Autor Tópico: Reviravolta na Leica  (Lida 2076 vezes)

Georges

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Online: 12 de Maio de 2005, 18:55:58
“Agora que a corrida pelo maior pixel terminou, fatores como qualidade óptica estão ganhando importância no mundo digital” - Fur-chheim, porta-voz da Leica.
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/400/.../leica_foco.htm

Só deu medo a declaração do grupo Hermés, de que a Leica poderia abandonar as digitais e ficar com as máquinas de filme... Mas com certeza já se arrependeram de ter dito isso :)
Georges Lemos
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Ivan de Almeida

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Resposta #1 Online: 12 de Maio de 2005, 19:20:22
Georges:

A corrida por mp não acabou absolutamente. Acabará lá pelos 16mp em sensor grande. Para ter isso nas câmeras que podemos comprar ainda vai demorar uns três ou cinco anos.

Quanto à Leica, hoje mesmo saiu uma nota dela dizendo ter adiado por alguns dias o lançamento de um back digital para algumas de suas câmeras com 10mp. Veja que esse back já tem inclusive vendas feitas.

Ivan


Danilo

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Resposta #2 Online: 12 de Maio de 2005, 20:00:03
Concordo com o Ivan.

Esse dias quando fotografava com um grupo na Liberdade, vi um senhor fotografando com uma Digilux. Fui lá perguntar para ver se era mesmo e ele me confirmou. Nunca pensei que veria alguma um dia, pois achei que não tinha mercado, mas me enganei. Com certeza os puristas se interessam.

O bom é que no meio de mil D70's, Rebel's, 10D's, etc... ninguém nem dava atenção para a Leica. rs

Coisas de Cartier-Bresson. :)


FernandoPaes

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Resposta #3 Online: 12 de Maio de 2005, 20:02:07
Eh Danilo, o pessoal das antigas não é tão agitado com o consumismo. Foca numa marca e trabalha com ela.... Muitos por toda vida.

Dificilmente voce verá um jovem usando Leica! A não ser que seja do pai!

Abraço,
Fernando
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Ivan de Almeida

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Resposta #4 Online: 12 de Maio de 2005, 20:30:10
Discordo, Fernando.

Verá sim, desde que consiga comprá-la. Comprar uma Canon EOS de filme é barato, comprar uma Leica é uma grana, e para elas as lentes custam outras fortunas.

Exceto as Voightlanders-Cosinas, as rangefinders novas são muito caras, mas são fabricadas pela Leica, pela Nikon, pela Minolta, e são todas em preços que começam em 3000 dólares.

Não são câmeras populares, e não sendo não são muito encontradiças. Mês passado fui ao Jardim Botânico e no orquidário tinha alguém com uma... Leica. Pessoa da faixa dos 30 anos talvez.



 


GRM

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Resposta #5 Online: 12 de Maio de 2005, 20:56:14
Concordo com o Ivan. Meu avô nunca usou Leica, mesmo assim um dos meus objetos de consumo é uma rangefinder. O problema como dito acima é que você desanima quando começa a olhar os preços. Fernando, dê uma espiada na seção rangefinders da B&H, é complicado, desanima. No Mercado Livre é possível encontrar algumas, mas em geral é bem caro tbm. O Ebay seria o melhor lugar para comprar, mas sei de cada caso da pessoa nunca ter recebido, importação direta já é um pouco arriscado, para coisas caras então...
« Última modificação: 12 de Maio de 2005, 20:56:46 por Guss »
Nikon/Panasonic Gear


Danilo

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Resposta #6 Online: 12 de Maio de 2005, 21:03:15
Como eu disse, só vejo na mão de puristas.


Georges

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Resposta #7 Online: 13 de Maio de 2005, 01:11:24
Ah Danilo, se eu tivesse grana, acho que até consideraria fortemente uma Digilux... Talvez realmente a Matsushita tenha um longo caminho pra que sua tecnologia "case" melhor com o conceito da Leica, mas quanto ao preço, não sei não... Uma boa reflex com uma única boa lente pode passar fácil dos 3.000 dólares, enquanto a Digilux tá 1.500 dólares na B&H (que é uma loja cara). Lógico, ainda assim o cara pode comprar uma SLR mais em conta, como a 300D, e lentes mais simples, e ter um conjunto mais versátil pelo mesmo preço... Mas a meu ver há mercado adicional pra Digilux sim, não é algo restrito aos puristas. Só que de qualquer forma, é pra gente que tenha grana, disso não tenho dúvidas...
Georges Lemos
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talesp

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Resposta #8 Online: 13 de Maio de 2005, 02:44:17
Bom, me aprofundando um pouco mais na fotografia, surgiu uma pontinha de interesse numa Leica, mas até agora pela sua otica, não por ser rangefinder. Isso porque eu nunca usei uma, então não faço a menos idéia de como eu me sairia com ela. Mas pelo que pesquisei até agora, parece que é um pouco mais complicado usar uma rangefinder. Isso é verdade? Alguem aqui usa ou já usou uma?

