o que realmente deveria ser, que é uma ferramenta para adicionar poder ao controle de exposições complexas e com planejamento em pós processo.
Já vi muito usuário de RAW tomarem o maior coro (inclusive em tratamento) dos JPG que o Fernando faz por exemplo... ;)
Eu uso RAW só quando pretendo fazer um trabalho de exposição e tratamento mais complexo, com curvas que requerem maior amplitude tonal, caso contrário vou direto para o JPG e mando bala.
Desfiles, por exemplo, eu cubro tudo em JPG, mesmo porque tem várias coisas que ajudam a obter resultados na própria câmera (ajustes no processador interno com padrão de cores e tons, balanço de branco, nível de sharp das fotos). Faço em JPG não por questão de espaço (pq tenho 4 microdrives de 4GB) e sim pelo simples fato de eu não ter porque fazer em RAW para ter 10X mais trabalho e obter exatamente o mesmo resultado. ;)
« Última modificação: 07 de Janeiro de 2007, 10:07:32 por Leo Terra »
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wdantas

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Resposta #17 Online: 07 de Janeiro de 2007, 10:34:45
Léo concordo que uma foto bem exposta e bem enquadrada não precisa de nenhum processamento posterior, no entanto se você pretende interpolar toda a imagem ou "cropar" uma parte da imagem para interpolar, com o RAW fica muito melhor.

Também, se o volume é pequeno porque não usar RAW?

Eu fiz uma cobertura de um seminário de Aikido e o que me salvou foi o RAW. Seguinte: o galpão em que fizeram os testes não tinha iluminação boa. Pra completar tinha uma porção de aberturas laterais em que entrava a luz solar provocando estouro no branco. Não dava pra me aproximar dos Aikidocas sem subir no tatami. Estavam sempre em movimento obrigando uma exposição mais rápida. Mesmo usando o flash tive que corrigir um bocado de estouro de luz e o RAW facilitou.


RFP

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Resposta #18 Online: 07 de Janeiro de 2007, 10:35:42
Leo, também não é assim... RAW não é só muleta pra corrigir exposição. Tirando a questão do tempo que se leva para o tratamento, faz muita diferença, por exemplo, aplicar uma curva mais agressiva num jpeg e num RAW, bem como um tratamento mais refinado das cores.  


B.Gomes

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Resposta #19 Online: 07 de Janeiro de 2007, 13:02:32
Citar
[...]
na verdade o que tenho notado é que o RAW acabou virando muleta para quem não sabe expor uma fotografia e não o que realmente deveria ser, que é uma ferramenta para adicionar poder ao controle de exposições complexas e com planejamento em pós processo.
[...]
Bom, não tenho como saber qual é o uso que cada um faz do raw, mas se eu ficar contando com o raw para corrigir exposições erradas em show tô ferrado. Uma coisa é tentar salvar uma ou outra foto que ficou com exposição errada por uma alteração inesperada da luz, por exemplo, mas basear o trabalho nisso é suicídio. Eu já me acostumei com o Raw, não perco muito tempo em cada processamento e ainda sei que posso contar com uma interpolação melhor se for necessário. Pra mim a coisa é simples: se posso ter um arquivo original de melhor qualidade, porque não ter?
 


Thiago Sigrist

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Resposta #20 Online: 07 de Janeiro de 2007, 13:57:53
Pois é. Eu, assim como a maioria dos que responderam aqui, fotografo exclusivamente em RAW. E, inclusive, acho que tempo de processamento não é desculpa para fotografar em JPEG, porque você pode fazer conversão batch de arquivos RAW e, geralmente isso é rápido (em um computador razoável, claro) e o resultado fica superior ao JPEG da câmera quase sempre.

O problema maior nesse caso é que você tem que escolher um conversor bom pra entregar imagens boas com as configurações padrão e/ou as automáticas. Gosto muito do Capture One (que infelizmente não posso usar ainda com a nova Pentax K10D), seguido pelo Silkypix 3.

