Autor Tópico: A quem eu agrado?  (Lida 3068 vezes)

GuiCastro

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Online: 27 de Outubro de 2009, 05:25:34
Caros foristas,

Há tempos venho para fazer-lhes esse meu relato.

Desde que comecei a pesquisar, ler, estudar e fotografar (começo desse ano), eu tenho desenvolvido um certo gosto pelas fotografias mais, digamos assim, "carregadas". Eu gosto muito de fotos com contrastes mais altos (tanto em p&b quanto colorida), vinhetas, iluminação mais dramática, formas, contornos e objetos em destaque.

Seguem abaixo algumas das minhas fotos preferidas (eu só não coloco mais exemplos pois não estou no meu PC, com todas as minhas fotos):





Acontece que em algumas experiências que eu fiz, tanto colocando as fotos aqui no fórum quanto mostrando-as para pessoas conhecidas, muitas delas (as fotos) não são bem aceitas depois do tratamento que eu faço e gosto de fazer. A maioria recebe as críticas: muito contraste, muita sombra, muita luz, etc.

Em alguns casos eu reconheço que exagerei, mas em boa parte das vezes na minha opinião eu gosto da foto tratada. Sou muito bem resolvido em entender que as pessoas têm um gosto diferente do meu, isso é mais do que normal. Gosto muito das críticas e elas me fizeram crescer bastante até hoje.

Porém, algum dia pretendo me tornar um profissional da fotografia e quero trabalhar com isso. Por fim, eu gostaria de saber como é que vocês (profissionais e amadores) lidam com isso: devo fazer as fotos do jeito que me agrada ou do jeito que agrada o cliente? Devo me agradar mais, ou agradar mais ao cara que está pagando o trabalho?

Desculpem-me se eu não fui claro, ou se a questão é velha, ou então se é uma dúvida besta.

Agradeço à todos pela colaboração!
« Última modificação: 27 de Outubro de 2009, 05:29:51 por GuiCastro »


Marcos Lima

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Resposta #1 Online: 27 de Outubro de 2009, 05:35:45
Ola Gui, eu geralmente pergunto ao cliente o que ele espera/quer da fotogafia, caso eu ache que a ideia dele ano e boa apresento a minha ideia e execulto as dua (a minha e a do cliente) depois mostro o resultado das duas ao mesmo e ele fica com as fotos que mais lhe agradam.
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quacula

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Resposta #2 Online: 27 de Outubro de 2009, 07:19:46
GuiCastro... minha opnião? Bom, vc deve fazer para vc as que lhe agradam, para o cliente as que ele paga... basicamente isso, mas vc pode negar de fazer o trabalho se sabe que o resultado não vai lhe agradar... exemplo? pode negar de fazer fotos nú masculino(ou feminino vai saber hj em dia rs) por nao se tratar da sua "linha editorial", mas pense, trabalho é trabalho, se vc esta lá é pra fazer o pedido do cliente.. no mais, comece a fazer muitas fotos ao seu gosto, crie uma marca pessoal, acho que ter uma marca é muito importante, pq assim as pessoas vao te reconhecer e conhecer a sua identidade, sua cara nas fotos, e ai, bom, ai seu público vai gostar e comprar seu material, quem não gosta de vc, faz igual as pessoas que não gostam da rede globo, mudem de canal. Nem sempre quando as pessoas criticam o seu trabalho (vide meu comentário nas suas fotos da boda) não é pq não gostaram do trabalho, e sim que estão colocando um outro ponto de vista. Seus trabalhos estão indo muito bem, seu gosto é seu. Continue com isso, mas não se esqueça, crie uma identidade, sua cara, sua marca... sua assinatura, se inspire nos "mestres", mas seja sempre VC... Abçs e boas fotos, digo, boa sorte.


Guto Marc

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Resposta #3 Online: 27 de Outubro de 2009, 07:59:23
Eu acredito em um meio termo. O jeito que você fotografa é seu estilo, e quando o cliente contrata vai fazê-lo baseado nas fotos que você apresenta como portifólio. E ele espera receber fotos no mesmo nível/estilo das que viu e que motivaram ele a fechar com você. Um pouco de flexibilidade sim, mas mantendo "seu DNA".
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GuiCastro

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Resposta #4 Online: 27 de Outubro de 2009, 22:01:14
Ola Gui, eu geralmente pergunto ao cliente o que ele espera/quer da fotogafia, caso eu ache que a ideia dele ano e boa apresento a minha ideia e execulto as dua (a minha e a do cliente) depois mostro o resultado das duas ao mesmo e ele fica com as fotos que mais lhe agradam.


