Autor Tópico: [COMPOSIÇÃO] Enquadramento na diagonal  (Lida 8083 vezes)

Kika Salem

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Online: 29 de Abril de 2009, 01:26:49
Postei esse dúvida há tempos atrás na galeria, mas lá, além da resposta do nosso colega Chello, a indagação não encontrou ressonância.
http://forum.mundofotografico.com.br/index.php?topic=27538.msg261692#msg261692

Hoje, a partir de um comentário do Elmo num tópico de fotografia de casamento, a dúvida voltou à tona.
http://forum.mundofotografico.com.br/index.php?topic=32034.msg302671#new

Então vamos direto ao assunto. A dúvida refere-se a fotos como esta, independente do assunto:



(Só pra explicar, essa foto eu tirei porque desejava mostrar o ritmo das hastes dos violões. É meio resultado do término da leitura daquele livro sobre composição que informalmente resenhei aqui).

Como leiga no assunto "composição", embora curiosa, considero esse tipo de enquadramento - tomei minha foto como exemplo para não ofender ninguém - uma fórmula facilitada para desequilibrar (no sentido literal) a construção da cena e, portanto, diferenciar-se dos enquadramentos tradicionais (outro ponto que tentei levantar, mas que não encontrei ressonância, mas deixo ele para um outro tópico).

Não sei se tem sentido no que vou dizer, mas a minha principal questão em torno desse tipo de enquadramento é que ele foi produzido por mim ao inclinar a câmera (recurso que considero fácil) e não foi resultado de uma busca por uma diagonal passível de ser explorada por mim na composição fotográfica (que seria um exercício de observação mais trabalhoso).

Então gostaria de saber se essa impressão tem algum fundamento ou se estou vendo chifre em cabeça de cavalo?

« Última modificação: 29 de Abril de 2009, 01:32:18 por Kika Salem »


ericom

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Resposta #1 Online: 29 de Abril de 2009, 02:47:58
Oi Kika. Nao sei se entendi direito a pergunta, mas vou tentar dar a minha opiniao a respeito - me corrija se eu fugir muito do assunto.

A verdade é que nao existem REGRAS de composiçao, porém existem tecnicas que podem deixar as fotos mais interessantes aos olhos do observador - as velhas tecnicas da regra dos terços, diagonais, S, leading lines, triangulos, bla bla bla. Tudo isso ajuda bastante a deixar a foto interessante, mas nao necessariamente uma foto nao vai ser boa se nao seguir as tais 'regras'. Embora um monte de gente procure receitas de como tirar foto boa, a verdade é que o mais importante é o olho do fotografo. Se todo mundo seguir as mesmas regras a risca, no final vamos ter um monte de foto relativamente boas, mas sem inspiraçao.

O meu ponto é que realmente nao importa se nao existiam diagonais 'naturais' ou se voce teve que criar a diagonal que estava procurando inclinando a camera. Voce tornou uma foto que seria só um registro do momento em uma foto de mais impacto por ter inclinado a camera - momento normal transformado em foto boa, essa é a essencia da fotografia.

Por sinal, vi o resto das suas fotos lá no outro tópico em achei bem legais - parabéns.

-erico


Leandro Federsoni

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Resposta #2 Online: 29 de Abril de 2009, 06:33:49
Kika,

Eu gosto de fotos que fogem do tradicional, eu não vejo problema algum em usar angulos em composição, pelo contrário, pode ser uma forma de atrair a atenção e ainda melhorar a cobertura.

É lógico que não podemos usar muito essa solução e principalmente numa sequencia muito grande, pode ficar incomodo.
« Última modificação: 29 de Abril de 2009, 06:36:12 por Leandro Federsoni »


Marcelo Favero

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Resposta #3 Online: 29 de Abril de 2009, 08:25:04
"ação positiva pela direção dos vetores, cena em movimento, visualizador em movimento, música ALEGRE (sem dúvida!), momento descontraído"

Então, isso é o que vejo na sua foto. Será que veria tudo isso se não tivesse inclinado a câmera? Poderia interpretar outras coisas, mas talvez não essas características.