Dá pra fazer volume grande de fotos também usando o ACR, só que pra isso eu rodo também um action do Photoshop pra dar uma processadinha na imagem. Esse inclusive é um workflow muito bom pra batch, você seleciona o conjunto de imagens no Bridge, usa o Image Processor e pronto! :)

Mas confesso que o JPEG das câmeras novas é tentador, a qualidade melhorou demais. A Pentax K10D, por exemplo, dá uma saída em JPEG bastante parecida com a do Silkypix. :)
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FernandoPaes

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Resposta #21 Online: 07 de Janeiro de 2007, 16:28:00
Nosso desafio é adaptar nosso workflow à necessidade. Para a maioria dos tipos de fotos que faço, o RAW não me dá um ganho que me faça tirar todas as fotos em RAW.

Pra não dizer que nunca fiz foto em RAW de um evento, havia um bolo que o balanço de cor ficava maluquinho já que a luz era tão vermelha nele que não conseguia um tom mais real. Fiz a foto em RAW. A mesma ficou excelente e melhor que as fotos em JPG que havia feito. No entanto levou um tempo muito maior para acertar tons, levels e outras cocitas mais. Gostei do resultado? Gostei. Mas foi um caso em que eu me ví limitado no JPG.

Não desdenho a tecnologia. Está aí pra ser ferramenta. Cada um precisa descobrir como melhor adequá-la ao seu trabalho, seja ele amador ou profissional.

Abraço,
Fernando
« Última modificação: 07 de Janeiro de 2007, 16:28:34 por FernandoPaes »
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Mariobaeta

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Resposta #22 Online: 07 de Janeiro de 2007, 18:04:01
se a pessoa souber trabalhar não da muito trabalho tratar as fotos em RAW eu fotografo eventos somente com Raw, e trato as fotos em lotes, por exemplo as todas as fotos do altar de uma igreja ou da entrega de diploma em uma formatura  a iluminacão e a mesma trato uma e se tiver mais 100 vai por batch não gasto nem 10 minutos para tratar um lote com 150 imagens.

E se o cliente quiser uma ampliação tipo 80x60 não tenho medo nenhum, trabalho em Raw pelos ajustes sim mas o que mais considero importante no RAW é a capasidade de interpolar uma imagem muito grande sem perca de qualidade.

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Davi Sato

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Resposta #23 Online: 07 de Janeiro de 2007, 18:09:32
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se a pessoa souber trabalhar não da muito trabalho tratar as fotos em RAW eu fotografo eventos somente com Raw, e trato as fotos em lotes, por exemplo as todas as fotos do altar de uma igreja ou da entrega de diploma em uma formatura  a iluminacão e a mesma trato uma e se tiver mais 100 vai por batch não gasto nem 10 minutos para tratar um lote com 150 imagens.

E se o cliente quiser uma ampliação tipo 80x60 não tenho medo nenhum, trabalho em Raw pelos ajustes sim mas o que mais considero importante no RAW é a capasidade de interpolar uma imagem muito grande sem perca de qualidade.

[]´s
hehehehe... Realmente interessante essa idéia de agrupar as fotos por lotes. Assim fica bem mais fácil!  :thmbup:  
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Leo Terra

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Resposta #24 Online: 07 de Janeiro de 2007, 19:44:15
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Leo, também não é assim... RAW não é só muleta pra corrigir exposição. Tirando a questão do tempo que se leva para o tratamento, faz muita diferença, por exemplo, aplicar uma curva mais agressiva num jpeg e num RAW, bem como um tratamento mais refinado das cores.
Mas foi exatamente o que eu disse, para quem faz tratamentos sofisticados (e esse sim leva tempo) e conta com o RAW para complemento de técnicas de exposição (como alguns casos citados como o Bruno e o bolo do Fernando) o RAW é uma ferramenta super legal.
Mas ainda o que vejo é que o RAW é usado pela MAIORIA simplesmente para corrigir falhas como balanço de branco ou exposição que se o fotógrafo soubesse expor corretamente já poderia ser evitado.