Mas aí seria fazer dois trabalhos, não é? Acredito que o cliente não quer ter de escolher, ele quer as fotos prontas e ponto final.


GuiCastro... minha opnião? Bom, vc deve fazer para vc as que lhe agradam, para o cliente as que ele paga... basicamente isso, mas vc pode negar de fazer o trabalho se sabe que o resultado não vai lhe agradar... exemplo? pode negar de fazer fotos nú masculino(ou feminino vai saber hj em dia rs) por nao se tratar da sua "linha editorial", mas pense, trabalho é trabalho, se vc esta lá é pra fazer o pedido do cliente.. no mais, comece a fazer muitas fotos ao seu gosto, crie uma marca pessoal, acho que ter uma marca é muito importante, pq assim as pessoas vao te reconhecer e conhecer a sua identidade, sua cara nas fotos, e ai, bom, ai seu público vai gostar e comprar seu material, quem não gosta de vc, faz igual as pessoas que não gostam da rede globo, mudem de canal. Nem sempre quando as pessoas criticam o seu trabalho (vide meu comentário nas suas fotos da boda) não é pq não gostaram do trabalho, e sim que estão colocando um outro ponto de vista. Seus trabalhos estão indo muito bem, seu gosto é seu. Continue com isso, mas não se esqueça, crie uma identidade, sua cara, sua marca... sua assinatura, se inspire nos "mestres", mas seja sempre VC... Abçs e boas fotos, digo, boa sorte.

Essa questão de criar a própria identidade é interessante, pois nesse caso quem for contratar o seu serviço, vai ver o seu portfólio e já sabe o que esperar. Mas aí entra o problema de a muitas (talvez a maioria) das pessoas não gostarem das fotos do jeito que eu gosto e com isso perderia muitos potenciais clientes.



Eu acredito em um meio termo. O jeito que você fotografa é seu estilo, e quando o cliente contrata vai fazê-lo baseado nas fotos que você apresenta como portifólio. E ele espera receber fotos no mesmo nível/estilo das que viu e que motivaram ele a fechar com você. Um pouco de flexibilidade sim, mas mantendo "seu DNA".

Acredito que uma melhor solução seja essa mesma, montar um portfólio "meio termo", no qual as fotos não me desagradem totalmente e que eu tenho certeza (ou pelo menos quase) de que vão agradar o cliente.


Ivan de Almeida

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Resposta #5 Online: 27 de Outubro de 2009, 22:04:21
Como sou amador, fotografo o que eu quero e como quero, trato como quero e mostro. Se gostarem ótimo, se não gostarem, sinto muito. Opiniões positivas ou negativas que levem em consideração a proposta são consideradas, opiniões que meramente expressam gosto pessoal são ouvidas, respeitadas, compreendidas, mas não influenciam minha produção.


Formel

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Resposta #6 Online: 27 de Outubro de 2009, 22:35:30
Quando fiz o curso de fotografia o professor disse para mim:

Sabe quanto tempo tem que eu não tiro fotos como eu gosto? Desde que comecei a ganhar dinheiro com isso.

Coisas que as pessoas só dizem no boteco.  :ponder:

Então, não tem jeito, o máximo que vc pode fazer é conciliar o seu gosto com o do cliente de alguma forma, tem muitos fotógrafos que são ótimos fazendo isso e se tem algum conflito não exteriorizam tais conflitos.

Qualquer coisa feita por dinheiro é assim. Claro que depois que vc fica famoso e vira referência, pode fazer um monte de porcaria que mesmo assim vai ter gente te puxando o saco e querendo imitar sua porcaria. Isso me lembrou outra coisa, mas acho que sairia totalmente do tópico. :assobi:

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dondon

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Resposta #7 Online: 27 de Outubro de 2009, 22:39:15
Gui, como te falei em um dos seus tópicos na galeria. As fotos, sejam quais foram, feitas por quem for, têm que atender à necessidade do cliente.

Fotos dramáticas em bodas não atendem, fotos contrastadas em anúncio de produto para limpeza de pele também não atenderiam. Fotos "leves" em anúncios de carros SUV também não seriam legais, e assim por diante.

