Autor Tópico: Venda de impressoes  (Lida 2042 vezes)

C R O I X

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Online: 03 de Maio de 2014, 06:52:38
Oi,

Entao, eu tinha a ideia em disponibilizar minhas fotos digitalizadas gratuitamente. Eu nao sabia onde fazer o upload dos aqruivos em alta resolucao entao achei que seria uma boa ideia usar a plataforma que eu ja estou inscrito: Fineartamerica.com

O fato e que eu quero disponibilizar as fotos com meu nome, pq a ideia seria mais em ajudar a espalhar meus trabalhos por ai do que ter lucro. Entao, a pergunta aqui eh se o nome nas impressoes ficam legais ou desincorajam as pessoas em querer obtelas?

Eu coloquei essa imagem como teste, para ver como fica: http://fineartamerica.com/featured/contrast-river-marcio-faustino.html

No final uma amiga disse que no lugar de oferecer completamente sem ter lucri nenhum, eu poderia oferecer por precos bem baixos, e quem sabe se chegar a vender muito nao de uma renda boa!?

Entao a segunda pergunta eh, se os precos da impressao parecem competitivos e atraentes, se comparado aos que vcs costumam ver por ai.

Obviamentte o site cobra pelo papel, moldura, etc. Mas para ter uma ideia, meu lucro na menor impressao eh de apenas 2.50 dollares e na maior impressao (35x40cm aproximadamente) eh de 15.00 dollares.

Bom, tudo isso eh apenas uma pesquisa para saber a melhor forma de fazer.
http://www.marciofaustino.com/
https://www.instagram.com/marcio_faustino_photographer/

Regras sao para reproducao, e para criadores que nao ouvem ou confiam em sua voz interna [ainda]. Uma foto sincera eh a que tem sua propria voz e ritmo.


RafaZ

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Resposta #1 Online: 03 de Maio de 2014, 07:02:28
A questão do nome é polêmica. Pode tanto estimular quanto inibir a venda.

Você tem ideia de quem seria o público típico que se interessaria por este tipo de trabalho?
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C R O I X

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Resposta #2 Online: 03 de Maio de 2014, 07:27:09
Pois eh, esse eh o meu principal problema. Eu nao faco ideia de quem seria o publico ja que nunca vendi com frequencia.

E sem saber o perfil de quem se interessaria fica complicado em pensar em titulos e precos. O problema que eu sempre tive em vendas.

O que mais me interessa agora eh somente em espalhar minhas impressoes por ai.
« Última modificação: 03 de Maio de 2014, 07:28:40 por C R O I X »
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Paulo Arruda

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Resposta #3 Online: 03 de Maio de 2014, 10:46:18
Olá Márcio.... falando como comprador:
Acho que deve ter o nome sim, mas mais discreto... aquele que realmente gostar da sua foto exposta vai chegar mais perto do quadro pra saber quem é o autor.
EMHO, se não procurar pelo autor é pq não interessou tanto assim... eu quando gosto de uma foto quero saber quem fez e com certeza vou procurar pela assinatura, mas o que interessa é a imagem... por isso a assinatura mais discreta cairia bem.
Em tempo... na imagem apresentada EU colocaria a direita, num corpo bem menor... e dependendo da ocasião o ano em que foi feita tbém.
Abs.


RafaZ

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Resposta #4 Online: 03 de Maio de 2014, 11:15:48
Eu pessoalmente nunca conheci alguém que tivesse comprado uma impressão nesse estilo.

