Autor Tópico: Quanto pode render um filme escaneado?  (Lida 12321 vezes)

Ashkenazzi

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Resposta #45 Online: 04 de Julho de 2013, 20:42:29
Bem, o transistor "matou" a valvula (do mercado em geral) há mais de 40 anos.
Mas até hoje existem várias empresas especializadas em vender amplificadores valvulados novos (e são bem caros)

E quem houve um valvulado de 15W (quinze) watts, por ex, um Cary CAD 300 SEI com auto-falantes de 15", percebe qualidade de som melhor do que de um transistorizado moderno de 150W com caixas modernas de 6". (e o vomule dos 15W do valvulado é maior do que um transistorizado de 50W)

O tamanho da caixa é a mídia (Medio formato ou 35mm).
A conversao de som das valvulas é o processo quimico.

Por mais que se vendam caixas melhores que "fazem" o mesmo... Por mais que se façam transistores mais precisos...
ainda existem discussões entre os aficcionados por audio sobre o porquê do som transistorizado não ser melhor... 

Estimo uma historia parecida com o filme quimico versos o digital.
É uma questão de ouvido (ou de olho) e por mais que coloquemos contas, na hora que ouvimos (ou vemos) as contas nos traem.
Talvez, nem próximos 40 anos, se encontre um processo digital de cópia(scan) do filme para o digital que agrade a todos (não pelo numero de pontos, mas pelos tons das cores geradas mesmo). Assim como até hoje não se conseguiu copiar o som da válvula para um transistor. E quem for aficcionado (e puder pagar), sempre pegará o melhor.

« Última modificação: 04 de Julho de 2013, 21:06:46 por Ashkenazzi »
Nikon D800E + MB-D12 + SB-910 com AF-S NIKKOR 85mm f/1.4G + AF-S NIKKOR 24mm f/1.4G ED
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pauloh

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Resposta #46 Online: 04 de Julho de 2013, 21:05:52
Bem, o transistor "matou" a valvula (do mercado em geral) há mais de 40 anos.
Mas até hoje existem várias empresas especializadas em vender amplificadores valvulados novos (e são bem caros)

E quem houve um valvulado de 15W (quinze) watts, por ex, um Cary CAD 300 SEI com auto-falantes de 15", percebe qualidade de som melhor do que de um transistorizado moderno de 150W com caixas modernas de 6". (e o vomule dos 15W do valvulado é maior do que um transistorizado de 50W)

O tamanho da caixa é a mídia (Medio formato ou 35mm). Por mais que se vendam caixas melhores que "fazem" o mesmo e
a conversao de som das valvulas como o processo quimico que por mais que se façam transistores mais e mais precisos e modernos...

ainda existem discussões entre os aficcionados por audio sobre o porquê do som transistorizado não ser igual...
Estimo uma historia parecida com o filme quimico versos o digital.
É uma questão de ouvido (ou de olho) e por mais que coloquemos contas, na hora que ouvimos (ou vemos) as contas nos traem.
Talvez, nem próximos 40 anos, se encontre um processo digital de cópia(scan) do filme para o digital que agrade a todos (não pelo numero de pontos, mas pelos tons das cores geradas mesmo). Assim como até hoje não se conseguiu copiar o som da válvula para um transistor. E quem for aficcionado (e puder pagar), sempre pegará o melhor.



Meu maior medo nem é a película deixar de existir, pois acho que isso não ocorrerá tão cedo.
Tenho medo de que filmes como o Velvia ou o Provia deixem de ser fabricados, ou seja, filmes de qualidade.
Tenho medo de não fabricarem câmeras e lentes de excelente qualidade.
Tenho medo dos serviços de revelação, que hoje já são tão precários (raríssimos revelam com qualidade), deixem de existir.


Ashkenazzi

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Resposta #47 Online: 04 de Julho de 2013, 21:12:23
Meu maior medo nem é a película deixar de existir, pois acho que isso não ocorrerá tão cedo.
Tenho medo de que filmes como o Velvia ou o Provia deixem de ser fabricados, ou seja, filmes de qualidade.
Tenho medo de não fabricarem câmeras e lentes de excelente qualidade.
Tenho medo dos serviços de revelação, que hoje já são tão precários (raríssimos revelam com qualidade), deixem de existir.

