Autor Tópico: Barrado No Pão De Açúcar - Rio De Janeiro  (Lida 1987 vezes)

Marcos Paiva

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Online: 03 de Fevereiro de 2013, 13:15:40
Essa história não novidade na cidade do Rio de Janeiro, novidade é ter ocorrido no Pão de Açúcar, um dos maiores cartões postais da cidade. Estou recebendo em minha casa duas amigas gaúchas da minha esposa, moradoras da cidade de São Francisco de Paula. Como faço sempre, levo esses visitantes de outras cidades ou estados aos pontos turísticos da cidade. Hoje o passeio seria no Pão de Açúcar.  Como tenho feito há anos, preparei a câmera, duas lentes e um tripé e nem me passou pela cabeça que pudesse ter problemas com o equipamento fotográfico, mas infelizmente foi o que ocorreu. Na hora de passar pela roleta o segurança disse que não poderia entrar com o tripé. Não seria um problema tão grande se fosse dia, mas já estava anoitecendo e precisaria do tripé para longa exposição. Surpresa maior ainda que já ido no Pão de Açúcar outras vezes com o tripé! Uma das saídas do meu curso de fotografia foi nesse local e a professora Monique Cabral, pedia que levássemos o tripé para fotos em longa exposição. Depois disso estive outras vezes lá e nunca tive problemas, sendo que a última vez tinha sido em julho de 2012, quando levei a mãe e o irmão de uma das amigas ao Pão de Açúcar.

Achando que eles estavam pensando que eu fosse um fotógrafo profissional, disse que era professor do Estado do Rio de Janeiro e que não era profissional, fotografava por hobby e que não venderia as fotos. O cara não aceitou meus argumentos e me mandou conversar com o pessoal da Portaria. Chegando lá expliquei à situação a menina que me atendeu e a mesma acenou com a possibilidade de assinar uma declaração de responsabilidade de não fazer uso comercial das fotos. Respondi que assinaria a declaração sem nenhum problema e a mesma disse que iria passar o problema para o responsável. Nisso veio um segurança particular, que deveria ser o chefe, e me disse que eu não poderia entrar com o tripé, que eram as ordens e que ele as estava cumprindo. Argumentei, reclamei, pedi para falar com o responsável, mas ele me disse que esse já tinha ido embora e só voltaria na terça. Argumentei então sobre a declaração de responsabilidade, mas ele disse que nem sabia da existência de tal documento. A menina que me atendeu antes mostrou a ele a declaração, mas de nada adiantou. Então pedi a ele que mostrasse a lei que proibia o uso do tripé, mas ele disse que não tinha, que eram apenas ordens. Atrás dele tinha um cartaz que para filmagens profissionais, reportagens, etc, deveria ser pedida uma autorização, mas argumentei com ele que não era o meu caso, que as fotos eram para uso amador. Não adiantou. Muito puto guardei o tripé no carro contra a minha vontade, que era a de pegar o meu dinheiro de volta, mas tinha de pensar nas minhas amigas. Guardei o tripé e me dirigi para a roleta novamente, onde estava o primeiro segurança. Antes de passar alertei ao cara que se encontrasse alguém com o tripé lá cima, que iria criar a maior confusão.

Chegamos ao primeiro morro, o Morro da Urca, não tinha quase ninguém lá. Pegamos o segundo bondinho para o morro do Pão de Açúcar (o morro mais alto do complexo). Logo que cheguei à surpresa: três caras usando tripés ao lado do desembarque das pessoas. Fui direto ao funcionário que estava ali, mostrei a ele e reclamei. Então esse cara disse que não poderia fazer nada, que eu deveria procurar o chefe da empresa que administra a atração. Pedi para que ele ligasse para o tal chefe, mas ele se recusou (o aparelho de telefone estava do lado dele). Vendo que não resolveria nada ali, pedi o nome do figura  e fomos ver as atrações. Estava tão puto que nem tirei a câmera da bolsa. Visitamos e descemos para o morro da Urca. Procurei o tal chefe e ele não estava ali. Então apareceu outro cara, estrangeiro, com um tripé enorme, daqueles que não podem ser colocados em mochilas. Mostrei ao funcionário dali. Descemos então para a base do bondinho, doido para soltar os bichos em cima do tal chefe da segurança e o tal responsável da empresa. Chegando lá as pessoas  que me barraram não estavam mais lá, mas o cara do tripé, estava saindo ao meu lado. Corri para o segurança que estava ali, pedi que ele visse o cara com o tripé e que fosse testemunha daquilo. Então expliquei a ele o problema e pedi para falar com o responsável dali. Ele passou um rádio para alguém e esse alguém disse que só na segunda. Mais puto ainda, perguntei a ele se começasse a quebrar tudo ali, que iria se responsabilizar por isso deveria ter um chefe. Ele ficou preocupado e passou o rádio novamente para o “alguém anterior”. Esse alguém respondeu que eu tinha de esperar até segunda, aí pedi ao segurança que perguntasse a ele que se eu quebrasse tudo ali, algum responsável apareceria. O cara no rádio disse que alguém me colocaria para fora. Então perguntei ao segurança que seria ele o responsável e ele preocupado disse que quem deveria vir  resolver o problema era o cara do rádio. Vendo que aquele segurança não tinha nada a ver com a história, peguei o nome dele e disse que ele era a minha testemunha do caso e que iria correr atrás. Reparei que a empresa de segurança –Solidez – pertenceu a um amigo meu policial, que hoje é subsecretário de segurança do Estado do Rio de Janeiro, mas que ele vendeu sua parte na empresa há anos. Vou tentar com esse meu amigo uma reclamação formal com o atual dono da empresa.

