Autor Tópico: [ARTIGO] Fotometria para Inicantes em Modo Manual  (Lida 39316 vezes)

nandoespinosa

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Resposta #120 Online: 28 de Julho de 2016, 18:24:54

Não seria Cinza 18%?  :ponder:
Sim. Claro, André. Me atrapalhei

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cheferson

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Resposta #121 Online: 19 de Abril de 2019, 23:00:53
Pessoal sei que o tópico já é antigo, mas preferi postar aqui pra evitar de abrir tópicos repetidos demais sobre um assunto fundamental da fotografia: a fotometria.  :hysterical: :hysterical:

Vou compartilhar com vocês alguns segredos que aprendi hoje lendo, praticando e usando aquele bichinho que tem dentro de nós chamado intuição  :hysterical: :hysterical: as vezes o básico é que é mais fácil e o que dá mais resultados kkkk vamos lá *** texto longo, mas vale a leitura com calma***

Eu trabalho com evento esportivos diurnos (jogos de vôlei, corridas de rua, corridas de bike, etc, etc) - por questões de contrato não posso postar as fotos aqui, mas digo que fiquei extremamente satisfeito com os resultados porque a cada evento são em média 4.000 fotos e ajustar a exposição de uma por uma no Lightroom ou outras programas de edição é algo deveras trabalhoso e desnecessário, principalmente porque trabalho com JPG, por isso é fundamental fazer a fotometria correta  ...

Como todos sabem, o fotômetro de mão, mesmo o mais básico é extremamente vantajoso e eficaz em fornecer uma configuração adequada, pois ele mede a luz que incide sobre os objetos ou o cenário a ser fotografado. Explicando: toda luz tem uma fonte; essa fonte de luz incide sobre os objetos. Os objetos sobre os quais incidem a luz podem ser medidos com o fotômetro de mão que fornece uma combinação de ISO, abertura e velocidade as quais você pode configurar em sua câmera , ignorando o fotômetro interno da mesma.

Sem dúvidas, o fotômetro de mão é o mais preciso e tem como vantagem o fato de fazer a fotometria a contento. Imaginando, por exemplo, o uso do fotômetro de mão em estúdio com luz controlada, é uma mão na roda. Ou em eventos também. Contudo, o fotômetro de mão não é 100% prático, visto que ele tem algumas (poucas) desvantagens como, por exemplo, se você quer tirar uma foto noturna de rua e quer tirar uma foto do outro lado da rua, a iluminação do poste pode ser diferente.

Ou ainda , ao usarmos uma lente teleobjetiva para captar detalhes de mais longe... em resumo, o fotômetro de mão é mais recomendado para fotos de perto, onde os objetos ou o sujeito a ser fotografado não exigem o uso de lentes teleobjetivas de grande distância. Outra desvantagem do fotômetro de mão é que caso ocorram grandes mudanças na fonte de luz, será necessário refazer a fotometria.

Temos, então, o fotômetro interno das câmeras digitais que não difere em nada em termos de recursos dos antigos fotômetros, inclusive os que já vinham nas antigas SLRs analógicas. O fotômetro interno segue um padrão chamado "cinza médio". Esse cinza médio nada mais que é uma convenção utilizada por todos os fabricantes de equipamentos fotográficos.

O cinza nada mais é que uma média - ou meio termo - entre o branco puro e o preto puro. Entre o branco e o preto temos "escalas" de cinza. E o formato médio é o cinza 18%. Quando deixamos o fotômetro no meio (ou no zero, diga-se popularmente como "zerar o fotômetro da câmera") estamos na verdade dizendo que a cena que estamos fotografando (de acordo com o tipo de leitura : matricial, spot, etc) que ela é cinza 18%. E ai que os problemas ocorrem, porque o fotômetro da câmera não é tão preciso assim.

Isso acontece porque o fotômetro da câmera é sujeito a erros de interpretação devido ao fato dele analisar a luz refletida e não a luz incidente. O fotômetro interno da câmera não faz a leitura da luz "real" e sim da luz que reflete sobre os objetos e entra através da objetiva até o sensor da câmera.