E a qualidade das fotos, podemos dizer que uma rangefinder das mais fraquinhas é superior ,  equivalente ou inferior a uma SLR com lentes boas, no mesmo valor investido?

O que quero dizer é: digamos que a rangefinder (independente de ser Leica) custe US$3000. Agora comparamos com uma SLR analogica de US$ (acredito ser o preço de uma excelente SLR de filme), mais os US$2500 em lente. Qual seria melhor. Tá, sei que é uma comparação meio: quem é melhor, um samurai ou um cavaleiro medieval? Cada uma tem suas vantagens e desvantagens em seus respectivos focos de mercado.

Isso porque é essa imagem que uma rangefinder me passa: uma camera não para amadores com fotos de festa de familia nos fins de semana, mas fotos profissionais, de profissionais que optaram pela leveza de uma rangefinder, já que uma SLR equivalente sairia muito mais pesada.

Agora: se quando foi criada, a Leica virou febre e todo mundo tinha uma, por que ela encaresseu tanto?

Ps.: os valores acima foram no chutometro, não pesquisei nada sobre isso :P
Tales Pinheiro de Andrade
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Ivan de Almeida

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Resposta #9 Online: 13 de Maio de 2005, 09:52:11
Talesp. George, Guss e demais:

A rangefinder tem três vantagens em realação ás reflex (e desvantagens também). 1) É menor e mais discreta, permitindo um tipo de fotografia de contextos humanos em que o fotografado fica menos contrangido; 2) Por não ter espelo suas óticas podem usar projetos onde a face interna da lente fique mais próxima do filme, o que é especialmente bom para grande angulares; 3) por não ter espelho tremem menos na hora do disparo. O disparo de uma rangefinder é especialmente suave, e o de uma Leica é lendariamente silencioso e sem vibrações, então em uma mão bem educada permitem velocidades baixas com ótimo resultado.

A rangefinder ter desvantagens em relação à reflex: o uso de teles nelas é penosíssimo, pois gera erros de paralaxa. 2) por não se enxergar através da lente, o uso de lentes variáveis é proibitivo 3) você não vê o quadro exato da foto, embora tenha referências dele como um retcorte da imagem do visor delimitado por linhas claras quando a câmera tem correção de paralaxe.

As lentes de mesmo preço são melhores em geral numa rangefinder que numa reflex, pois possuem projetos impossíveis numa reflex. Como as lentes de uma rangefinder são todas prime, uma lente prime de 1500 dólares é evidentemente luxuosa se comparada com uma lente variável de 1500 dólares.

Ao contrário do que o George diz, a Digilux II não é uma rangefinder. Ela é uma prosumer cara, com CCD de 2/3 e EVF. Só parece uma rangefinder, mas não é. A única rangefinder digital é a Epson RD-1 com o mesmo tipo de CCD das reflex (APS) montado em um corpo de uma Voigthlander-Consina com finder com correção de p0aralaxe e marcas para três ou quatro comprimentos focais diferentes.

Rangefinders são para quem gosta de cãmeras mecãnicas. Elas custam o que custa uma excelente SLR, mas não têm automatismo algum, e só algumas poucas muito recentes (Acho que as Contax modernas) têm autofoco e só recentemente começaram a aparecer as com fotômetro TTL. O autofoco contraria o concentio de rangefinder, pois o interessante do telêmetro é sua precisão.

Para se ter uma rangefinder de preço médio, a saída são os corpos Voighlanders. A Cosina fabrica esses corpos para o mout Leica tradicional, para o mount Contax clássico, para o mount Nikon clássico, etc. Além disso fabrica as lentes Heliar cujos comprimeitos focais chegam a 11mm (não é olho de peixe).