Claro, existe seu jeito de produzir e de tratar imagens, mas ele deve estar sempre em harmonia com a necessidade do cliente ou da peça a qual se destina a imagem.

Mantenha sua linha em fotos autorais mas "pegue leve" quando for fotografar profissionalmente, entenda e atenda aos requisitos de cada trabalho.

Abraços.


Ana Adams

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Resposta #8 Online: 27 de Outubro de 2009, 22:41:24
Quem vai ser o seu cliente ?
A resposta para a sua pergunta vai variar muito de acordo com o tipo de mercado que vc vai querer entrar. No meio publicitário vc vai ter que mostrar capacidade de executar fotos com precisão de formas, proporções e cores, mas também criatividade no conceito e na produção.
Já o mercado editorial te dá muito mais liberdade, mas se vc sair de um certo ( e vago) limite aceitável de pós produção, aí seu trabalho não vai vender tanto quanto vc gostaria.
Se vc vai entrar no mercado de arte, nem precisa se preocupar com nada. Tem mesmo que mostrar o que vc mais gosta de fazer e deixar que venham as críticas... para a arte não deveria haver nenhum tipo de imposição vinda do cliente.
De qualquer maneira, muitos profissionais tem em seus portfolios o tipo de foto mais direcionado ao tipo de mercado que quer atingir, mas também alguma coisa de " trabalhos pessoais" , o que se entende por " fiz o que gosto e não me interessa a sua opinião para estas aqui " ;-)
No final das contas, vc vai mesmo acabar sendo conhecido pelo seu estilo, mas é a sua liberdade dentro deste estilo que vai te trazer mais sucesso. :)


eliverto

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Resposta #9 Online: 27 de Outubro de 2009, 23:34:31
Ivan de Almeida:
Citar
Como sou amador, fotografo o que eu quero e como quero, trato como quero e mostro. Se gostarem ótimo, se não gostarem, sinto muito. Opiniões positivas ou negativas que levem em consideração a proposta são consideradas, opiniões que meramente expressam gosto pessoal são ouvidas, respeitadas, compreendidas, mas não influenciam minha produção.

Olhaí...não preciso acrescentar mais nada  :ok:
« Última modificação: 27 de Outubro de 2009, 23:35:08 por eliverto »
Eliverto Scherer<br /><br />


Ivan de Almeida

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Resposta #10 Online: 27 de Outubro de 2009, 23:44:31
Gui, como te falei em um dos seus tópicos na galeria. As fotos, sejam quais foram, feitas por quem for, têm que atender à necessidade do cliente.

Fotos dramáticas em bodas não atendem, fotos contrastadas em anúncio de produto para limpeza de pele também não atenderiam. Fotos "leves" em anúncios de carros SUV também não seriam legais, e assim por diante.

Claro, existe seu jeito de produzir e de tratar imagens, mas ele deve estar sempre em harmonia com a necessidade do cliente ou da peça a qual se destina a imagem.

Mantenha sua linha em fotos autorais mas "pegue leve" quando for fotografar profissionalmente, entenda e atenda aos requisitos de cada trabalho.

Abraços.

Como em qualquer profissão, é possível fazer coisas boas e atender os clientes. O que não é possível é resumir a fotografia a atender ao cliente.

Quando eu era arquiteto, depois de muita burrice minha e muita teimosia, chegou num ponto que compreendia exatamente o espaço que havia para fazer algo que eu gostava e que o cliente também gostava, e percebi que nenhum cliente gosta de mediocridade, o que ele não quer é coisa estranha a título de criação.

Depois que compreendi isso, infelizmente já nos últimos anos em que trabalhei na profissão, ficou fácil agradar os clientes e a mim mesmo.


valdemas

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Resposta #11 Online: 28 de Outubro de 2009, 10:21:09
taí... nesse caso acho interessante a bordagem da terapi cognitivo-comportamental, porque a postura que o profissional assume é de "ensinar" ao cliente o porque daquele "rumo"... isso não está implícito a aceitação imediata do cliente... a partir daí cria-se um contexto de produção da idéia final...
usando  o exemplo do Ivan(arquitetura) recentemente, 2 meses atrás mudei de sala o meu estúdio de personal trainning... comrelação ao espaço, eu mudei totalmente o espaço projetado pois não e apresentou funcional para o que eu queria, discutimos e entramos num consenso, porém ele adicionou elementos que fizeram uma diferença harmônica no ambiente significativa...
não precisa ser uma guerra entre profissional x cliente...
pode ser profissional + cliente x baixo stral (analogia ao filme da Xuxa :D  )

abraços


Leandro Rodrigues

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Resposta #12 Online: 28 de Outubro de 2009, 10:37:03
GuiCastro, o mais importante é você criar sua identificação. Se um dia você for profissional, com certeza, terá que se adaptar com as necessidades e oportunidades da área. Isso acontece com qualquer profissão.