Não precisa ser um gênio da informática pra saber que há uma perda considerável de informação (como falam na Física Quântica) , ou seja, de fótons de luz entre a luz incidente e a luz refletida. A luz refletida sempre irá perder alguns aspectos de interpretação em relação à incidente. É justamente por isso que os fotômetros de mão são mais precisos, porque a leitura é sempre sobre a luz ambiente que incide nos objetos. A reflexão sempre causa dispersão da energia luminosa.

Pra "piorar" a situação, o fotômetro interno que apenas lê a luz refletida em tons de cinza, e quando deixamos o fotômetro da câmera "no zero", o mesmo sempre tenta trazer a medida da luz refletida para cinza 18%. O que significa que se deixarmos se tirarmos a foto de um objeto branco com o fotômetro no meio, ele vai trazer esse branco para o cinza 18% e esse branco não será branco, será cinza claro. O resultado é que essa diminuição do branco para o cinza 18% vai fazer com que a foto tirada nessas condições fique subexposta.

Se você mora num país frio e vai tirar a foto de um cenário com neve usando os modos automáticos da câmera e o fotômetro no meio (no zero), terá uma foto escura e sem graça, porque a neve branca irá se tornar cinzenta.

O mesmo raciocínio vale quando temos objetos escuros e que, por isso, refletem pouca luz. Ao deixarmos o fotômetro no meio tirando a foto de um objeto preto, por exemplo, o fotômetro da câmera irá entender que esse preto é cinza 18% e vai trazer o preto para o cinza médio, gerando uma foto superexposta (clara).

Então como corrigir isso? É ai que entra o estudo e prática do fotógrafo. O fotômetro das câmeras, por trabalhar com luz refletida, está sujeito a erros que podem ser facilmente corrigidos pelo fotógrafo. Como um exemplo simples, se o sujeito está com uma camiseta branca e você fizer a fotometria na camiseta, terá que compensar para +1 ou +2 o fotômetro para que esse branco de destaque.

Da mesma forma se um sujeito está vestindo uma roupa preta, e deixarmos o fotômetro no zero, a roupa preta se tornará cinza, gerando uma imagem muito clara (superexposta). Para isso precisamos compensar o fotômetro em -1 ou -2 , (dependendo do caso) para que essa roupa preta seja registrada da maneira mais fiel possível ao que nossos olhos enxergam.

Assim objetos mais claros exigem compensação de exposição para direita (+1, +2, +3 ou os terços de ponto) e objetos mais escuros exigem compensação para a esquerda (-1, -2, -3 ou os terços de ponto) e os objetos com tonalidade média (nem claros, nem escuros) geralmente tendem a ficar com a exposição correta com o fotômetro no meio.

Podemos usar essa compensação de exposição no modo Manual, no modo P, ou nos modos semi-automáticos como os modos Prioridade de Abertura ou de Velocidade.

Agora todo esse texto aqui eu postei para que a teoria pudesse ficar clara  :hysterical: :hysterical: :hysterical: e agora vamos ao ponto prático.

Nos eventos que fotografo sempre tinha muitos erros de exposição. Eu usava a medição spot ou ponderada ao centro. E no evento de hoje (Sexta feira santa) 19/04/2019, resolvi usar a medição matricial. E considero muito válido que o fotógrafo estude e aplique o melhor método de medição da luz que ele achar melhor, para o fotômetro interno, e usando a compensação de exposição automática ou manual, para solucionar os eventuais erros do fotômetro interno da câmera.

Hoje, intuitivamente, decidi usar a fotometria matricial por alguns motivos a saber:
1) Sempre tiro fotos dos sujeitos praticando esporte no meio do quadro e eles tem cores variadas como preto, branco, verde, amarelo, vermelho claro, vermelho escuro, etc.

2) É interessante pra mim usar a luz solar, por isso gosto do matricial pelo equilíbrio de luz (tons claros, médios e escuros) entre o fundo e o sujeito fotografado, algo que não conseguia nos outros modos.

Dito tudo isso neste tutorial eu acredito que não há melhor ou pior modo de se medir a luz. Há o conhecimento e o que o fotógrafo precisa. Por exemplo, em fotos de comida ou de produtos, a fotometria matricial pode não ser a mais adequada.

