Autor Tópico: Jared Polin "abre o jogo" e conta quanto ele fatura, só do Youtube  (Lida 895 vezes)

Ernesto

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Jared Polin "abre o jogo" e conta quanto ele fatura, só do Youtube

(É um começo. Ele ainda não conta quanto ele ganha das empresas para fazer propaganda)

« Última modificação: 04 de Fevereiro de 2021, 06:10:24 por Ernesto »
#DeFérias #Curtindo a R6


YP

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Resposta #1 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 08:23:40
Quanto ganha?  :D


Hansgruber

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Resposta #2 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 09:26:30
Quanto ganha?  :D
Em 10 anos, 1 milhão de dólares brutos.

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YP

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Resposta #3 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 10:25:39
Em 10 anos, 1 milhão de dólares brutos.

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Nada mal  :ok:


Di Torres

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Resposta #4 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 10:35:12
Em 10 anos, 1 milhão de dólares brutos.

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Isso só no adsense do YouTube, ou seja, daqueles anúncios do YouTube que aparecem nos vídeos.
Pelo que conheço desse tipo de modelo de negócio, esse é o menor retorno que você tem.
Um canal utilizando seguimentos patrocinados, como o Jared faz do Squarespace, mais venda de produtos próprios como os presets e camisas que o Jared vende, e mais links de compra com comissão, como o Jared faz com links de afiliado da Amazon, essa grana do adsense não chega nem a 15% do seu lucro.

Desses 1 milhão de adsense ele lucrou uns 600 mil, eu chutaria que contando tudo que dá dinheiro ele deve ter feito cerca de 6 milhões brutos nesses 10 anos.
« Última modificação: 04 de Fevereiro de 2021, 10:41:48 por Di Torres »


Hansgruber

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Resposta #5 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 10:42:45
Além disso, ele confirmou: Review, é o que mais dá view.

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« Última modificação: 04 de Fevereiro de 2021, 10:43:09 por Hansgruber »
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Di Torres

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Resposta #6 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 10:49:14
Além disso, ele confirmou: Review, é o que mais dá view.

No caso dele, que já construiu uma base de seguidores que se interessa por isso.

Mas se você for pegar os vídeos mais populares de fotografia e vídeo no YouTube, nenhum vai ser de review.
Geralmente os mais populares são sobre assuntos não tão específicos, como truques pra se fazer com celular, projetos interessantes/diferentes que impressionam até quem não é da área, etc.

Quando você tem uma base de seguidores interessada num assunto, se você tenta sair desse nicho seu desempenho cai bruscamente, pois aquela base pode não ter interesse no novo modelo, o que pode fazer com que eles não cliquem no vídeo ou não assistam muito ele, o que faz o algorítimo do YouTube entender que não foi um bom vídeo e ele para de divulgar, quando na verdade ele só foi apresentado para o público errado por ele assumir que seria o mesmo tipo de vídeo que você sempre faz. Por isso muitos escolhem fazer canais diferentes para fazer conteúdos diferentes, mesmo que os conteúdos sejam sobre o mesmo assunto geral, mas com abordagem diferente.
« Última modificação: 04 de Fevereiro de 2021, 11:01:01 por Di Torres »


felipemendes

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Resposta #7 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 18:46:23
Eu fico me perguntando qual seria a motivação pra um cara desses falar mal de um equipamento. Na hipótese de o cara ganhar da marca pra falar bem, a recíproca deve ser verdadeira, deixa de ganhar se falar mal. Ainda nessa hipótese, se o cara fala mal, qual seria a chance de a marca pagar no futuro pra falar bem? Pode ser também que o cara, ao ganhar de uma marca, esteja impedido de falar bem das outras. Ou impedido de falar bem de uma delas, mas esteja livre pra elogiar as outras.

Claro que a hipótese pode ser também que o equipamento não é (tão) bom (quanto a concorrência). Por vezes o cara fala "pro meu uso, a câmera X não é tão boa", o que torna as coisas mais fáceis: basta procurar outra pessoa que tenha uso similar ao que queremos dar ao equipamento.

Pelo critério da Lâmina de Occam, uma explicação que depende de poucos fatores pra ser explicada tem maior chance de estar certa do que uma explicação cheia de fatores - isso se aplica tanto aqui quanto na maioria das teorias conspiratórias, sem querer dizer que estamos diante de uma neste tópico. Se as mesmas pessoas já falaram bem de uma marca no passado e agora falam mal, me parece que há uma grande chance de o equipamento não ser tão bom - pelo menos pro uso dessas pessoas, que também se protegem de dizer verdades absolutas com as palavrinhas "pro meu uso", "na minha opinião", etc.
« Última modificação: 04 de Fevereiro de 2021, 18:49:22 por felipemendes »


Di Torres

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Resposta #8 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 19:11:24
Eu fico me perguntando qual seria a motivação pra um cara desses falar mal de um equipamento. Na hipótese de o cara ganhar da marca pra falar bem, a recíproca deve ser verdadeira, deixa de ganhar se falar mal. Ainda nessa hipótese, se o cara fala mal, qual seria a chance de a marca pagar no futuro pra falar bem? Pode ser também que o cara, ao ganhar de uma marca, esteja impedido de falar bem das outras. Ou impedido de falar bem de uma delas, mas esteja livre pra elogiar as outras.

Jared não recebe de nenhuma marca de câmera, assim como outros como Tony & Chelsea.

Fazem isso por opção justamente para não ficarem com o rabo preso.

