Autor Tópico: Cuidado ao comprar nos "china"  (Lida 927 vezes)

Rafael Vega

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Online: 18 de Setembro de 2014, 16:40:33
Fala galera,


Ouvi um papo que parte dos equipamentos que são vendidos nos "china" são na verdade carga roubada e que comprando lá corre-se o risco de, caso a máquina dê manutenção, o número de série seja cruzado com um banco de dados e que a máquina seja confiscada.

Mais alguém já ouviu algo do tipo? Sabem se já aconteceu com alguém?
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fuca66

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Resposta #1 Online: 18 de Setembro de 2014, 18:04:27
Imagino que essa conversa veio do fato de terem achado os equipamentos roubados da fábrica da Samsung lá no paraguai.
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Rick99

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Resposta #2 Online: 18 de Setembro de 2014, 18:31:48
Só me preocuparia se saísse alguma coisa numa fonte confiável da imprensa.

A única coisa q fiquei sabendo, é q encontraram parte da carga num depósito em SP, mas não na galeria.
Esses xing-ling vendem coisas da Samsung, mas a maioria é falso mesmo, e eles nem tem receio de avisar antes...rs


Rafael Vega

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Resposta #3 Online: 18 de Setembro de 2014, 20:03:27
Ah sim....receio eu nem tenho...afinal muitas vezes dá pra comprar 2 câmeras no china com o preço de uma! haahahha
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SRMuniz

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Resposta #4 Online: 19 de Setembro de 2014, 00:06:19
Isto pode acontecer com compra em qualquer local, não da para generalizar.


RafaZ

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Resposta #5 Online: 19 de Setembro de 2014, 02:34:41
Isto pode acontecer com compra em qualquer local, não da para generalizar.
Pelo contrário. Isso muito dificilmente vai acontecer em nenhum estabelecimento sério que opere na legalidade, com nota fiscal e tudo mais. Diria que é praticamente impossível.
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leonobox

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Resposta #6 Online: 19 de Setembro de 2014, 08:40:00
Isso ai é literalmente intriga da oposição...rs desde sempre essa conversinha de mercadoria roubada acontece entre logistas q são contestados sobre os preços comparados ao mercado paralelo, em qualquer mercado... Inclusive essa conversinha acontece ate entre lojas renomadas, quando fui comprar minha primeira câmera estava cotando com duas grandes lojas de fotografia do Brasil, e quando fui questionar uma das lojas do por q o valor tao diferente da outra ele disse q era por q a loja em questão comprava meia dúzia de cameras com a canon pra se dizer revenda oficial e o restante era fruto de contrabando... Enfim, pode ate ser q aconteça em algum lugar e como o SRMuniz mesmo disse seja mercado paralelo ou lojas com renome sim, mas n da pra generalizar :ok:
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RafaZ

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Resposta #7 Online: 19 de Setembro de 2014, 09:51:39
Contrabando eu não tenho a menor dúvida que haja de monte. Ainda mais preocupante é mercadoria fruto de roubo.

Por mais que acredite que a esmagadora maioria dos chinas não trabalhem com produto roubado, sabemos que há muito roubo de carga por aí, e esses produtos roubados não vai parar no fundo do rio, né?
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lsd

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Resposta #8 Online: 19 de Setembro de 2014, 11:25:59
Não me surpreenderia em algum momento surgir uma notícia que um grande/famoso varejista da vida vende algo proveniente de roubo de cargas. Tipo... ninguém é inocente, e é comum grandes empresas praticarem pequenos crimes (ou grandes) para lucrar. Basta ver o caso de bancos e operadoras de telefonia.

O controle da procedencia dos produtos pode ser feito por números de série. Mas até ai, alguém sabe se há tipo um manifesto de uma transportadora com todos os números de série de todas as mercadorias que uma carreta transporta?

Outra coisa, peguei umas 2 notas fiscais aqui de produtos diversos, e, em nenhuma delas vi o número de série dos produtos.

Ou seja, se vc compra uma Nikon D800 numa loja firmeza (FastShop por exemplo), daria pra saber, pelo número de série dela, de onde a camera veio?

Aparentemente só os fabricantes (e alguns entusiastas e sites) mantêm um banco de dados dos seriais dos produtos.

Esse papinho das assistências técnicas parece furada... só poderia ser verdade se o transportador e a Receita tivessem controle de número de série de tudo que circula pelo país (e fora).

E tem mais... legislação tributária é uma coisa, contábil é outra, penal é outra. Não há uma conexão entre as leis, e nem entre os sistemas. Tipo... vc traz um laptop dos EUA e paga impostos... lindo, vc tá OK de acordo com a legislação tributária do país... mas se vc quiser incorporar o equipamento ao patrimônio da sua empresa, o documento fiscal da aduana não serve para fins contábeis (sem alguma manobra).

Quanto ao comércio, há várias razões para compor os preços, não apenas a origem dos produtos.

Um comércio pode ter um enquadramento tributário, dependendo da natureza, tipo de produtos e porte da empresa, que pode ter um peso enorme no valor final dos produtos. Varia muito a carga tributária, eu estava conversando com o dono da Chromur (loja famosa de SP, na rua Conselheiro Crispiniano), que mudou de nome... o Sr. disse que a Chromur, do jeito que era, estava pra quebrar, ele chegava a pagar mais de R$ 40mil por mês de impostos e agora, paga menos de R$ 10mil. É evidente que isso tem um impacto enorme no valor dos produtos vendidos. É óbvio que uma loja optante pelo Simples vai ter como vender produtos mais baratos que um comércio "normal", fora outras variáveis.