Eu vi isso esse medo com um colega que tenho (completamente aficcionado por audio, e lógico, aficcionado por qualidade =  valvulas)
Nos anos 70 ainda tinham estoques. Nos 80, os caras que estocaram, as vendiam por fortunas. Nos 90, já tinha uma procura alta por válvilas de novo. E aí o mercado voltou como nicho.

É certo que não da pra estocar filme por causa da validade, mas também é certo que valvulas duram 4-10 anos e filmes se gasta feito água

Muitas marcas de cameras vão quebrar, mas surgirão marcas novas...já dimensionadas para mercado "nicho".

Vai por mim, o transistor tá há 40 anos tentando reproduzir a válvula...com toda a eletronica do mundo.

O filme nunca deixará de existir, porque a industria digital, hoje, foca em baixar o custo (como as do transistor fizeram) e a industria do filme foca em aumentar qualidade (como as das valvulas fizeram para não morrerem)

Hoje existem valvulados melhores que muitos dos anos 60. E daqui há 20 anos existirão filmes muito melhores que os de hoje. E os transistorizados (digitais) ficam entre baixar o custo e correr atrás e nessa nunca correm o suficiente.

Não é só eletrônica que evolui, a industria quimica também evoluirá e, principalmente, porque está "ameaçada"
« Última modificação: 04 de Julho de 2013, 21:32:13 por Ashkenazzi »
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Resposta #48 Online: 04 de Julho de 2013, 21:26:45
Perfeito. Agora compreendido 100%. :ok:

Dividir pra conquistar. Se conseguirmos um scan de tão alta resolução que cada ponto digitalizado fique numa fração do tamanho do grão, conseguimos simular até mesmo essas transições do filme.

Sim, isso é teoricamente possível, mas um grão de sal de prata do Velvia mede em média 1 milésimo de milímetro. Se fossemos digitalizar fazendo a largura de 1 pixel ter a mesma dimensão de 1 grão, teríamos para um filme 35mm uma imagem de 36000x24000 pixels ou um arquivo de 48 bits por pixel de 4,83GB. Não sei qual é o scanner com maior resolução que existe. Os maiores que já tive notícia tem 12000dpi.
O filme colorido com a maior resolução que eu conheço é o Velvia, possui resolução máxima de 160 pares de linhas por milímetro. Segundo o teorema de Nyquist para digitalizá-lo com um mínimo de perdas o scanner deveria ter no mínimo o dobro desta resolução, ou seja, cerca de 16000dpi reais.
Filmes PB possuem resolução ainda maior, já tive notícias de resolução até 400 pl/mm, necessitando de um scanner com mais de 40000dpi reais para minimizar as perdas.


pauloh

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Resposta #49 Online: 04 de Julho de 2013, 21:31:09
Eu vi isso com um colega que tenho (completamente aficcionado por audio valvulado)
Nos anos 70 ainda tinham estoques. Nos 80, os caras que estocaram, as vendiam por fortunas. Nos 90, já tinha uma procura alta por válvilas de novo. E aí o mercado voltou como nicho.

É certo que não da pra estocar filme por causa da validade, mas também é certo que valvulas duram 4-10 anos e filmes se gasta feito água

Muitas marcas de cameras vão quebrar, mas surgirão marcas novas...já dimensionadas para mercado "nicho".

Vai por mim, o transistor tá há 40 anos tentando reproduzir a válvula...com toda a eletronica do mundo.

O filme nunca deixará de existir, porque a industria digital, hoje, foca em baixar o custo (como as do transistor fizeram) e a industria do filme foca em aumentar qualidade (como as das valvulas fizeram para não morrerem)

Hoje existem valvulados melhores que muitos dos anos 60. E daqui há 20 anos existirão filmes muito melhores que os de hoje. E os transistorizados (digitais) ficam entre baixar o custo e correr atrás e nessa nunca correm o suficiente.