Uso esse recurso e para mim, duas coisas são as únicas importantes: Quando fotografo para mim, gosto do resulado? Quando fotografo para clientes, eles gostam? Pra mim isso responde tudo. ;)

abçs
Marcelo dos Santos

Associado Fototech


Fransergio Paiva

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Resposta #4 Online: 29 de Abril de 2009, 09:11:21
Onde estou atualmente, alguns hosts como o flickr ficam bloqueados, portanto não estou vendo sua imagem agora.

Mas isto leva-me a ponderar sobre o tema sem ponderar sua foto, e acredito que isto seja bom.

Sou iniciante no assunto da fotografia social, mas já aprendi algumas coisas:

1o) adoro fotografia inclinada
2o) adoro fazer fotografia inclinada
3o) tem que ter um motovo, fora meu gosto pessoal, para faze-la.

Mais do que claro, o 3o item é o mais importante de todos.  Ao fazer composições em diagona, sempre "ganhamos" uma área "a mais" no fotograma.  E este "a mais" tem que ser bem usado incluindo elementos que tornem a fotografia em algo mais que um simples registro.

A mudança da perpectiva também é um fator importante.  Já vi fotos que parecem completamente diferentes ao inclinar o fotograma.  Um exemplo bacana está no livro de fotografia de casamento do Marcos Andreoni.

Agora, o quanto de fotos em diagonais tem que ter?? Não sei.. como ainda estou em fase de construção da minha linguagem, eu tento, sempre que possível fazer um foto "normal" e uma foto inclinada para que depois eu possa estuda-las.

Bem.. depois eu vejo sua foto e apresento minhas opiniões sobre ela.

 :ok:
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rafaelfrota

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Resposta #5 Online: 29 de Abril de 2009, 14:51:10
Kika

Uma das coisas mais importantes na fotografia, como em qualquer trabalho estetico-visual, é a pertinência. Todo tipo de valor de um objeto estético pode ser questionado, inclusive a composição. Porém, uma das coisas que menos tem variáveis é a pertinência do que você está fazendo.

Como qualquer produto de arte o que vai contar é o tipo de experiência que você quer que aquele trabalho tenha, mesmo que pra isso você ignore todo tipo de convenção. Eu vejo muitas análises comentando coisas como "cortou aqui", "seria melhor pra cá", e muitas vezes isso não atrapalha em nada a experiência da foto. Repito, tudo é a questão da pertinência. Se o que vc pretende é transmitir algo através da composição, há de se usar e abusar dos meios que vão tornar isso possível. Se a idéia é passar uma sensação cromática, a coisa muda de figura. Cada um usa o artificio necessário pra capturar uma determinada sensação.

Vamos colocar como exemplo a pintura. Leonardo da Vinci tinha um compromisso com a técnica(devido ao perfil social da época). Seus trabalhos tinham uma meticulosidade a respeito de composição e claro-escuro, ou seja, com o "desenho" em si.


Os impressionistas, por outro lado, tinham a preocupação com a luz e de como as cores se comportavam fisicamente. Esses trabalhos não são grande coisa em composição formal ou em desenho em si, mas são brilhantes na questão da cromia. Muitas coisas que se faziam pra conseguir esse efeito eram criticados, como "deixar o branco da tela aparecer", que era a sentença de morte da pintura clássica.



Os expressionistas, por sua vez, estavam preocupados com a essencia interior, com a s aflições da alma, com a - obvio - expressão. Muitos trabalhos expressionistas nem sequer têm composição, mas são perfeitos no que propõem.

[

O que quero dizer com tudo isso é que uma análise não pode se concentrar apenas em composição. As vezes, o que parece um "erro" é o que causa a sensação necessária. O ato de inclinar a camera só para desestabilizar a imagem é um recurso tão importante quanto qualquer outro tipo de regra clássica. Há quem goste e há quem não goste, mas isso não é importante. O importante mesmo é se ter um trabalho honesto e pertinente com o que se pretende.

Às vezes vejo pessoas tão preocupadas com o aspecto técnico da fotografia, com a questão do "certo e errado" que acabam pasteurizando suas próprias imagens e buscam fazer isso no dos outros. Não adianta olhar dos pormenores para o todo, afinal o todo é muito mais que a soma das partes.

