Autor Tópico: Rangefinder  (Lida 1609 vezes)

GustavoSilveira

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Online: 23 de Fevereiro de 2010, 20:32:22
Eu estou a um tempo indo atrás de saber quais são as caracteristas das câmeras Rangefinders,
mas até agora não consegui entender.
Quais são as caracteristicas dela? Porque o tal nome "rangefinder"?

Obrigado,
Gustavo.  :D


jefferson.amorim

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Resposta #1 Online: 23 de Fevereiro de 2010, 20:53:41
Bom, deixa eu ver se vou conseguir explicar sem ir no google.

Não consigo,
talvez a wikipedia te ajude.

http://en.wikipedia.org/wiki/Rangefinder_camera
\"O fotógrafo com boa técnica é aquele que escolhe bem o que o que sacrificar em cada momento para obter o que espera. \"<br /><br />Canon EOS 500n + 28-80 3.5/5.6


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Resposta #2 Online: 23 de Fevereiro de 2010, 21:08:22

Para complementar, veja isso: http://www.camerapedia.org/wiki/Camera_types

E só a título de comentário (conversa jogada fora!), existe até binóculos do tipo rangefinder.

Existe, ainda, sistema de mira para armas que usam o rangefinder system.
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Resposta #3 Online: 23 de Fevereiro de 2010, 21:16:18
Como funciona?

Duas imagens distintas. Quando sobrepostas está em foco.

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Resposta #4 Online: 23 de Fevereiro de 2010, 21:18:20
Fora de foco


Em foco
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jefferson.amorim

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Resposta #5 Online: 23 de Fevereiro de 2010, 21:58:37
Bacana as imagens Braga, não tinha entendido como funcionava.
\"O fotógrafo com boa técnica é aquele que escolhe bem o que o que sacrificar em cada momento para obter o que espera. \"<br /><br />Canon EOS 500n + 28-80 3.5/5.6


AC

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Resposta #6 Online: 24 de Fevereiro de 2010, 11:40:47
Este artigo do fotógrafo Eduardo Castanho, para a revista Studium deve sanar algumas dúvidas suas.
Link para o artigo:     http://www.studium.iar.unicamp.br/quatro/6.htm

    Eduardo Castanho

    o momento em que toda a fotografia analógica está sendo posta em cheque com a participação cada vez maior das tecnologias de imagem digital, nota-se o retorno de um sistema que sempre foi o preferido pelos monstros sagrados da fotografia documental: a câmera com visor telemétrico (rangefinder). Os fotojornalistas das décadas de 40, 50, 60 e 70 sempre escolhiam estas câmeras para seus equipamentos de trabalho entre as Leica, Contax e Nikon. A partir do final dos 70, as câmeras SLR, com visores reflex (que mostram a imagem através da objetiva) foram subindo no conceito destes profissionais, pelas facilidades que aparentemente traziam, até passar a ocupar o posto das telemétricas. Ainda hoje existe uma aura em torno de câmeras como a Leica tipo M, que é, talvez, o símbolo absoluto da qualidade mecânica e ótica deste sistema que nunca deixou de ser construído. Há cerca de 5 anos o grupo japonês Kyocera (detentor da marca Yashica) relançou outra marca famosa de câmera telemétrica, a Contax (inicialmente o modelo G1 e atualmente o G2). A Contax G2 traz um projeto totalmente contemporâneo, que agrega conquistas das oponentes SLR: sistemas sofisticados de fotometria controlados por chips e focos automáticos de grande rapidez. No limiar deste ano tivemos o resgate de outra lenda: a Voïgtlander. A indústria japonesa Cosina, na trilha desta revitalização das câmeras analógicas, comprou a famosa marca alemã e lançou no mercado dois novos projetos de câmeras: A Bessa – L e a Bessa – R. Ambas têm na robustez mecânica e excelente qualidade ótica seus pontos de destaque. As objetivas foram desenhadas com o máximo rigor e toda a tecnologia disponível, como as sofisticadas correções asféricas e apocromáticas, além da utilização de exclusivas matérias-primas para os cristais óticos (“terras raras”). O modelo Voïgtlander Bessa – L lembra a velha Leica IF, aquela “leiquinha” básica, sem visor telemétrico, com o visor tipo Galileu acoplado na sapata de flash sobre a câmera. Como este é um projeto destinado para ser usado com objetivas grande- angulares e super-angulares, o foco por telemetria não é tão fundamental, pois o fotógrafo destas focais normalmente trabalha, como fez Cartier–Bresson, Eugene Smith, André Kertész, Don McCullin, Mark Riboud, Robert Frank, William Klein, Giles Peres entre tantos outros mestres, em hiperfocal – isto é – basta selecionar uma abertura generosa de diafragma f8.0 ou f11.0 e tudo entre 60 cm. e infinito estará em foco. Outro fabricante que entra neste ano como forte concorrente no mercado das telemétricas é a Konica. Esta marca sempre manteve uma câmera telemétrica bastante conceituada entre as compactas sofisticadas: a Hexar QD. Agora, a Konica apresenta a Hexar RF, com três objetivas (28, 50 e 75 mm), com carregamento automático de filmes, avanço e rebobinamento motorizados e, ainda exposição automática. Quatro fortíssimos concorrentes apostando no retorno triunfal das telemétricas? Não, temos ainda um dos mais tradicionais construtores de câmeras reflex do mundo apresentando outra rangefinder sensacional: a Hasselblad XPAN em formato panorâmico 35 mm. Um projeto revolucionário de uma avançadíssima câmera telemétrica com três objetivas (30, 45 e 90 mm.) que produz negativos nos formatos de 24X36 mm. e 24X57 mm. (panorâmicos) consecutivamente no mesmo rolo de filme.