Penso em procurar entrar na justiça: contra a arbitrariedade dessa prática e também pelo constrangimento que passei, já que permitiram que outras pessoas entrarem com tripés, porém não sei se valerá a pena.

O que acham?

Vale à pena procurar a justiça?


André Luis Jacob

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Resposta #1 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 13:48:59
entre na justiça amigo, procure seus direitos, eu nao deixaria barato!


twounks

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Resposta #2 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 13:59:52
Poxa cara, se você realmente se sentiu constrangido, faz o que achar adequado..

Eu acho assim, talvez você tenha dado azar de ter pego algum chato ai que não deixou você entrar de tripe, assim como você disse que entrou outras vezes com tripé de boa, e nunca te barraram.

Os caras provavelmente estavam a mais tempo lá, ou entraram depois que os chatos sairam, algo assim... entrar na justiça por causa disso eu acho que é bobeira, provavelmente não dê em nada, e como você disse, não vale a pena não...

Opinião própria mesmo, mas se fosse eu deixava quieto...

Acontece, os caras que você viu de tripé deram sorte, conseguiram entrar, assim como outras vezes provavelmente foram barrados, é igual alfandega velho, conheci um monte de neguinhos que levavam 2/3 notebooks, HDs, e varios eletronicos em uma mesma mala, e nunca barraram eles, fui eu, primeira vez, um notebook e mais algumas coisas, não me deixaram passar sem pagar multa, também fiquei puto, mas é aquilo lá, dei azar ;/

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Mr. Hyde

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Resposta #3 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 14:56:10
Marcos, a responsabilidade pela guarda e manutenção do Pão de Açucar não é do Poder Público???
A empresa de segurança é uma terceirizada, correto?
A Administração Pública a contrata para fazer a segurança, correto???

Se puder responder isso posso orientar melhor.
Abç,

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Alexandre Ranieri

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Resposta #4 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 15:03:12
O absurdo dessa história toda é achar que por vc usar um tripé, vc tiraria fotos para uso profissonal, como se usar tripé é sinônimo de "foto pra vender". Será que um profissional com uma Mark III ou uma D4 seria barrado? Será que saberiam a diferença dessas para um superzoom?

Infelizmente, apesar de todo o constrangimento, ali é um espaço privado e eles estipularam essa regra, que só é cumprida conforme o bom humor dos seguranças, ou com o jeitinho brasleiro.

Abcs


- Cara, que foto bacana, que equipamento vc usa?
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sylvio pascolato

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Resposta #5 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 16:57:03
Lamentável.
Na proxima vez, ja se apresenta em ingles, fala que vc chegou da Australia ha 3 dias e esta fascinado com a cidade.
Tenho certeza que vc será bem atendido e recebera toda atenção do mundo, quer dizer dos seguranças.

abrçs.
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christofer1984

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Resposta #6 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 17:19:46
Isto foi um preconceito contra você, proibiram você de entrar com o tripé , uma vez que tinham pessoas com tripé lá.

Acho que você deve entrar na justiça sim mesmo que demore e que você tenha dores de cabeça com o processo.


Diego Gin

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Resposta #7 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 17:43:29
É muito válido entrar a justiça por danos morais e ter que se submeter ao ridículo por essa situação, eu faria isso sem dúvida.


