Autor Tópico: Alguém indica algum material de apoio p/ uso de fotômetro flash meter?  (Lida 451 vezes)

fernandoomi

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Tenho um Sekonic L308b, mas como aprendi fotografia depois da era do filme, eu diria que "faltei na aula do flash meter" rs, então acho que não uso todo o potencial que existe.

Tá bom, o básico eu sei usar: faço as leituras, meço as relações de contraste (coisas simples tipo assunto e fundo), consigo entender se tenho que acrescentar ou diminuir paragens luz, mas o que me falta são os macetes.
Vejo no Youtube o Fernando Bagnola  que é a pessoa que mais se posiciona a favor do uso do equipamento. No entanto, sinto que ele peca muito em objetividade, sendo que todos os vídeos que ele posta nunca tem um índice ou uma didática tipo começo-meio-fim e revisão.

Eu sei que o flash meter trabalha diretamente com sistema de zonas, mas ainda não peguei os macetes do tal do "X", X/2, X/4. Também ainda não descobri como usar o flash meter para achar reflexos indesejados. Será que tem macete ou estou muito iludido em achar que uma maquininha irá resolver todos os problemas da fotografia?
Alguma indicação de como usar pecinha? pode ser gringo mesmo que me viro com o inglês.
@NANDOBELMONTE

6D, M50, Viltrox Speedbooster; Laowa 15mm f4 Shift, 17-40 f4L, 24-105 f4L, 70-200 f4L, 50mm f1.4, 100mm f2.8L Macro, Teleconversor Kenko Tele Plus 2X, Sony A6000


rapheal dowry

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Resposta #1 Online: 10 de Novembro de 2021, 11:48:34
Os espectros da lâmpada medidos com um espectrorradiômetro produzem a distribuição de potência espectral física. No caso de alguém querer medir a eficácia de uma lâmpada para um determinado processo fotoquímico ou fotobiológico, pode-se aplicar um chamado espectro de ação como uma função de ponderação espectral sobre o espectro físico. Se o fenômeno de interesse for, e. visão humana, então a curva de resposta espectral do olho humano é aplicada como uma função de ponderação e o resultado é expresso em LUX. Por definição, um bom luxímetro, portanto, NÃO PODE ver a luz infravermelha ou ultravioleta, porque um bom luxímetro apenas responde à luz visível. Um medidor para PAR considera fortemente as regiões espectrais que contribuem para a fotossíntese e desconsidera o resto. Um dermatologista que deseja dosar terapia UV usa um radiômetro com o espectro de ação eritema padrão, etc.
Com um espectrorradiômetro bem calibrado e uma biblioteca de espectros de ação específicos, pode-se derivar todas essas respostas específicas como LUX, PAR, eritema, etc. Infelizmente, um bom espectrorradiômetro é caro, razão pela qual existem muitos medidores portáteis de campo usando uma banda larga detector em combinação com filtros espectrais para moldar as várias curvas de resposta desejadas para vários fins. Contanto que se use a sonda de luz certa para o propósito certo, essa é uma abordagem muito prática no uso de rotina diária.
Dentro da série EN 12455 de padrões, informações bastante detalhadas podem ser encontradas sobre como realizar medições de exposição óptica confiáveis ​​para processos fotobiológicos específicos. E para iniciantes, eu recomendo baixar o excelente (e gratuito) Light Measurement Handbook de Alex Ryer.