Não mude seu jeito de fotografar por causa, unicamente, da opinião dos outros. É fato que muita técnica precisa ser aprendida, treinada e aplicada, e os mais experientes tem muito a ensinar. Mas na fotografia, mesmo que profissionalmente, existem conceitos que um dia alguém criou. Isso vale pra contraste, cor, granulação, exposição...

Talvez um dia o seu modo de fotografar venha a ser o conceito da fotografia...

Abraços,


Cadu Fernandes

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Resposta #13 Online: 28 de Outubro de 2009, 11:19:19
Trabalhando como amador: Você se identifica como amador, trabalha como amador, e entrega o serviço como amador, independente se for de nivel profissional ou não. Você tem menos compromisso com o serviço no sentido de ficar como o cliente quer, ou seja, você pode fazer um serviço mais ao seu jeito. Creio que todos pensam assim correto?

Trabalhando como profissional: O que vou falar aqui, é o modo que trabalhamos aqui no escritório.
O cliente é atendido pelo diretor de arte, ele é designer e fotografo. Temos em mãos, vários briefing's conforme o tipo de trabalho.
Esses briefing's foram desenvolvidos com base em trabalhos antigos e trabalhos de outros que temos a possibilidade de fazer. É claro que tambem sempre pedimos sugestões para os clientes de trabalhos que eles já tenham visto, e que traga exemplos para estudo. Esse é o ponto em que você pode fazer sugestões ao seu gosto, e mostrar seu estilo, mas isso não quer dizer que o cliente irá fazer do seu jeito ;) . Mas com certeza, temos que fazer tudo para ficar um trabalho perfeito, e no sistema "O cliente sempre tem razão", mesmo que apenas ele pense assim ;)
Em um briefing de fotografia, temos um album de fotos de inumeros tipos, e o cliente vai selecionar o tipo de foto que faremos.
Selecionamos o estilo das fotos, e como será o trabalho final.
Começamos o trabalho com o fotografo que irá fazer o serviço passando o briefing, e será discutido com o fotografo como serão as fotos, quantas fotos, fundos, os tipos de luz, poses, roupas, cabelos, efeitos, e pós produção, etc...
O cliente assina um contrato, e no contrato está tudo especificado, com o briefing e como será o trabalho.

Basicamente é assim que funciona, parece complexo e demorado, mas não é. Para um trabalho de fotografia somos em no máximo 4 pessoas, mas qualquer pode ver que na maioria dos trabalhos isso é exagero, portanto nem usamos. Na maioria dos trabalhos, tambem não demanda toda essa burocracia, pois temos clientes fixos e temos um certo nome no mercado.

Essa burocracia toda tem o lado positivo e negativo:
o positivo é que o cliente fica preso ao que ele pediu, e não há como ele contestar o trabalho final pois há um contrato e tudo foi discutido previamente, garantindo assim o retorno do serviço, não há serviço perdido.
o negativo é que você tem o compromisso de entregar o trabalho do modo que o cliente quer, deixando o seu gosto de lado, e no prazo estipulado.

Se eu tivesse o meu estudio, pequeno ou grande, eu adotaria esse sistema, pois funciona bem e o cliente sempre sai satisfeito, mesmo quando não estamos satisfeitos. O Cliente quando não fica totalmente satisfeito, sabe que foi ele que quis daquele modo. E quando ele se arrepende, ele sempre volta e faz um novo serviço com um estilo diferente.

Espero ter ajudado ;)

Abraço
« Última modificação: 28 de Outubro de 2009, 11:21:07 por Cadu Fernandes »


Ivan de Almeida

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Resposta #14 Online: 28 de Outubro de 2009, 11:49:59
É impressionante como quase todo mundo supõe que "ser profissional" seja sinônimo de ser exatamente aquilo que a própria pessoa é...

Ou seja "eu sou profissional", os outros são amadores.

Ô umbigo!

Ivan
"Ivan de Almeida é amador invejoso, tosco, zé-ruela, ressentido e com um ego enorme."