Luciano.Queiroz

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Resposta #8 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 21:06:24
eu teria chamado a polícia na hora, antes mesmo de subir... não sei se adiantaria, mas ...........

já que tava com a sua câmera, podia ter tirado foto dos outros com tripé lá, de costas, sem aparecer rosto, etc... agora se for entrar na justica fica aquela briga de vc dizendo que tinha e eles dizendo que não tinha ninguém com tripé..
« Última modificação: 03 de Fevereiro de 2013, 21:07:44 por Luciano.Queiroz »
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thiagolara123

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Resposta #9 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 23:19:44
Meu conselho é no sentido de não deixar a escrotização do mundo aporrinhar a sua fotografia.

Seguinte: Se vc não é profissional de fotografia desencana dessa onda fetichista de tripé, DSLR, mil lentes, mil filtros, flash, bolsas pretas... desencana de ficar carregando essas tralhas todas, compra uma Olympus OM-D, uma Sony NEX, uma g15, ou então vende logo toda a porcaria japonesa e compra uma Leica, ou melhor ainda, pede ajuda a teus amigos lá do esquina pra escolher uma pequenininha analógica, e vai ser feliz com a fotografia.

Porque como vários já disseram aí pra cima no tópico, o mundo tá assim mesmo e a tendência é piorar. Pra discutir com orangotango na rua vc tem duas opções: ou faz consurso pra polícia e sai batendo boca e colocando revolver na cara dos outros, ou contrata os seus próprios orangotangos pra guerrear com os orangotangos alheios. Nenhuma das duas opções vale à pena.

Sobre isso de "entrar na justiça", "buscar direitos", "preconceito"... nossa, que papo mais "classe média sofre" hein?! Isso aí só leva à frustração e à tristeza, ninguém vence na vida pensando assim, "buscando direitos". Vence quem bem sucede apesar das violações e injustiças.

Eu, se estivesse muito revoltado com isso, me concentraria em ser um puuuuta fotógrafo, e um dia comentaria isso dessa neurose de tripé numa entrevista, num trabalho, sei lá. Inclusive porque isso não é uma coisa brasileira não, é uma coisa mundial.

Eu até sou do time que acredita que "para que o mal prevaleça basta que os homens de bem não façam nada" (Burke), e vivo dando cacete em quem merece. Mas o segurança, coitado, o segurança é um sintoma, o gestor do pão de açucar é um sintoma... tudo isso é sintoma. O problema é que as pessoas não gostam de estudar, nem de meritocracia, e acham que bonito é ser malandro e vaselina. Aí quando a injustiça se volta contra elas, ficam revoltadas. Já dizia Brecht:

"Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados Mas como tenho meu emprego Também não me importei
Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém Ninguém se importa comigo."

---------

Só pra finalizar, com relação a história que vc falou que tinha outras pessoas com tripé e dslr, e falaram aí de preconceito... Quando essas coisas acontecem comigo eu fico me perguntando por que no meio de tantas pessoas foi acontecer isso "JUSTO COMIGO"... 100% das vezes eu descubro que a culpa foi minha mesmo. Já parou pra pensar nisso, em porque resolveram parar justo vc?

Melhor do que as pessoas serem obrigadas a te suportar é que elas ao menos não se importem com vc. O ideal seria que vc fosse querido. Isso de processar... sou contra. Acho coisa de gente fraca.

Ameaçar processar na hora do vamos ver, explicar pra pessoa que ela está cometendo uma ilegalidade, que vc está colhendo provas, e que vc não exitará em interpelá-la judicialmente, pra dar a ela uma oportunidade de fazer a coisa certa, e daí diante disso se ela ciente da cagada que está fazendo resolver arcar com as consequências, e daí vc processar, isso é uma coisa. Daí a sair caçando motivo pra procurar uma reparação de uma situação que vc nem procurou resolver na hora...

Enfim...

Espero que a minha opinião não chateie muito.  :ok:

Abs,

TL.

PS: Manda um abraço lá pro Marcelo e a esposa/escravo/cachorro dele, o Carlos. :assobi:
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O Brasil somos eu e vc, não é só os outros não. Então samba aí: "Se gritar pega ladrão / não fica um meu irmão / se gritar pega ladrão / não fica um..." http://www.youtube.com/watch?v=2WQtQwRHD6k


affalcao

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Resposta #10 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 23:34:54
Óbvio que deve entrar na justiça. Houve constrangimento. Não é porque o lugar é concedido à iniciativa privada que podem fazer o que quiserem.  Como vc disse, a proibição era para fotografia profissional, o que não era o seu caso. Se deixar passar, pode ser barrado novamente, dependendo do humor do segurança.
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affalcao

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Resposta #11 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 23:37:47
Duro é ler o sujeito pedir para vender o equipamento todo e comprar uma leika ou uma compacta qualquer. Putz.  Melhor ler isso do que ser cego.
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thiagolara123

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Resposta #12 Online: 03 de Fevereiro de 2013, 23:48:30
Duro é ler o sujeito pedir para vender o equipamento todo e comprar uma leika ou uma compacta qualquer. Putz.  Melhor ler isso do que ser cego.