Lembrando que ajustes de contrastes brilho e saturação podem ser feito no JPG praticamente sem perda quando a foto é corretamente expostas.

Dizer que o demosaico dos conversores RAW é melhor do que os das câmeras e que ele interpola melhor é muuuuito perigoso, existem várias câmeras com pós-processo ótimo e que supera muitas das conversões RAW que vejo por ai, a interpolação depende do fonte gerado, o que também acaba dependendo muito da qualidade de conversão inicial, concordo sim em usar RAW, eu mesmo uso RAW na maioria dos meus usos, mas discordo do uso do RAW como muleta por quem não sabe compensar uma luz experna ou expor corretamente usando flash ou mesmo a luz natural, ou seja, que sequer tem controle sobre a latitude de seu equipamento, e discordo de como o JPG é crussificado nesse tipo de discução, porque ele é um formato muito útil e na maioria das boas SLR o formato de entrega é fantástico para quem sabe o que faz com a câmera, fazendo com que fotógrafos com volume de médio para alto de trabalho tenham um ganho de produtividade fantástico. Os melhores fotógrafos sociais que conheço, os que tem mais noção de fotografia, TODOS preferem o JPG para trabalhos sociais, o mesmo vale para os fotojornalistas TOP que conheço.

Por fim processar RAW por lote é terrível, na verdade não faz o menor sentido, salvo condições de luz e tons de imagem constantes, que ai se for para corrigir pequenos detalhes pode-se ter ganho de produtividade em JPG ou optar por tratamentos de curvas agressivos com o RAW, é inimaginável imaginar alguém que acha que tem ganhos com o RAW e não o usa na verdade como uma muleta, que processe RAW em lotes, contraria o próprio sentido do RAW, processar em lote sua câmera faz com os devidos ajustes, até compactas de terceira tem ajustes de brilho, contraste e saturação em JPG e JPG que possibilite ajustes simples de curvas para esses casos. No final a escolha depende exclusivamente de alguns fatores.
1 - O quando você sabe de exposição (ou seja, se precisa ou não da muleta).
2 - Qual o objetivo final da imagem (se será necessário muito tratamento).
3 - O quanto você conhece do seu equipamento (se você sabe fazer ajustes que te levem a resultados básicos direto na câmera).
4 - Qual o volume de trabalho.
5 - Qual o ganho real que se teria com o uso do RAW nestas condições.
« Última modificação: 07 de Janeiro de 2007, 19:50:35 por Leo Terra »
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michel_caetano

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Resposta #25 Online: 07 de Janeiro de 2007, 22:04:09
Na minha opinião a fotografia digital é uma das maiores revoluções na história da arte. Porém o maior problema é que deixou um monte de fotógrafos preguiçosos.

Pra não ter que editar 300, 400, 700 fotos. O Ideal é fazer medição de luz, estudar o ambiente que vai fotografar, tomar cuidado no enquadramento. Enfim, fotografar como se estivesse usando negativo ou cromo.

Pra entender um pouco mais de RAW



Fotografe em RAW   -   por Dave Johnson – PC WORLD/EUA
24-11-2005


Fotografia digital
 
Há um ano atrás, se alguém me perguntasse qual o melhor formato de arquivo para gravar suas fotografias digitais, eu recomendaria, sem hesitação, o JPEG. Não porque eu gosta da tendência que o JPEG tem para comprimir arquivos e, portanto, comprometer a qualidade da imagem. Recomendaria porque o JPEG era a melhor forma de rapidamente gravar e editar imagens digitais.

Isso, em grande parte, ainda é verdade. Porém, enquanto o RAW era um formato arcaico e difícil de trabalhar no passado, hoje encontrar suporte em todos os principais softwares de edição de imagens. Portanto, se sua câmera digital tem um modo de captura em RAW e você sempre pensou em experimentá-lo, agora é uma boa hora.

Mas o que é RAW?