YouTube é a primeira mídia em que isso é possível, inclusive. Ou pelo menos muito mais comum.
Até então contávamos com TV e mídia impressa que eram abarrotados de matérias pagas disfarçadas de opinião, por serem mídias caras e de difícil acesso.


felipemendes

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Resposta #9 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 20:32:55
YouTube é a primeira mídia em que isso é possível, inclusive. Ou pelo menos muito mais comum.
Até então contávamos com TV e mídia impressa que eram abarrotados de matérias pagas disfarçadas de opinião, por serem mídias caras e de difícil acesso.

Sim. Com as mídias sociais, há muito conteúdo de opinião. O que é um problema que veio pra ficar. Não sei se o pessoal no Brasil soube (eu soube enquanto ainda morava no Brasil) que um belo dia a Oprah Winfrey resolveu falar que hambúrguer era perigoso. Foi um fuzuê, produtor de carne  processando a apresentadora por emitir a opinião dela. No final, ela ganhou.

Depois, com o advento das mídias sociais, qualquer um, inclusive o idiota da aldeia, ganhou projeção global. Muitos não são idiotas, mas pelo número de seguidores, têm suas opiniões ouvidas por muitas pessoas, mesmo sendo pessoas comuns, como nós aqui.

É um sistema melhor que a grande mídia com sua agenda com viés? Não sei. Por enquanto, os idiotas da aldeia nos fizeram voltar ao tempo anti-vacina, ao terraplanismo, ao ostracismo (cancelamento) e outros fenômenos. Se por um lado é possível obter conteúdo mais informativo que na grande mídia, também é fácil perder-se em delírios. E pior ainda, é difícil saber o quê é o quê.
« Última modificação: 04 de Fevereiro de 2021, 20:33:39 por felipemendes »


Lindsay

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Resposta #10 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 20:59:28
O problema em minha opinião é que existe gado, e o gado deseja ouvir opiniões de um jeito que possa afirmar aquilo em que acredita. Isso está na raiz social do ser humano.

Concordo com o Ernesto, essas pessoas fazem campanha para denegrir, mesmo que a intenção possa parecer que não é essa.
 
Conhecimento importa mais que equipamento.


felipemendes

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Resposta #11 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 22:38:57
O problema em minha opinião é que existe gado, e o gado deseja ouvir opiniões de um jeito que possa afirmar aquilo em que acredita. Isso está na raiz social do ser humano.

Concordo com o Ernesto, essas pessoas fazem campanha para denegrir, mesmo que a intenção possa parecer que não é essa.

Quanto ao viés de confirmação, é verdade. O ser humano é assim, e isso serviu pra garantir a sobrevivência dos humanos primitivos. Quando um gritava "leão!", todo mundo corria, com exceção dos céticos. Esses, pelo jeito, não viviam o suficiente pra se reproduzir...

Mas quanto ao "denegrir" (palavra francamente em desuso), é opinião contrária a de quem está desabonando. É opinião de qualquer forma. Só que, como eu disse lá em cima, é desigual quando um fala pra dezenas de milhares e a outra fala pra meia-dúzia.



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« Última modificação: 04 de Fevereiro de 2021, 22:40:19 por felipemendes »


Lindsay

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Resposta #12 Online: 04 de Fevereiro de 2021, 23:11:15
Mas quanto ao "denegrir" (palavra francamente em desuso), é opinião contrária a de quem está desabonando. É opinião de qualquer forma. Só que, como eu disse lá em cima, é desigual quando um fala pra dezenas de milhares e a outra fala pra meia-dúzia.

Sim é só opinião, e tem o problema do local de fala, pq não existe verdade absoluta, e o gado em vários níveis de conhecimento do assunto, faz a interpretação daquela opinião. Tem uma questão ética nesta relação entre o analista e a diversidade do espectador.
Conhecimento importa mais que equipamento.


felipemendes

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Resposta #13 Online: 05 de Fevereiro de 2021, 00:42:01
Sim é só opinião, e tem o problema do local de fala, pq não existe verdade absoluta, e o gado em vários níveis de conhecimento do assunto, faz a interpretação daquela opinião. Tem uma questão ética nesta relação entre o analista e a diversidade do espectador.

Voltamos ao ponto que estava sendo discutido mais acima. Ética é uma coisa bem complicada. No imperativo categórico da ética kantiana, devemos sempre agir de modo a podermos desejar que a regra a partir da qual agimos se transforme numa lei geral. Quando se fala em grande mídia, há pelo menos uma aparência disso. Na mídia social, isso é praticamente impossível, pois o que um deseja que se transforme em lei geral pode ser diametralmente oposto ao que outro pensa. A grande mídia, pelo menos, trabalha sob regras comuns, mais ou menos estabelecidas. Gostemos ou não destas regras.


Lindsay

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Resposta #14 Online: 05 de Fevereiro de 2021, 01:27:26
...
"No imperativo categórico da ética kantiana, devemos sempre agir de modo a podermos desejar que a regra a partir da qual agimos se transforme numa lei geral...".

Então Felipe, mas não é esse o ponto ao que me refiro, claro que rede social é bem peculiar, mas eu só queria que vc associasse a questão do lugar de fala, com a diversidade do espectador. A ética do "lugar de fala". O cara não deveria tomar para si a verdade, baseada em sua própria opinião pratica/conceitual, desprezando a diversidade do consumidor. A busca pelo melhor é relativa.
Veja, não tenho a intenção de ficar discutindo conceitos, respondo aqui tentando apenas esclarecer ao que me refiro.

 :ok:
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