     
    Vantagens para a expressão

    O sistema de visor telemétrico incorpora todo um conceito técnico e linguagem próprios. Sem uma Leica rangefinder seria impossível para Henri Cartier-Bresson formular sua teoria do “Momento Decisivo”. Ela precisa deste sistema para existir: nas câmeras telemétricas o fotógrafo nunca perde o contato visual com seu objeto fotográfico. Toda a vez que disparamos uma câmera reflex, o visor sofre um lapso de cegueira absoluta, para que o espelho seja deslocado para cima, liberando a passagem da luz através da cortina do obturador. Durante este instante (momento decisivo) o fotógrafo perde o contato com a cena que por ser dinâmica na maioria das vezes, pode sofrer uma mudança inesperada que só será constatada no filme revelado, quando é tarde demais. Sendo assim, quando vemos um dos maestrais exemplos produzidos por Cartier-Bresson comprovando sua teoria, podemos ter certeza que somente o contato visual absoluto proporcionado pelo visor telemétrico, introduz esta atitude na criação. Outro fator exclusivo deste sistema de visor, é a possibilidade de pré-visualização da cena com várias distâncias focais diferentes simultaneamente. Isto quer dizer, o fotógrafo não precisa trocar de objetiva para ter a noção exata da leitura espacial desta ou daquela opção, ele simplesmente aciona uma alavanca ou botão que mostra todos os enquadramentos das outras distâncias focais.

     Além desta qualidade, tecnicamente as telemétricas também possibilitam uma construção com formatos extremamente mais compactos do que as SLR, pois não precisam conter um grande e pesado prisma de cristal em seu sistema de visor e muito menos os intrincados mecanismos para o deslocamento dos espelhos. Estes requesitos sempre provocam um pesado tremor a cada disparo, fazendo com que o trabalho nas reflexes exija sempre velocidades de obturação muito maiores do que nas rangefinders. A velocidade alta é necessária para eliminar o tremor do movimento do espelho. Outro inconveniente exclusivo do sistema de visor reflex é o enorme nível de ruído promovido pelo deslocamento do espelho. Isto chega a fazer com que alguns teatros (principalmente óperas) europeus proíbam o uso de outra câmera que não a telemétrica, para que os artistas não sejam incomodados pelos disparos. No tocante à expressão pessoal, essas vantagens proporcionadas pela construção das telemétricas são incorporadas pelos autores principalmente nas cenas “roubadas” com total discrição e também, pelas imagens capturadas em baixas velocidades que introduzem a sensação da dinâmica do tempo nos fotogramas ao “borrar” alguns setores da imagem.