Acredite ou não, o RAW não é um formato único. Cada fabricante de câmeras digitais tem o seu próprio formato nativo e, coletivamente, estas formatos são conhecidos como RAW. O RAW da Canon, por exemplo, usa as extensões .crw e .cr2, enquanto o da Nikon cria arquivos.nef. Os formatos RAW são todos únicos e proprietários, portanto são incompatíveis entre eles.

No entanto, não importa que sabor de RAW você use, a idéia envolvendo todos é a mesma. Os arquivos RAW são representações cristalinas e não comprimidas do que é capturado pelos sensores da câmera quando você pressiona o disparador. São imagens totalmente não processadas.

No caso dos arquivos JPEG, a câmera executa um conjunto de rotinas eletrônicas como ajustes de nitidez, do balanço de branco e correções de cor. Provavelmente, o ponto mais importante é que o RAW preserva todas as cores como originalmente capturadas, usualmente 12 bits por pixel. Quando uma foto é gravada em JPEG, a câmera reduz o número total de cores para 8 bit por pixel. Resumindo, se você editar suas imagens depois, a fidelidade do RAW resultará em melhores fotografias.

Uma comparação entre os dois formatos

À esquerda está o detalhe de uma foto capturada com uma Nikon D100 e gravada em JPEG na qualidade máxima. O mesmo objeto, capturado em RAW, aparece quase idêntico, mas com menos ruído (para visualizar a imagem, clique aqui, salve o arquivo em seu PC e abra-o com qualquer editor ou visualizador de imagens). Como comparação, passei a imagem em JPEG por um software com filtro redutor de ruídos e, no final, o resultado (abaixo) foi melhor que o arquivo RAW.

É claro que isso é apenas um exemplo e não ilustra os benefícios de editar uma imagem com maior fidelidade de cores. Quis apenas demonstrar que não há nada de mágico envolvendo o formato RAW.


Os aspectos negativos do RAW

Ainda há, porém, algumas desvantagens em trabalhar com o RAW. A primeira delas é que leva mais tempo para sua câmera salvar as imagens. A maioria dos aparelhos modernos grava arquivos JPEG, mesmo os maiores, quase ao mesmo tempo do disparo. Mas os arquivos RAW são outra história.Na minha Nikon de 6 megapixels, por exemplo, cada imagem demora cerca de 40 segundos para ser salva no cartão de memória. Isso significa 2 minuto e meio para esvaziar o buffer de quatro imagens da câmera no cartão, o equivalente a 14 eternidades para quem está fotografando.

O tamanho dos arquivos é outra coisa a se levar em consideração. Meus arquivos JPEG de melhor qualidade ficam em torno de 2.5 MB, enquanto seus equivalentes em RAW ocupam 4.5 MB. Isso pode não ser um problema pois já há muitos cartões de memória de 1 GB no mercado, mas, se você tem pouco espaço, certamente sentirá a diferença.




 
quem tem que ser profissional é o cara que está atrás da câmera!!


michel_caetano

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Resposta #26 Online: 07 de Janeiro de 2007, 22:07:38
Mas se quiser continuar na preguiça, edite só as fotos boas.

Em 300 fotos, o aproveitamento deve ficar no máximo em 30%, isto é, 90 fotos pra editar.

E coitado do cliente que tiver que olhar 300 fotos.
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Chiclete

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Resposta #27 Online: 07 de Janeiro de 2007, 22:21:39
Citar
Mas se quiser continuar na preguiça, edite só as fotos boas.

Em 300 fotos, o aproveitamento deve ficar no máximo em 30%, isto é, 90 fotos pra editar.

E coitado do cliente que tiver que olhar 300 fotos.
Pessoal, estou aprendendo muito com todas as opiniões.

Não acho que a preguiça seja uma questão crucial nessa discussão.

Prefiro olhar pelo prisma da otimização do tempo de cada um...

Infelizmente não cheguei em um estágio de pleno domínio do meu equipamento, da exposição,  etc. Estou estudando e treinando para isso.

Acho que vou seguir a sugestão do amigo Alex, e optar pelo RAW + JPEG.

Grande abraço,

Chiclete.
 
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