Um possível mercado seria apresentar o trabalho para decoradores, que poderiam usar as impressões. De repente até formar uma parceria com alguns.
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spositom

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Resposta #5 Online: 03 de Maio de 2014, 11:16:37
Olá Márcio.... falando como comprador:
Acho que deve ter o nome sim, mas mais discreto... aquele que realmente gostar da sua foto exposta vai chegar mais perto do quadro pra saber quem é o autor.
EMHO, se não procurar pelo autor é pq não interessou tanto assim... eu quando gosto de uma foto quero saber quem fez e com certeza vou procurar pela assinatura, mas o que interessa é a imagem... por isso a assinatura mais discreta cairia bem.
Em tempo... na imagem apresentada EU colocaria a direita, num corpo bem menor... e dependendo da ocasião o ano em que foi feita tbém.
Abs.

Concordo com o Paulo

Faço algumas impressões e é muito raro ver assinatura nas fotos, salvo as promocionais.

Achei legal a proposta do site, bem interessante mesmo

Meu inglês já foi melhor e posso ter passado por algum detalhe, por isso pergunto?

Na compra da obra, acompanha catalogo ou certificação? Tem limite de tiragem?

Acho interessante o catalogo de obras, na pior das hipóteses um CD  e a certificação não precisa se homologada,  pode ser uma ficha técnica por exemplo.

Parabéns pelo trabalho

Marcio



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Resposta #6 Online: 03 de Maio de 2014, 11:46:21
Paulo Arruda, RafaZ e spositom,

As fotos nesse site nao sao do tipo limitada ou catalogada mas somente reproducoes digitais gerais. Elas normalmente vao sem assinatura nem nada. Nesse caso eu procuro que a assinatura se distaque um pouco para ficar claro que eh uma reprodicao somente e por isso estou procurando vender mais barato ou se possivel ate de graca da minha parte, ja que eu nao me dediquei (e nem quero) a trabalhar os detalhes para um produto final perfeito, mas somente uma forma de divulgar e ajudar a alavancar as vendas das impressoes originais.

E o que eu quero ver eh se soa como uma boa ideia para quem tem mais experiencia no mercado, e se parece atrativo, para quem tem a perspectiva de consumidor.
« Última modificação: 03 de Maio de 2014, 11:48:43 por C R O I X »
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affalcao

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Resposta #7 Online: 03 de Maio de 2014, 17:07:26
O link não tá funcionando aqui.  :(
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RafaZ

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Resposta #8 Online: 03 de Maio de 2014, 21:22:36
Paulo Arruda, RafaZ e spositom,

As fotos nesse site nao sao do tipo limitada ou catalogada mas somente reproducoes digitais gerais. Elas normalmente vao sem assinatura nem nada. Nesse caso eu procuro que a assinatura se distaque um pouco para ficar claro que eh uma reprodicao somente e por isso estou procurando vender mais barato ou se possivel ate de graca da minha parte, ja que eu nao me dediquei (e nem quero) a trabalhar os detalhes para um produto final perfeito, mas somente uma forma de divulgar e ajudar a alavancar as vendas das impressoes originais.

E o que eu quero ver eh se soa como uma boa ideia para quem tem mais experiencia no mercado, e se parece atrativo, para quem tem a perspectiva de consumidor.

Aí é que está. Saber quem são esses consumidores é que é o X da questão.
Eu não sou. Admito que nunca comprei um objeto de artes plásticas na minha vida, seja fotografia, pintura, escultura.

Sei que existem pessoas que compram, mas quem são? O que compram? Onde compram? Por que?
Sem pelo menos uma ideia sobre o perfil do comprador, a iniciativa é uma aposta, um tiro no escuro. Como o risco é mínimo, vale a pena tentar, sim. Mas uma ação mais focada concentraria a energia despendida e aumentaria bastante a eficiência.

Não sei como são as coisas por aí, mas aqui em São Paulo eu começaria frequentando o mundo das artes, conhecendo pessoas, fazendo contatos. Mas é só uma opinião bem leiga, de quem não participa de forma alguma deste mundo.

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ordenalfabetix

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Resposta #9 Online: 04 de Maio de 2014, 00:56:06
O link também não abriu aqui (google chrome no android 4.3).