     Outra nítida vantagem no projeto construtivo destas câmeras é a compactação das objetivas. A distância interna transversal do corpo de uma câmera deste sistema é de 28 mm. (contra 48 mm nas SLR), isto propicia desenhos de objetivas onde o conjunto ótico pode estar próximo do plano do filme, não há portanto necessidade de criar complicados projetos de correções de planos focais – via – sistema retro-focus o que torna um simples desenho de uma levíssima grande-angular 35 mm., sistema Gauss simétrico de 6 ou 8 elementos óticos, em enormes e pesadas objetivas retro-focus de 11 ou até 13 elementos. Mais um ponto onde as rangefinders superam as SLR é na facilidade e precisão de foco. O sistema de foco por telêmetro proporciona grande precisão, além de um visor sempre – não importando a objetiva – muito luminoso. Uma das críticas que se fazia ao sistema rangefinder era o da impossibilidade da utilização de objetivas zoom, que apesar do pouco rendimento ótico, sempre foi o carro-chefe das reflexes. Atualmente a ousadia de fabricantes como a Leitz alemã (Leica) e a Kyocera (Contax) quebraram este tabu lançando objetivas de distância focal variável de 28, 35 e 50 mm. (Leica M) e 28~70 mm. (Contax G). Em comparação ao peso e tamanho de equipamentos, as câmeras telemétricas parecem “brinquedos” com menos da metade das SLR, isto faz com que o profissional possa se deslocar com extrema facilidade e conforto.

     Bem, depois destas colocações parece que não há melhor câmera fotográfica para todo uso do que as telemétricas. Isto não é verdade, pois quando se trata de macro-fotografia,  fotografia de esporte ou vida selvagem, o sistema reflex é insuperável. Mas, sem dúvida o retorno de grandes e famosos fabricantes ao mercado das telemétricas acontece em muito boa hora e quem vai ganhar com isso é a fotografia.

    Primavera do ano 2000

Bresson_01 Bresson_02 Bresson_03 Frank_01 Frank_02 Kertész_01 Kertész_02




    Câmeras telemétricas: a volta por cima

    Eduardo Castanho

    o momento em que toda a fotografia analógica está sendo posta em cheque com a participação cada vez maior das tecnologias de imagem digital, nota-se o retorno de um sistema que sempre foi o preferido pelos monstros sagrados da fotografia documental: a câmera com visor telemétrico (rangefinder). Os fotojornalistas das décadas de 40, 50, 60 e 70 sempre escolhiam estas câmeras para seus equipamentos de trabalho entre as Leica, Contax e Nikon. A partir do final dos 70, as câmeras SLR, com visores reflex (que mostram a imagem através da objetiva) foram subindo no conceito destes profissionais, pelas facilidades que aparentemente traziam, até passar a ocupar o posto das telemétricas. Ainda hoje existe uma aura em torno de câmeras como a Leica tipo M, que é, talvez, o símbolo absoluto da qualidade mecânica e ótica deste sistema que nunca deixou de ser construído. Há cerca de 5 anos o grupo japonês Kyocera (detentor da marca Yashica) relançou outra marca famosa de câmera telemétrica, a Contax (inicialmente o modelo G1 e atualmente o G2). A Contax G2 traz um projeto totalmente contemporâneo, que agrega conquistas das oponentes SLR: sistemas sofisticados de fotometria controlados por chips e focos automáticos de grande rapidez. No limiar deste ano tivemos o resgate de outra lenda: a Voïgtlander. A indústria japonesa Cosina, na trilha desta revitalização das câmeras analógicas, comprou a famosa marca alemã e lançou no mercado dois novos projetos de câmeras: A Bessa – L e a Bessa – R. Ambas têm na robustez mecânica e excelente qualidade ótica seus pontos de destaque. As objetivas foram desenhadas com o máximo rigor e toda a tecnologia disponível, como as sofisticadas correções asféricas e apocromáticas, além da utilização de exclusivas matérias-primas para os cristais óticos (“terras raras”). O modelo Voïgtlander Bessa – L lembra a velha Leica IF, aquela “leiquinha” básica, sem visor telemétrico, com o visor tipo Galileu acoplado na sapata de flash sobre a câmera. Como este é um projeto destinado para ser usado com objetivas grande- angulares e super-angulares, o foco por telemetria não é tão fundamental, pois o fotógrafo destas focais normalmente trabalha, como fez Cartier–Bresson, Eugene Smith, André Kertész, Don McCullin, Mark Riboud, Robert Frank, William Klein, Giles Peres entre tantos outros mestres, em hiperfocal – isto é – basta selecionar uma abertura generosa de diafragma f8.0 ou f11.0 e tudo entre 60 cm. e infinito estará em foco. Outro fabricante que entra neste ano como forte concorrente no mercado das telemétricas é a Konica. Esta marca sempre manteve uma câmera telemétrica bastante conceituada entre as compactas sofisticadas: a Hexar QD. Agora, a Konica apresenta a Hexar RF, com três objetivas (28, 50 e 75 mm), com carregamento automático de filmes, avanço e rebobinamento motorizados e, ainda exposição automática. Quatro fortíssimos concorrentes apostando no retorno triunfal das telemétricas? Não, temos ainda um dos mais tradicionais construtores de câmeras reflex do mundo apresentando outra rangefinder sensacional: a Hasselblad XPAN em formato panorâmico 35 mm. Um projeto revolucionário de uma avançadíssima câmera telemétrica com três objetivas (30, 45 e 90 mm.) que produz negativos nos formatos de 24X36 mm. e 24X57 mm. (panorâmicos) consecutivamente no mesmo rolo de filme.