Isso me faz lembrar um filme chamado "irreversível". Tecnicamente ele é todo errado: é todo de trás pra frente, a composição das cenas dá vertigem porque a câmera fica balançando o tempo todo, as imagens sao escuras e nem dá pra entender o que se passa. Quanto tem luz, ela é estroboscópica e dá sensação de epilepsia. Mas se fosse um filme tradicional, bonitinho, sem erros técnicos, não seria a maravilha que é. Muitos não gostam...mas é o preço a se pagar por sair da mesmice.

Fotografia, enquanto forma de arte, precisa mais de essência, de alma, do que de um punhado de receitas pra compor. E se você sente a necessidade de inclinar sua câmera, botar ela de cabeça pra baixo ou qualquer coisa, não há absolutamente nada nem ninguém que poderá dizer que você está errada. Tudo é questão de pertinência. E alguém não gostar não quer dizer que você esteja errada. Como disse Oscar Wilde: Quando os críticos divergem, o artista está de acordo consigo mesmo."



Leandro Federsoni

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Resposta #6 Online: 29 de Abril de 2009, 15:06:02
O que quero dizer com tudo isso é que uma análise não pode se concentrar apenas em composição. As vezes, o que parece um "erro" é o que causa a sensação necessária. O ato de inclinar a camera só para desestabilizar a imagem é um recurso tão importante quanto qualquer outro tipo de regra clássica. Há quem goste e há quem não goste, mas isso não é importante. O importante mesmo é se ter um trabalho honesto e pertinente com o que se pretende.

 :clap: :clap: :clap: :clap: :clap:


Fransergio Paiva

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Resposta #7 Online: 29 de Abril de 2009, 15:06:37
Nossa.. que aula.

 :clap: :clap:
Fransergio Paiva
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Kika Salem

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Resposta #8 Online: 29 de Abril de 2009, 15:09:43
Vô falar a verdade pro cês. Tem dias que esse fórum me desanima, tem outros que ele me surpreende. Hoje estou num dia de surpresa, dias atrás também. Primeiro deparei-me com um plano todo detalhado do Guto, que eu achei o máximo, além de me fornecer um roteiro de viagem incrível. Depois passei por aqui e deparei-me com a contribuição do Rafael, que me colocou a pensar um monte de coisa, aliás continuo pensando.

Em resumo, acho que minha implicância com as diagonais refere-se à repetição em massa sem utilizar o critério da pertinência.

Depois volto aqui para complementar as idéias e interagir com a participação de vocês.
« Última modificação: 29 de Abril de 2009, 19:55:37 por Kika Salem »


Formel

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Resposta #9 Online: 29 de Abril de 2009, 17:14:36
Realmente uma aula. E um excelente exemplo, esse filme é muito bom. Se vc olhar o making off dele irá notar que todos os "erros" são propositais. Esse filme tem efeito especial pacas, mas não dá nem para notar apenas assistindo, fora algumas cenas em que o uso de efeitos é óbvio.

[ ]s

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Guigo_Mr

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Resposta #10 Online: 29 de Abril de 2009, 18:25:44
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Alexandre Lourenço

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Resposta #11 Online: 29 de Abril de 2009, 20:08:06

 Como disse Oscar Wilde: Quando os críticos divergem, o artista está de acordo consigo mesmo."


 :clap: :clap:



Hudson

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Resposta #12 Online: 30 de Abril de 2009, 00:21:25
Kika

Uma das coisas mais importantes na fotografia, como em qualquer trabalho estetico-visual, é a pertinência. Todo tipo de valor de um objeto estético pode ser questionado, inclusive a composição. Porém, uma das coisas que menos tem variáveis é a pertinência do que você está fazendo.

Como qualquer produto de arte o que vai contar é o tipo de experiência que você quer que aquele trabalho tenha, mesmo que pra isso você ignore todo tipo de convenção. Eu vejo muitas análises comentando coisas como "cortou aqui", "seria melhor pra cá", e muitas vezes isso não atrapalha em nada a experiência da foto. Repito, tudo é a questão da pertinência. Se o que vc pretende é transmitir algo através da composição, há de se usar e abusar dos meios que vão tornar isso possível. Se a idéia é passar uma sensação cromática, a coisa muda de figura. Cada um usa o artificio necessário pra capturar uma determinada sensação.