A dica foi no sentido de arrumar um equipamento mais discreto pra não ficar submetendo a própria fotografia à ignorância alheia e se estressando, caso não haja a necessidade da versatilidade do equipamento "japonês".

Isso que vc está fazendo de reduzir o argumento a outra coisa, pra bater na outra coisa e falar que bateu no argumento, chama-se "espantalho" e é um truque conhecido e sem graça, batidão da dialética erística. E é porque as pessoas se permitem pequenas desonestidades como essa quando as favorece é que a gente tá num mundo que colocar um tripé na frente de uma paisagem é terrorismo.

Enfim, a vida é assim mesmo: Tem os que conseguem e os que esperneiam. Os que remam e os que são âncora. Cabe a gente escolher o nosso lado.

E ao contrário de vc eu não acho duro ler nada, muito pelo contrário: penso que o contraditório me dá a chance de testar e fortalecer meus argumentos, ou melhor ainda, de mudar de opinião.

Evidentemente quando é um contraditório estruturado, não mera expressão de amargura.

"Posso não concordar com o que dizes, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo".

Voltaire.

Um forte abraço a todos e uma excelente semana repleta de realizações! :ok:

TL.







EDIT: Só complementando: Pô eu não vejo sentido isso de se ofender e se antagonizar com quem discorda. É sacanagem com o próprio autor do tópico, deixa o cara numa situação delicada, de ter que escolher entre quem concorda com ele e quem não concorda, quando é evidente que se o cara postou aqui a coisa é porque ele quer saber uma OUTRA OPINIÃO QUE NÃO A DELE.

Pra pensar o que ele já tá pensando... aí nao precisa pensar, né?!

Engraçado isso... essa revolta com o que colabora.

Porque até se o cara discordar, quer dizer... serve pro cara saber que ele acha aquilo mesmo que ele acha.

Agora concordar sempre serve pra quê?
« Última modificação: 04 de Fevereiro de 2013, 00:02:04 por thiagolara123 »
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clac

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Resposta #13 Online: 04 de Fevereiro de 2013, 00:03:09
Cara... admito que "porcaria japonesa" me irritou... rs
Discordo do Thiago em relação a "desencana dessa onda fetichista de tripé, DSLR, mil lentes, mil filtros, flash, bolsas pretas".
Mas concordo que é últil ter um câmera mais discreta pra essas horas. Apesar de que no depoimento do colega o problema foi só com o tripé, não com a câmera. Há, no entanto, situações em que podem te barrar simplesmente por conta de um câmera grande (o cara não vai saber a diferença entre a SZ e a DSLR). É bom ter uma cartinha na manga, ou uma câmerasinha no bolso  :D
Ah, e concordo acima de tudo com o: "Penso que o contraditório me dá a chance de testar e fortalecer meus argumentos, ou melhor ainda, de mudar de opinião". E cara... como gosto de testar meus argumentos  :D


thiagolara123

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Resposta #14 Online: 04 de Fevereiro de 2013, 00:08:00
Cara... admito que "porcaria japonesa" me irritou... rs
Discordo do Thiago em relação a "desencana dessa onda fetichista de tripé, DSLR, mil lentes, mil filtros, flash, bolsas pretas".
Mas concordo que é últil ter um câmera mais discreta pra essas horas. Apesar de que no depoimento do colega o problema foi só com o tripé, não com a câmera. Há, no entanto, situações em que podem te barrar simplesmente por conta de um câmera grande (o cara não vai saber a diferença entre a SZ e a DSLR). É bom ter uma cartinha na manga, ou uma câmerasinha no bolso  :D
Ah, e concordo acima de tudo com o: "Penso que o contraditório me dá a chance de testar e fortalecer meus argumentos, ou melhor ainda, de mudar de opinião". E cara... como gosto de testar meus argumentos  :D

É vc é ta apaixonado por mim de maneira indisfarçável, já reparei, rs.

Tb te amo! :wub:
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