O que fiz hoje acertou a fotometria em mais de 95% das fotos que tirei hoje e sem usar fotômetro de mão! Basicamente eu via como a luz do Sol se comportava em determinados momentos, colocava a câmera em modo AV (Prioridade de abertura) e setava o ISO pra 200, a abertura pra 2.8 e deixava a câmera escolher o obturador.

Percebi que quando deixava o fotômetro no zero, as fotos saiam subexpostas e que ao fazer a compensação da exposição em +1 , a foto ficava perfeita! Anotei então, o número da velocidade do obturador, ISO e diafragma. Então o que fiz foi passar pro modo Manual e apenas informei as 3  configurações para minha câmera, mexendo apenas na velocidade do obturador, se necessário fosse.

Fazendo esse pequeno "truque" percebi que 90% das minhas fotos ficavam com uma boa exposição, inclusive fazendo um belo contraste entre as cores e o fundo com a luz do Sol. O que fiz na verdade foi apenas fotometrar corretamente, compensando a exposição para +1 , e alterando para o modo Manual. Percebi que a fotometria ficou correta e que em raras situações eu precisava rever a mesma.

Fazendo desse modo, pude fazer meu trabalho tranquilo e com a imensa maioria das fotos bem fotometradas (para o meu gosto pessoal). Então usar os modos semi-automáticos para fazer medições , compensando a exposição quando necessário, pode ser uma ótima opção e passando para o modo manual, você pode manter essa exposição rapidamente, apenas trocando a velocidade ou a abertura (conforme sua câmera e as teclas de atalho) .

No meu exemplo específico usando a fotometria em matricial e usando os semi-automáticos como atalho, e voltando pro modo manual as fotos saiam com a exposição correta. Um pequeno detalhe é que a cada variação de luz do ambiente eu precisa refazer rapidamente essa fotometria, saindo do M e voltando para o modo de abertura e retornando ao modo M com as informações que julgava relevantes para uma correta exposição.

Com isso, a exposição das fotos ficou perfeita: tons médios , claros e escuros no seu devido lugar.

Sobre os modos de medição é muito assunto pra manga, já que fotometria é um assunto que parece bicho de 7 cabeças, mas não é. Só requer treino e ler livros de fotografia rs a leitura de alguns livros me abriu demais a cabeça para esse assunto que ou é ensinado de maneira incorreta ou imprecisa.

Espero ter ajudado e valeu a leitura!
« Última modificação: 19 de Abril de 2019, 23:10:40 por cheferson »


cheferson

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Resposta #122 Online: 19 de Abril de 2019, 23:13:39
Pessoal: caso tenha alguma informação errada, podem corrigir ai ok , o texto é longo rs


lasg

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Resposta #123 Online: 19 de Abril de 2019, 23:42:31
Bem didático, cheferson.
Obrigado por compartilhar.
LASG
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cheferson

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Resposta #124 Online: 20 de Abril de 2019, 00:53:47
Bem didático, cheferson.
Obrigado por compartilhar.


Valeu Luis. Ainda tem o sistema de zonas do Ansel Adams; mas quem fotografa ação não tem tempo pra ficar fazendo medições por zona. É um método perfeito pra fotos de arquitetura e paisagens, onde não há movimentação. Mas pra ação, é algo que não combina.

Complementando o texto: antes de fazer esses testes na prática, eu colocava o fotômetro em medição pontual e o fotômetro no meio. Sempre dava 80% das fotos com problemas de exposição. Ou o fundo ficava muito claro, ou o atleta ficava muito escuro. Creio que uma foto com boa exposição irá te poupar um tempo enorme de ficar corrigindo exposição no Lightroom ou similares.



bjp77

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Resposta #125 Online: 24 de Maio de 2019, 17:55:59
Cheferson,


pra tirar foto da Lua cheia isso deve ajudar bastante. Tenho uma Tair-3 300mm analógica, vou descobrir como fazer a foto ficar boa por este método que você descreveu e posto aqui.
Canon Rebel T5
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cheferson

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Resposta #126 Online: 25 de Maio de 2019, 04:30:50
Cheferson,


pra tirar foto da Lua cheia isso deve ajudar bastante. Tenho uma Tair-3 300mm analógica, vou descobrir como fazer a foto ficar boa por este método que você descreveu e posto aqui.