Minha alternativa quando quei ter novamente uma câmera de filme foi comprar uma rangefinder usada russa, pois é como comprar uma Contax III sem gastar a fortuna que custam, pois são exatamente iguais, fabricadas com o mesmo projeto e inicialmente com as mesmas máquinas e técnicos. Comprei uma Kiev VI e tenho três lentes Jupiter, que são também clones exatos das clássicas Zeiss Sonnar e Biogon. Esse conjunto me custou cerca de 180 dólares, e a ótica que tenho nela me custaria uma pequena fortuna ter em outro conjunto. A 50mm é simplesmente deliciosa, a 35mm é nítida ao extremos e com distorção quase nenhuma, e com a 85mm eu tenho lutado um pouco pois ainda não consegui dominar os erros de paralaxe, mas é uma lente excelente, f2 com um diafragma de 15 pétalas. Está faltando eu dedicar-me a fazer um filme inteiro com ela para pegar a manha.

O que eu gostaria de ter hoje? Um corpo Voightlander com mount Contax clássico para poder nele montar minhas lentes. Custa 400 dólares no Sthepen Gandy Camera Quest.

Sem que isso me impeça de namorar também uma câmera SLR mecânica.

Particularmente penso que uma montagem rangefinder verdaeira, com correção de paralaxe e telêmetro se adequa muito bem à fotografia digital. Tenho dito aqui várias vezes que não entendo esse amor por aquele espelho oscilante e por câmeras "vitaminadas" em tamanho. A câmera deve ter boa pega, não tamanho.

Ivan


Danilo

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Resposta #10 Online: 13 de Maio de 2005, 13:21:44
Georges,

Eu digo isso porque uma digilux é mais ou menos o preço de uma 20D, quem hoje optaria pela Leica em vez da Canon? Um purista. E não estou estabelecendo idades nisso. Conheço caras com 25 e poucos anos com uma coleção de Leicas e senhores com uma MKII. Isso vai de cada um.

Acima de tudo é preciso ter dinheiro sim, mas se você quiser trabalhar com fotografia, comprar uma Digilux em vez da 20D é uma escolha estranha. Imagina comprar lentes, teles, acessórios...

Dificilmente alguém vai ficar em dúvida da D70s, XT, 20D, 7D e uma Digilux.  :)

abraço


rineves

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Resposta #11 Online: 13 de Maio de 2005, 23:59:54
Será que o "sumiço" das panasonics do mercado tem relação com isso?
[ ]´s


Georges

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Resposta #12 Online: 14 de Maio de 2005, 19:57:15
Danilo, mas olha isso aqui:
http://www.infinitycameras.com/viewitem.php?IndexID=6069

É a mesma Digilux, só que com o corpo um pouco mais simples, e o logotipo da Panasonic em vez de Leica. Mas é a mesmíssima câmera, 679 dólares. Nem o corpo da Rebel dá pra comprar com essa grana... Nesse contexto (pra quem mora lá nos EUA), vale a pena. Já pra gente...
Georges Lemos
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Ivan de Almeida

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Resposta #13 Online: 14 de Maio de 2005, 20:41:57
George:

O preço está maravilhoso, mesmo consideradno tratar-se de uma câmera de 5mp com sensor 2/3.

Sem dúvida é uma câmera excelente.

Mas não é uma rangefinder e sim uma prosumer, isto é, tem construção e funções de qualidade, mas não tem finder com telêmetro e sim um EVF, e não troca as lentes.

Ivan


Ivan de Almeida

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Resposta #14 Online: 15 de Maio de 2005, 08:59:04
LEICA DIGITAL-MODUL-R in preparation
Cooperation with Imacon A/S and Kodak ISS for
digital components in the Leica R System




At the Photokina 2004 photographic trade show in Cologne, Germany, Leica Camera AG of Solms, Germany, is going to present a digital solution for the Leica single lens reflex system: the LEICA DIGITAL-MODUL-R. This new MODUL is being developed in cooperation with the Danish firm Imacon A/S and the Kodak Image Sensor Solutions (ISS) division. The LEICA DIGITAL-MODUL-R is a digital camera back designed to fit regular production LEICA R8 and R9 cameras. Because the two cameras are already designed to function with digital solutions, the new digital back will communicate with the camera’s controls, thus integrating seamlessly with the uncomplicated operation of the camera.