Não é só eletrônica que evolui, a industria quimica também evolui principalmente porque está "ameaçada"

Eu só espero que no futuro eu tenha dinheiro para bancar isso.... KKKKK  :hysterical:


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Resposta #50 Online: 04 de Julho de 2013, 21:44:14
Eu só espero que no futuro eu tenha dinheiro para bancar isso.... KKKKK  :hysterical:

calma, calma !

tem que pensar positivo. Só nao venda suas coisas. Pq aí vc nao vai conseguir recomprar nunca mais !

(há 15 anos um toca-discos technics era 15 reais de baciada nos camelôs de SP. Hoje, quando "o povo de $$ acordou da burrada" dos transistores, eles vendem o mesmo technics por mais de 1 mil). E isso porque muita gente usa CDs em valvulados. Agora imagina um setup valvulado...com caixas 15pol e tudo.. pega 20 mil facil hoje...Tudo pra fazer o mesmo que fazia um que valia 1000 reais no camelo dos anos 80 quando ninguem queria.

Eu conheci um cara que trocou um Ford Thunderbird 1955 por um fusca 1969 zero. Simplemente porque o carro ja tinha mais de 10 anos e não valia "mais nada"...todos diziam: daí pra frente o preço vai cair mais e mais e vai ter que vender para o ferro-velho, por peso, po cara amassar..."ninguem mais ia querer essa porcaria fora de moda"

o cara chora até hoje e um Thunder 1955 pega 150 mil facinho...

O que acontecerá é que seu equipamento vai virar "lixo" dentro de uns anos...até a modinha passar...e depois o preço vai começar a subir de novo...subir para as estrelas. E vai valer mais do que vale hoje.

Não se venda para essa "moda" de Bayer interpolado "advinhão" de cores que conta cores em números.
Acredite nos seus olhos que conta cores como cores.
« Última modificação: 04 de Julho de 2013, 22:03:24 por Ashkenazzi »
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Resposta #51 Online: 04 de Julho de 2013, 22:00:39
O problema não é só o equipamento, mas também a mídia e a revelação. Hoje um bom cromo 35mm/36exp tá na faixa de R$ 40 a 50 e a revelação R$ 20 a 25. Imagine no futuro um filme custando R$ 1000 e a revelação R$ 500. R$ 1500 por 36 imagens eu teria que ser bem rico.
Meus cromos vem dos EUA, onde os preços estão subindo rapidamente. 4 anos atrás um Provia 100F custava $ 4,99, hoje tá $ 7,99 na B&H. E ainda tenho as despesas de correio para revelar, pois aqui em Brasília já nem existem mais laboratórios que processam cromos.
Mando pra São Paulo. Quando não houver mais nenhum laboratório com qualidade no Brasil, terei que mandar para o exterior. E os custos só aumentando....


Ashkenazzi

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Resposta #52 Online: 04 de Julho de 2013, 22:13:47
O problema não é só o equipamento, mas também a mídia e a revelação. Hoje um bom cromo 35mm/36exp tá na faixa de R$ 40 a 50 e a revelação R$ 20 a 25. Imagine no futuro um filme custando R$ 1000 e a revelação R$ 500. R$ 1500 por 36 imagens eu teria que ser bem rico.
Meus cromos vem dos EUA, onde os preços estão subindo rapidamente. 4 anos atrás um Provia 100F custava $ 4,99, hoje tá $ 7,99 na B&H. E ainda tenho as despesas de correio para revelar, pois aqui em Brasília já nem existem mais laboratórios que processam cromos.
Mando pra São Paulo. Quando não houver mais nenhum laboratório com qualidade no Brasil, terei que mandar para o exterior. E os custos só aumentando....

É entendi...é que eu nao uso fujichrome..
É eu sei q vc tem razão ... me obrigo a ser otimista demais... mas fechar os olhos não muda a realidade ...
Eu uso digital no trabalho, máquinas caras e tudo.
Mas quando saio de férias é 50 rolos de filme na mochila e deixo a digital em casa. Minhas lembranças não merecem qualidade de facebook. E eu amplio tudo a 20 x 30.
Parcelo a revelação..a ampliação.. demoro pra ampliar tudo...