Joia, depois posta as fotos aqui amigo!


bjp77

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Resposta #127 Online: 27 de Maio de 2019, 11:49:54
Observei umas flores no jardim, se eu desse um passo o fundo ficava escuro ou claro e quando escuro dava destaque à flor violeta. Isso corresponde a uma variação de luz cheferson ? Usei uma Tair-3 300mm, fiz as fotos explorando as variações.

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Resposta #128 Online: 27 de Maio de 2019, 19:27:16
Observei umas flores no jardim, se eu desse um passo o fundo ficava escuro ou claro e quando escuro dava destaque à flor violeta. Isso corresponde a uma variação de luz cheferson ? Usei uma Tair-3 300mm, fiz as fotos explorando as variações.



Que modo de medição você usou? Matricial, ponderado ao centro?


bjp77

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Resposta #129 Online: 28 de Maio de 2019, 09:24:46
Usei ponderado ao centro Cheferson. Me posicionei a uns 5 m do assunto.
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cheferson

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Resposta #130 Online: 29 de Maio de 2019, 23:55:44
Que modo de medição você usou? Matricial, ponderado ao centro?

Tenta usar o matricial.


phmn

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Resposta #131 Online: 22 de Junho de 2019, 08:08:19
Apenas uma curiosidade...

Eu só fui começar a entender sobre fotometria quando aprendi como funciona basicamente uma câmera DLSR, usando analogias com órgãos do corpo humano...

Primeiro aprendi que o sensor da câmera jamais será perfeito como o nosso sensor (cérebro), que é capaz de compensar diversas exposições em milímetro de segundo.

O mais importante foi quando me liguei que ao fazer a composição pelo View finder, quem estava interpretando a cena era o meu cérebro, não a câmera em si... Isso você só aprender quando entende a existência do espelho.

No view finder a lente funciona como uma lente mesmo, como se fosse uma lente de contato ou binóculo...

Pode parecer uma bobeira para quem conhece, mas, creio que seja mais importante  para um amador aprender primeiro sobre construção da câmera, do que aprender o que a grande maioria dos cursos ensinam na 1ª aula, qual seja, ficar só falando em "triângulo da fotografia" "os três pilares da fotografia"  :doh: :doh: :doh: :doh:   


cheferson

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Resposta #132 Online: 10 de Agosto de 2019, 00:47:57
Apenas uma curiosidade...

Eu só fui começar a entender sobre fotometria quando aprendi como funciona basicamente uma câmera DLSR, usando analogias com órgãos do corpo humano...

Primeiro aprendi que o sensor da câmera jamais será perfeito como o nosso sensor (cérebro), que é capaz de compensar diversas exposições em milímetro de segundo.

O mais importante foi quando me liguei que ao fazer a composição pelo View finder, quem estava interpretando a cena era o meu cérebro, não a câmera em si... Isso você só aprender quando entende a existência do espelho.

No view finder a lente funciona como uma lente mesmo, como se fosse uma lente de contato ou binóculo...

Pode parecer uma bobeira para quem conhece, mas, creio que seja mais importante  para um amador aprender primeiro sobre construção da câmera, do que aprender o que a grande maioria dos cursos ensinam na 1ª aula, qual seja, ficar só falando em "triângulo da fotografia" "os três pilares da fotografia"  :doh: :doh: :doh: :doh:   

Acredito que eles teriam que entender como a luz entra pela objetiva (de maneira bem simples), como o sensor ou filme capta essa luz... e só depois entrar no aspecto dos 3 fatores, começando pelo diafragma, depois pelo obturador e depois pelo ISO. Mas antes disso tudo, a primeira coisa que faria dando um curso de fotografia pago é treinar o olhar fotográfico, composição e a percepção de olhar e passar alguma emoção através da fotografia. Isso é algo que quase não se vẽ mais... falamos muito de nitidez, vinheta, aberração cromática, etc, mas não falamos do básico que é registrar e eternizar momentos na fotografia.