     
    Vantagens para a expressão

    O sistema de visor telemétrico incorpora todo um conceito técnico e linguagem próprios. Sem uma Leica rangefinder seria impossível para Henri Cartier-Bresson formular sua teoria do “Momento Decisivo”. Ela precisa deste sistema para existir: nas câmeras telemétricas o fotógrafo nunca perde o contato visual com seu objeto fotográfico. Toda a vez que disparamos uma câmera reflex, o visor sofre um lapso de cegueira absoluta, para que o espelho seja deslocado para cima, liberando a passagem da luz através da cortina do obturador. Durante este instante (momento decisivo) o fotógrafo perde o contato com a cena que por ser dinâmica na maioria das vezes, pode sofrer uma mudança inesperada que só será constatada no filme revelado, quando é tarde demais. Sendo assim, quando vemos um dos maestrais exemplos produzidos por Cartier-Bresson comprovando sua teoria, podemos ter certeza que somente o contato visual absoluto proporcionado pelo visor telemétrico, introduz esta atitude na criação. Outro fator exclusivo deste sistema de visor, é a possibilidade de pré-visualização da cena com várias distâncias focais diferentes simultaneamente. Isto quer dizer, o fotógrafo não precisa trocar de objetiva para ter a noção exata da leitura espacial desta ou daquela opção, ele simplesmente aciona uma alavanca ou botão que mostra todos os enquadramentos das outras distâncias focais.

     Além desta qualidade, tecnicamente as telemétricas também possibilitam uma construção com formatos extremamente mais compactos do que as SLR, pois não precisam conter um grande e pesado prisma de cristal em seu sistema de visor e muito menos os intrincados mecanismos para o deslocamento dos espelhos. Estes requesitos sempre provocam um pesado tremor a cada disparo, fazendo com que o trabalho nas reflexes exija sempre velocidades de obturação muito maiores do que nas rangefinders. A velocidade alta é necessária para eliminar o tremor do movimento do espelho. Outro inconveniente exclusivo do sistema de visor reflex é o enorme nível de ruído promovido pelo deslocamento do espelho. Isto chega a fazer com que alguns teatros (principalmente óperas) europeus proíbam o uso de outra câmera que não a telemétrica, para que os artistas não sejam incomodados pelos disparos. No tocante à expressão pessoal, essas vantagens proporcionadas pela construção das telemétricas são incorporadas pelos autores principalmente nas cenas “roubadas” com total discrição e também, pelas imagens capturadas em baixas velocidades que introduzem a sensação da dinâmica do tempo nos fotogramas ao “borrar” alguns setores da imagem.