Abraço
Ordenalfabetix
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Resposta #10 Online: 04 de Maio de 2014, 03:14:15
Aí é que está. Saber quem são esses consumidores é que é o X da questão.
Eu não sou. Admito que nunca comprei um objeto de artes plásticas na minha vida, seja fotografia, pintura, escultura.

Sei que existem pessoas que compram, mas quem são? O que compram? Onde compram? Por que?
Sem pelo menos uma ideia sobre o perfil do comprador, a iniciativa é uma aposta, um tiro no escuro. Como o risco é mínimo, vale a pena tentar, sim. Mas uma ação mais focada concentraria a energia despendida e aumentaria bastante a eficiência.

Não sei como são as coisas por aí, mas aqui em São Paulo eu começaria frequentando o mundo das artes, conhecendo pessoas, fazendo contatos. Mas é só uma opinião bem leiga, de quem não participa de forma alguma deste mundo.
Pois eh, eu ja frequento o mundo das artes e ate sei o perfil de quem compra arte e designs. O problema eh achar quem compra o que eu faco.

Nao eh facil.
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Resposta #11 Online: 04 de Maio de 2014, 03:14:55
O link não tá funcionando aqui.  :(
O link também não abriu aqui (google chrome no android 4.3).

Abraço

Mil perdao, eu retirei o link.
« Última modificação: 04 de Maio de 2014, 03:15:29 por C R O I X »
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i9forex

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Resposta #12 Online: 04 de Maio de 2014, 04:18:39
Aí é que está. Saber quem são esses consumidores é que é o X da questão.
Eu não sou. Admito que nunca comprei um objeto de artes plásticas na minha vida, seja fotografia, pintura, escultura.

Sei que existem pessoas que compram, mas quem são? O que compram? Onde compram? Por que?
Sem pelo menos uma ideia sobre o perfil do comprador, a iniciativa é uma aposta, um tiro no escuro. Como o risco é mínimo, vale a pena tentar, sim. Mas uma ação mais focada concentraria a energia despendida e aumentaria bastante a eficiência.

Não sei como são as coisas por aí, mas aqui em São Paulo eu começaria frequentando o mundo das artes, conhecendo pessoas, fazendo contatos. Mas é só uma opinião bem leiga, de quem não participa de forma alguma deste mundo.

Eu não acho que este seja uma posição adequada actualmente.
Tenho estado a falar sobre isto com o Marcio em outro tópico.

A mim, me parece que a oferta aumentou de forma avassaladora. 
E os consumidores mudaram um pouco o foco.
Antes éramos, alguns, uns artistas e colocavamos algumas fotos mais ou menos bem.
Na verdade nunca estivemos ao nivel de outras artes acho eu. Por causa de sermos coniderados artistas menores. Parte do merito dado à camera.

Agora tudo mudou...
Temos que mudar também.

A minha aposta é no COLECTIVO.
Um colectivo com independencia.
Um colectivo tem força para vender a um agente.
Muitos, tem mais possibilidades de encontrar esses agentes.
E EXISTIREM.

E depois, usar as formas de fazer as coisas na actualidade... Que requer RAPIDEZ e EFICIENCIA.

Esta é aposta que eu acho que se deve fazer, para não estarmos em desvantagem com os centros do mundo...  Que já nem sequer são tanto a europa.
Espero consegui juntar um grupo de fotografos... encher com variada tematica bastantes galerias. Com qualidade de preferencia... Mas nem sequer é a prioridade.
A partir daí, poder usufruir do conhecimento e capacidade de divulgação do colectivo.
Alem de todos possuirem um intrumento bom de uso das suas fotos tambem de forma local...

Não sei se é sonho... mas enquanto nao me convencem do contrario... sigo por aí.

Não acham que se pode vender mais para os grupos de hoteis e de turismo, ( para dar um exemplo) que no mundo das artes?
Vender que decorem o hotel com fotos da regiao...  Que istalem um Marco digital com sets de fotos que incitem a voltar os hospedes para ver mais e mais da regiao...