E ainda tem o MEI... digamos que o dono do stand seja MEI... ai ele não paga nada. Claro, tá confinado a vender até R$ 5mil por mês com nota (nesse caso, vender com nota é opcional, dentro da lei), mas não paga nada de imposto, nem tem controle contábil do governo. E não precisa, a priori (caso não haja fiscalização), provar a procedência da mercadoria. A nossa legislação permite, tecnicamente, que um cara desses te venda um produto contrabandeado, de maneira legal (com nota e tal), inclusive dando a possibilidade de vc usar a garantia do fabricante. Claro que, é provável que num futuro breve o governo dê um jeito nisso, na hora que começar a afetar a economia ou alguém reclamar.
« Última modificação: 19 de Setembro de 2014, 11:27:33 por lsd »


Rick99

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Resposta #9 Online: 19 de Setembro de 2014, 12:05:32
Pelo contrário. Isso muito dificilmente vai acontecer em nenhum estabelecimento sério que opere na legalidade, com nota fiscal e tudo mais. Diria que é praticamente impossível.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u25942.shtml

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/noticia/2014/09/16/tvs-roubadas-em-minas-gerais-eram-vendidas-em-lojas-do-grande-recife-145896.php



RafaZ

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Resposta #11 Online: 19 de Setembro de 2014, 13:42:16
Não me surpreenderia em algum momento surgir uma notícia que um grande/famoso varejista da vida vende algo proveniente de roubo de cargas. Tipo... ninguém é inocente, e é comum grandes empresas praticarem pequenos crimes (ou grandes) para lucrar. Basta ver o caso de bancos e operadoras de telefonia.

O controle da procedencia dos produtos pode ser feito por números de série. Mas até ai, alguém sabe se há tipo um manifesto de uma transportadora com todos os números de série de todas as mercadorias que uma carreta transporta?

Outra coisa, peguei umas 2 notas fiscais aqui de produtos diversos, e, em nenhuma delas vi o número de série dos produtos.

Ou seja, se vc compra uma Nikon D800 numa loja firmeza (FastShop por exemplo), daria pra saber, pelo número de série dela, de onde a camera veio?

Aparentemente só os fabricantes (e alguns entusiastas e sites) mantêm um banco de dados dos seriais dos produtos.

Esse papinho das assistências técnicas parece furada... só poderia ser verdade se o transportador e a Receita tivessem controle de número de série de tudo que circula pelo país (e fora).

E tem mais... legislação tributária é uma coisa, contábil é outra, penal é outra. Não há uma conexão entre as leis, e nem entre os sistemas. Tipo... vc traz um laptop dos EUA e paga impostos... lindo, vc tá OK de acordo com a legislação tributária do país... mas se vc quiser incorporar o equipamento ao patrimônio da sua empresa, o documento fiscal da aduana não serve para fins contábeis (sem alguma manobra).

Quanto ao comércio, há várias razões para compor os preços, não apenas a origem dos produtos.

Um comércio pode ter um enquadramento tributário, dependendo da natureza, tipo de produtos e porte da empresa, que pode ter um peso enorme no valor final dos produtos. Varia muito a carga tributária, eu estava conversando com o dono da Chromur (loja famosa de SP, na rua Conselheiro Crispiniano), que mudou de nome... o Sr. disse que a Chromur, do jeito que era, estava pra quebrar, ele chegava a pagar mais de R$ 40mil por mês de impostos e agora, paga menos de R$ 10mil. É evidente que isso tem um impacto enorme no valor dos produtos vendidos. É óbvio que uma loja optante pelo Simples vai ter como vender produtos mais baratos que um comércio "normal", fora outras variáveis.

E ainda tem o MEI... digamos que o dono do stand seja MEI... ai ele não paga nada. Claro, tá confinado a vender até R$ 5mil por mês com nota (nesse caso, vender com nota é opcional, dentro da lei), mas não paga nada de imposto, nem tem controle contábil do governo. E não precisa, a priori (caso não haja fiscalização), provar a procedência da mercadoria. A nossa legislação permite, tecnicamente, que um cara desses te venda um produto contrabandeado, de maneira legal (com nota e tal), inclusive dando a possibilidade de vc usar a garantia do fabricante. Claro que, é provável que num futuro breve o governo dê um jeito nisso, na hora que começar a afetar a economia ou alguém reclamar.

Disse tudo  :ok: :clap:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u25942.shtml

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/noticia/2014/09/16/tvs-roubadas-em-minas-gerais-eram-vendidas-em-lojas-do-grande-recife-145896.php

Pois é...
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Resposta #12 Online: 19 de Setembro de 2014, 14:16:05
Só uma observação:
Produtos 100% confiáveis, só nas lojas OFICIAIS e citados no site OFICIAL do fabricante.
Por exemplo a Canon disponibiliza os pontos de vendas OFICIAIS e que emitem a nota fiscal OFICIAL e garantia OFICIAL da marca.

Não adianta pensar que site "x" e loja "y" que não estão na lista da Canon, são diferentes dos xing-lings. Mesmo que tenham um CNPJ, se não comprou de forma OFICIAL, não pode ser considerado seguro.

Quem aqui pagou R$ 15 mil numa 6D adquirido oficialmente? Ou R$ 4 mil numa T3i? Se não pagou isso, não pode falar muito dos xing-lings...


Mike Castro

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Resposta #13 Online: 19 de Setembro de 2014, 16:33:44
Quem aqui pagou R$ 15 mil numa 6D adquirido oficialmente? Ou R$ 4 mil numa T3i? Se não pagou isso, não pode falar muito dos xing-lings...

 :clap: :clap: :clap:



ALEXFIGUEIREDO

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Resposta #14 Online: 19 de Setembro de 2014, 16:34:18

Quem aqui pagou R$ 15 mil numa 6D adquirido oficialmente? Ou R$ 4 mil numa T3i? Se não pagou isso, não pode falar muito dos xing-lings...

Pois é  :assobi:
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