Onde vc está revelando cromo em SP ?
« Última modificação: 04 de Julho de 2013, 22:37:37 por Ashkenazzi »
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Resposta #53 Online: 04 de Julho de 2013, 22:25:28
Onde vc está revelando cromo em SP ?

Capovilla. Ouvi dizer em algum lugar do forum que somente a Capovilla e a Labtec revelam cromo em SP. Não sei se procede a informação...


pauloh

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Resposta #54 Online: 04 de Julho de 2013, 22:46:23
Considero a revelação lá muito boa, apesar de não ter revelado em outros laboratórios para comparar, só uma vez com meu primeiro cromo revelado em 2009. Mandei revelar num lab aqui em BSB e ficou horrível. Os outros mandei na Capovilla e gostei dos resultados.
Foi paixão à primeira vista por aquelas imagens.
Algumas imagens que eu digitalizei usando a câmera digital (Nikon d7000). Claro que no próprio filme essas imagens tem uma qualidade muuuuito superior. Essas são do Provia 100F. Tenho umas do Velvia 50 que não consegui bons resultados na digitalização, devido ao fato da imagem deste filme ter uma densidade bem alta. Precisaria de uma lente de alto contraste e fazer um HDR para captar os detalhes das sombras no filme.










lsd

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Resposta #55 Online: 04 de Julho de 2013, 23:56:45
Realmente, as imagens ficaram muito boas.

Qual scanner vc usa mesmo?

Qto à Capovilla, eu já tive problemas com eles, na verdade, eu não indico pra ninguém, mas de vez em nunca mando fazer algo com eles, afinal, a Labtec é ainda mais mal falada... tá difícil a situação aqui.


pauloh

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Resposta #56 Online: 05 de Julho de 2013, 00:20:48
Realmente, as imagens ficaram muito boas.

Qual scanner vc usa mesmo?

Qto à Capovilla, eu já tive problemas com eles, na verdade, eu não indico pra ninguém, mas de vez em nunca mando fazer algo com eles, afinal, a Labtec é ainda mais mal falada... tá difícil a situação aqui.

Vixe, então tô f*****. A situação tá pior que eu imaginava. Os últimos filmes mandei no início deste ano. Na verdade não uso scanner. Eu digitalizei usando uma câmera digital (Nikon D7000), fotografando em macro. Qual o problema que você teve com eles?


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Resposta #57 Online: 05 de Julho de 2013, 00:39:09
Eu já tive problema de filme amassado, manchado... mas com impressões nunca tive problemas.

Tem um lab do lado deles, o A3, este era bem melhor pra revelar E6, mas não fazem mais, uma pena.

O último filme que eu revelei na Capovilla foi em agosto do ano passado, e foi OK, ainda bem.


Lucas Estêvão

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Resposta #58 Online: 05 de Julho de 2013, 00:54:26
Só nao venda suas coisas. Pq aí vc nao vai conseguir recomprar nunca mais !

É justo o que estávamos falando noutro tópico agora mesmo (na galeria). O atpaula tem uma Noct 58mm f/1.2 que tá custando mais de 5 mil dólares hoje. Sempre foi uma objetiva cara, mas hoje é mais cara pela raridade. Imagina daqui 10, 20 anos. Dá pra pagar a faculdade do neto.

Quanto à revelação, vocês não se pilham em fazer em casa caso comece a engrossar pra achar lugar bom?


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Resposta #59 Online: 05 de Julho de 2013, 01:02:14
Cara eu já pensei sim, primeiro na faculdade onde era mais viável, depois em casa mesmo, mas jutando gente pois eu pelo menos não tenho tanto volume que justifique a compra dos quimicos pro meu uso apenas, eu bati 2 filmes apenas, neste ano, tenho fotografado muito pouco... fora que, seria interessante ter uma processadora, como as da Jobo, pois facilita muito a vida... a Dina até pouco tempo vendia kits de quimicos pra revelar C41 e E6 em casa... o processo PB é OK de fazer, pois não tem muito problema com temperatura, já o colorido é outra história, e a temperatura é mais alta, 37º se não me engano.