Vamos colocar como exemplo a pintura. Leonardo da Vinci tinha um compromisso com a técnica(devido ao perfil social da época). Seus trabalhos tinham uma meticulosidade a respeito de composição e claro-escuro, ou seja, com o "desenho" em si.


Os impressionistas, por outro lado, tinham a preocupação com a luz e de como as cores se comportavam fisicamente. Esses trabalhos não são grande coisa em composição formal ou em desenho em si, mas são brilhantes na questão da cromia. Muitas coisas que se faziam pra conseguir esse efeito eram criticados, como "deixar o branco da tela aparecer", que era a sentença de morte da pintura clássica.



Os expressionistas, por sua vez, estavam preocupados com a essencia interior, com a s aflições da alma, com a - obvio - expressão. Muitos trabalhos expressionistas nem sequer têm composição, mas são perfeitos no que propõem.

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O que quero dizer com tudo isso é que uma análise não pode se concentrar apenas em composição. As vezes, o que parece um "erro" é o que causa a sensação necessária. O ato de inclinar a camera só para desestabilizar a imagem é um recurso tão importante quanto qualquer outro tipo de regra clássica. Há quem goste e há quem não goste, mas isso não é importante. O importante mesmo é se ter um trabalho honesto e pertinente com o que se pretende.

Às vezes vejo pessoas tão preocupadas com o aspecto técnico da fotografia, com a questão do "certo e errado" que acabam pasteurizando suas próprias imagens e buscam fazer isso no dos outros. Não adianta olhar dos pormenores para o todo, afinal o todo é muito mais que a soma das partes.

Isso me faz lembrar um filme chamado "irreversível". Tecnicamente ele é todo errado: é todo de trás pra frente, a composição das cenas dá vertigem porque a câmera fica balançando o tempo todo, as imagens sao escuras e nem dá pra entender o que se passa. Quanto tem luz, ela é estroboscópica e dá sensação de epilepsia. Mas se fosse um filme tradicional, bonitinho, sem erros técnicos, não seria a maravilha que é. Muitos não gostam...mas é o preço a se pagar por sair da mesmice.

Fotografia, enquanto forma de arte, precisa mais de essência, de alma, do que de um punhado de receitas pra compor. E se você sente a necessidade de inclinar sua câmera, botar ela de cabeça pra baixo ou qualquer coisa, não há absolutamente nada nem ninguém que poderá dizer que você está errada. Tudo é questão de pertinência. E alguém não gostar não quer dizer que você esteja errada. Como disse Oscar Wilde: Quando os críticos divergem, o artista está de acordo consigo mesmo."



Que coisa mais bacana que você escreveu, muito coerente. Desde que sai da faculdade não converso sobre esses assuntos, pra falar a verdade até evito. Na internet não rola é assunto de mesa de bar com brejas e pessoas de cabeça aberta. (Não que não tenha pessoas aqui assim)
Com meias palavras disse tudo e muito bem explicado.
"irreversível" não me agradou muito, esse filme me pertuba. Mas é esse o seu objetivo.


Elmo

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Resposta #13 Online: 30 de Abril de 2009, 08:59:06
Kika,

Na verdade fiz aquele comentário lá meio que a procura de parceiros de opinião. Na verdade eu, com meus 40 anos, tenho me tornado meio arisco a muitos pequenos detalhes, dentre eles o excesso de fotos inclinadas, principalmente de casamentos.

Já havia discutido isso até com o Fransérgio, que pessoalmente e aqui, publicamente, se confessou apreciador desse "movimento". No meu conceito de fotografia, inclinar a foto é um recurso como qualquer outro e que pode trazer ótimas interpretações do momento. O problema, pra mim, repito, está na frequência do ato.

Principalmente nas fotografias de casamento eu me vejo de repente nauseado de tanta inclinação sem motivo. Entendo bem que faz-se o que o cliente deseja, mas mesmo assim, creio que o pessoal tem exagerado.


latreitel

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Resposta #14 Online: 30 de Abril de 2009, 10:00:18
Muito bom esse tópico.
Adoro "regras", principalmente por que "adoro" transgredi-las...

Se não fosse por elas não haveriam criatividade e OUSADIA.

Em especial destaco os comentários de Marcelo Favero e ericon

Graças à Deus.