Autor Tópico: E o drama continua, se não é prostituição, posso chamar de concorrência desleal?  (Lida 2429 vezes)

Edi1000

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Acompanhando o tópico, me sinto à vontade de fazer minha primeira postagem. Fotografei profissionalmente na década de 90/começo dos anos 2000 e de lá pra cá muuuuuuita coisa mudou. As competências são outras. Quando se fotografava com Cromo, não se podia errar 0,5 pontos na fotometria, hoje vejo equipamentos corrigindo "5" EVs devido à grande latitude dos sensores. Fotografava casamentos com Pentax 6x7 e dois Frata 140. Tinha que me preocupar com muita coisa além da direção e composição, cálculos por exemplo. Hoje não ficou mais fácil, ficou diferente! É natural o ingresso de mais gente no mercado, nosso país atravessa uma crise sem precedentes e qualquer pessoa começa um negócio próprio, seja ele qual for. Pergunte aos cabelereiros(as), Pizza delivery, Transporte Escolar, Uber...
Assim que o mercado de trabalho reaquecer, muitas dessas pessoas trocarão com prazer tais atividades em busca da segurança de um emprego formal. Até lá, se reinvente! Tem gente cobrando R$30K um casamento (e tá cheio de serviço). Enquanto outros por R$1.500 reclamam que o mercado tá ruim...
Tenho um amigo que fotografa por prazer. É empregado em uma gigante mundial na área química e fotografa por hobbie aos fds. Cobra R$10k (no mínimo) um álbum de casamento e, faz pelo menos um casamento ao mês. Injustiça né? Que nada, é visão e talento puro!!!
Creio que o primeiro passo seja nos fazer uma pergunta: Meu trabalho não vende por quê?
Seja honesto com a resposta. Talvez precise mudar seu público, talvez mudar sua luz, edição, acabamento do serviço, abordagem comercial, vestimenta...
São muitas variáveis, talvez um bom coach possa ajudar.
Sucesso a todos!


Guaracy Cardoso

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