Um exmplo só e eu sei pouco ou nada de vender.
A. Fernandes


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Resposta #13 Online: 04 de Maio de 2014, 08:03:17
Eh complicado.

Eu costumava trabalhar para um chefe que me dizia gostar dos meus trabalhos. Sempre comentando e acompanhando. Ate a mulher dele comprou uma foto minha para dar de pressente de natal a ele.

Aconteceu d'ele expandir a loja dele e criar um cafe com mesas e tudo mais no predio ao lado. Fez uma grande reforma e no final eu vi que ele tinha comprado varias pinturas para decorar o ambiente novo. Ate ai tudo bem, eu nao esperava que ele fosse comprar nada de mim mesmo pq ele nunca fez (so a mulher dele).

Ele tinha ate comprado as pinturas na mesma galeria onde eu tinha as minhas fotos a venda tambem, e que ficava na mesma rua.

Mas um dia ele chega para mim, me mostra o ambiente printo para inaugurar e com as pinturas nas paredes (belas pinturas diga-se de passagem). E ai ele faz uma cara de bondoso e diz para eu trazer umas fotos minhas para pendurar na parede do novo estabelecimento, que como quem estivesse faendo caridade para me ajudar.

Entao eu pensei, ele tem dinheiro para comprar minhas fotos, ele diz gostar e esta sempre acompanhando o que faco, ele diz querer me ajudar, mas em quase 3 anos ele nunca comprou nenhum cartao postal meu. Entao eu disse que iria ver o que trazer, mas na verdade eu ja inha decidido que nao iria trazer nada.

Um mes depois eu me mudei e sai do trabalho e ele ficou ainda me escrevendo para mandar umas fotos para a parede do cafe, eu ignorei.

Entao eu ate conheco, ou ja conheci, pessoas que se interessam e consomem obras de arte e impressoes. Mas de mim nao comprar apesar de elogiarem, dizerem que querem ajudar, mas a ajuda deles eh sempre de forma que eles obtem meu trabalho sem pagar. Nunca me ajudaram comprando algo. Os raros que comprar sao atravez da internet quem eu nao tenho contato visual, ou nao tenho contato nenhum quando a venda eh por PODs, e aqueles quem eu vendi atravez de galerias quem eu nunca tive contato nenhum.

Entao, eh complicado descobrir quem sao os verdadeiros consumidores e interessados em investir no que eu faco.
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Resposta #14 Online: 04 de Maio de 2014, 09:14:17
Eu faço outra leitura
E vejo o problema em nós... Não neles.

Vou dar um exemplo tambem experiencia propria... e algo semelhante me parece.

Quando deixei o jornalismo meti-me na informatica... muito atractiva na época. Fiz ate um curso de 3 anos...
Em portugal fiz um programa para a contabilidade que ninguem tinha e eliminava muito trabalho.
Preenchia infomaticamente um impresso com 800 campos de declaraçao anual de impostos...
Que era feito com maquina de escrever. Isto foi antes do Windows.
Aquilo poderia ter sido vendido e dado riqueza... SE EU SOUBESSE DO TEMA...
Não sabia, e cometi o erro de vender barato...

Amigos contabilistas ate arranjei...
Mas eu era o gajo porreiro que lhes resolvia os problemas...
Mais tarde com o windows chegaram de fato e gravata e pedindo 20 X mais...

E que passava? Que davam valor...
As coisas lhes custavam muito $ e portanto eram valiosas.
Isto é assim.

Optar pelo preço baixo é um erro. Salvo quando o que se vende nao vale nada claro...
O que há que assumir é que uns sabem fazer as coisas e outros sabem vender essas coisas.
São processos distintos...
Há que colaborar... e pensar que é igual de valioso quem vende.
Na realidade até está mais valorado... eu prefiro por as coisas meio meio.

A. Fernandes