     Outra nítida vantagem no projeto construtivo destas câmeras é a compactação das objetivas. A distância interna transversal do corpo de uma câmera deste sistema é de 28 mm. (contra 48 mm nas SLR), isto propicia desenhos de objetivas onde o conjunto ótico pode estar próximo do plano do filme, não há portanto necessidade de criar complicados projetos de correções de planos focais – via – sistema retro-focus o que torna um simples desenho de uma levíssima grande-angular 35 mm., sistema Gauss simétrico de 6 ou 8 elementos óticos, em enormes e pesadas objetivas retro-focus de 11 ou até 13 elementos. Mais um ponto onde as rangefinders superam as SLR é na facilidade e precisão de foco. O sistema de foco por telêmetro proporciona grande precisão, além de um visor sempre – não importando a objetiva – muito luminoso. Uma das críticas que se fazia ao sistema rangefinder era o da impossibilidade da utilização de objetivas zoom, que apesar do pouco rendimento ótico, sempre foi o carro-chefe das reflexes. Atualmente a ousadia de fabricantes como a Leitz alemã (Leica) e a Kyocera (Contax) quebraram este tabu lançando objetivas de distância focal variável de 28, 35 e 50 mm. (Leica M) e 28~70 mm. (Contax G). Em comparação ao peso e tamanho de equipamentos, as câmeras telemétricas parecem “brinquedos” com menos da metade das SLR, isto faz com que o profissional possa se deslocar com extrema facilidade e conforto.

     Bem, depois destas colocações parece que não há melhor câmera fotográfica para todo uso do que as telemétricas. Isto não é verdade, pois quando se trata de macro-fotografia,  fotografia de esporte ou vida selvagem, o sistema reflex é insuperável. Mas, sem dúvida o retorno de grandes e famosos fabricantes ao mercado das telemétricas acontece em muito boa hora e quem vai ganhar com isso é a fotografia.

    Primavera do ano 2000

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GustavoSilveira

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Resposta #7 Online: 25 de Fevereiro de 2010, 17:56:53
Nossa, valeu mesmo galera!
Gostei muito das fotos Braga, e ótimo texto, entendi certinho.
Até me apaixonei por esse tipo de câmera, ahahaha  :ok:


Braga.SP

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Resposta #8 Online: 25 de Fevereiro de 2010, 19:59:09
Hehehehe... apaixonante mesmo.

Logo, logo, a minha está chegando por aí. Falta pouco. Mas já está garantida, pois o negócio já foi fechado.

Olha a carinha dela

Do jeitinho se que vê: com parassol, lente 65mm, alça, marcas de uso, e uma câmera que esteve nas mãos de gente soube domesticá-la muito bem. Vai ser só colocar filme e mandar bala.

Não tô nem dormindo, tamanha é a ansiedade.
« Última modificação: 25 de Fevereiro de 2010, 20:02:04 por Braga.SP »
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Elmo

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Resposta #9 Online: 25 de Fevereiro de 2010, 20:01:35
Poxa, Braga. Sensacional. Será que vc me empresta?

A minha Mamiya 6 aqui se encolheu "literalmente" humilhada.


Braga.SP

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Resposta #10 Online: 25 de Fevereiro de 2010, 20:04:36
Poxa, Braga. Sensacional. Será que vc me empresta?

A minha Mamiya 6 aqui se encolheu "literalmente" humilhada.

É claro que eu te empresto. Deixa chegar e você vai usá-la, sim! Não tenha dúvida: isso vai mesmo acontecer. Eu juro.
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ki-suco

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Resposta #11 Online: 26 de Fevereiro de 2010, 11:35:57
Parabéns Braga :clap: ....mas acho que conheço aquela Mamiya 7 :D

Abraços!!

Tang


AC

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Resposta #12 Online: 26 de Fevereiro de 2010, 11:53:32
Braga, quer dizer então que o feliz proprietário é vc????? De fato ela foi muito bem treinada, inclusive pelo autor do texto que postei aqui.
Meus parabéns pela aquisição, tenho certeza de que ela irá trazer ótimos resultados.
Abração


AFShalders

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Resposta #13 Online: 26 de Fevereiro de 2010, 11:58:10
Este artigo do fotógrafo Eduardo Castanho, para a revista Studium deve sanar algumas dúvidas suas.
Link para o artigo:     http://www.studium.iar.unicamp.br/quatro/6.htm

O Eduardo é um grande amigo já a alguns anos, extremamente competente. Poucos entendem sobre equipamentos fotográficos como ele !

Ética não é negociável.

Viciado em Fotografia desde 1980
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