Core technical data plans call for a resolution of 10 million pixels (10 megapixels), image storage on SD cards, the use of a firewire interface and a low focal length extension factor of 1.37x. The LEICA DIGITAL-MODUL-R will consist of a digital back and a power supply unit. Available as an accessory, the compact MODUL can be attached to the camera quickly and easily. LEICA R8 and R9 cameras will thus become the world’s very first hybrid 35 mm cameras that can be used optionally for digital or analog photography. All the Leica R high-performance lenses can also be used for digital photography.

“Progress in sensor technology and image processing now makes it possible for us to offer a perfected digital solution at the level of quality that we demand. In keeping with a long established Leica tradition, we are offering a solution that does not depart from the system, but one that also constitutes a harmonious expansion for existing clients”, explains Stefan Daniel, manager of the System Products business unit. With Imacon A/S and Kodak ISS we have gained competent partners whose know-how in digital photography is relevant for the development of the LEICA DIGITAL-MODUL-R.”

With the development of this accessory, having introduced the LEICA R9 at Photokina 2002, and combined with additional lens innovations, Leica Camera AG reasserts its commitment to the high-grade single lens reflex segment. “To us, the image is the primary consideration”, emphasizes the chief executive officer of Leica Camera AG Hanns-Peter Cohn. “The Leica R system stands for the very best optical quality and creative freedom. With the LEICA DIGITAL-MODUL-R, this now applies to its application in digital photography as well”, adds Mr. Cohn. In the development of the LEICA DIGITAL-MODUL-R, the camera designers in Solms applied the same quality standards for imaging performance, mechanical precision and handling that were used for the cameras themselves. The software and the control of the digital back will be developed and produced by Imacon, based on the profile of Leica requirements. Over the years, the Danish partner has accumulated extensive experience in the field of professional digital photography and high-end scanners.

The sensor The image sensor will consist of a 10 million pixel CCD sensor that is being developed and produced by Kodak ISS especially for the LEICA DIGITALMODUL-R. The integration of the sensor into an existing camera concept requires that the sensor and its housing be positioned at the film gate of the LEICA R8 or R9 camera. That is why the active surface of the sensor is smaller than the area of the film gate. We succeeded in limiting the resulting focal length extension factor to a modest 1.37x. The pixels on the surface of the sensor, which measure 6.8 µm, were optimized for the stringent requirements of digital still camera applications. The effective imaging area of the sensors measures 26.4 x 17.6 mm and it encompasses 10 million picture elements. The range of sensitivity is to extend from ISO 100 to at least ISO 800. “Kodak selected this pixel structure and a special sensor solution in order to satisfy the high demands of photo enthusiasts regarding resolution, sensitivity and dynamic range”, comments Helen Titus, worldwide marketing manager for Kodak Image Sensor Solutions in Rochester, NY. “The pictorial results will meet the high quality standards that the market expects of Leica cameras and also of Kodak sensors”.

Operating concept In addition to the quality of the resulting picture, the most important objective in the development of the LEICA DIGITAL-MODUL-R is to provide the photographer with a solution that is as compact as possible, with a logical operating procedure. This means that the settings that are relevant for the exposure are easy to control by means of a clearly legible display and a setting dial, without having to use the menu guide on the color monitor. The functions that can be controlled directly by the photographer are, for example: the sensitivity setting, resolution, compression, white balance, self-timer, and exposure corrections (over-ride). The menu functions on the color monitor serve primarily for the configuration of the LEICA DIGITAL-MODUL-R, such as setting the user profile, color management, or brightness and contrast of the color monitor.

Because of the functions that can be controlled directly during a picture-taking session by means of the setting dial, the content of the menu is minimal and it provides a clear overview. Color monitor The color monitor on the digital back is used for evaluating the images stored after the exposures: A histogram furnishes detailed information about the dynamics of the photograph, thus providing the possibility of a differentiated analysis of the pictorial result. An audio histogram signals over- and under-exposures acoustically: The photographer is assured of correct exposures while working continuously, without having to move the camera away from the eye.

Power will be supplied by a lithium-ion battery that is being developed especially for the LEICA DIGITAL-MODUL-R. The dimensions of the camera with an attached LEICA DIGITAL-MODUL-R and its power unit are similar to those of a LEICA R8 / R9 with an attached Motor-Drive R. This is approximately equivalent to (width x height x depth) 158 x 140 x 89 millimeters (6 ¼ x 5 ½ x 3 ½ inches).

The planned non-binding price recommendation for the LEICA DIGITAL-MODULE-R in Germany is to 4,500 Euro.