Autor Tópico: Iraniano registra luta da irmã contra o câncer  (Lida 903 vezes)

Mr. Hyde

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"Deus perdoe o Mal que habita em mim" M. Nova


FeLopes

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Resposta #1 Online: 04 de Maio de 2013, 02:52:26
Angustiante, mas curti a proposição dele


Marcelo Rezende

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Resposta #2 Online: 04 de Maio de 2013, 09:02:14
Do ponto de vista de fotografo, deve ser uma oportunidade impar. Imagino que para ele por ser irmao, devem ter sidos momentos carregados de muita emoções misturadas...momentos fortes.

Gostei muito da foto 13, pelo sorriso dela! Um semblante bom nessa situação nao é para qq pessoa.
A foto 15 faz o contra-ponto  :(

Tivemos outro post no passado com proposta parecida, o fotografo registrava a doença do pai...lembram? Nao achei....

Ótimo post Hyde!  :ok:
Abraço,
M Rezende


Faby05

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Resposta #3 Online: 04 de Maio de 2013, 09:16:49
Fico imaginando a filha (eu como mulher e muito proxima a minha mae), imagina como ela se sentiu com o tio fotografando toda hora com sofrimento e lagrimas.. Eu acho q eu nao aguentaria..


Humberto Yoji

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Resposta #4 Online: 04 de Maio de 2013, 09:25:19
Muito comovente mesmo, mas é uma situação um tanto complicada. Muita gente pode considerar como falta de respeito, é algo que eu não faria. Mas é inegável que o cara conseguiu fotos incríveis, carregadas de sentimento.




Lindsay

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Resposta #6 Online: 04 de Maio de 2013, 15:27:55
A história é triste, mas a coleção de fotos é uma representação da situação vivida. A fotografia tem o poder de transportar e nos fazer reconstruir e reviver esses momentos de tristeza e sofrimento.

O ensaio é super válido, a série de fotografias é muito boa!!!
Fotografando com a memória


Fabio Pedro

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Resposta #7 Online: 04 de Maio de 2013, 20:56:57
A história é triste, mas a coleção de fotos é uma representação da situação vivida. A fotografia tem o poder de transportar e nos fazer reconstruir e reviver esses momentos de tristeza e sofrimento.

O ensaio é super válido, a série de fotografias é muito boa!!!

Também penso assim, isso é dar um identidade definitiva a aquela pessoa e mesmo sabendo que em um momento da vida ela sofreu, mas existiu, já foi criança, menina, foi
mulher, e no fim foi guerreira e lutou até onde pôde.

Nunca ninguém vai apagar da mente quem ela foi um dia e o que representou dentro de sua família.

E penso que ela pode motivar muitas pessoas que queiram desistir de viver ou que acham a vida uma droga, te leva a pensar o quanto ela pode ser repentinamente abreviada.
Fábio Pedro.


Mr. Hyde

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Resposta #8 Online: 04 de Maio de 2013, 23:14:37
Pois é, pessoal... Fiquei de cá pensando tb se eu teria condições emocionais de suportar documentar uma série como essa em sendo um parente próximo. Com certeza EU não conseguiria, mas admiro a forma psicológica que ele teve.
Ademais, é uma série bastante respeitosa com a imagem da moça. Mostra tudo de forma bem humana, sem glamurização. E o P&B nesse caso é a forma mais direta e profunda (porque atemporal) de se documentar, EMHO. Ele 'casa" melhor com temas mais pungentes como essa série.

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Resposta #10 Online: 05 de Maio de 2013, 00:54:03
Os dois são tensos, mas com um potencial poético enorme

Imaginei até um sistema que eu acho que seria diferente do deles. Ao decidir fazer esse tipo de ensaio, usar uma câmera analógica, fazendo tudo em filme, e revelar as fotos só quando a pessoa falecer

A outra idéia é o processo contrário. Dar uma câmera de filme pra pessoa e pedir pra ela ir retratando o que achasse relevante, e depois da morte dela, revelar as fotos.


Mr. Hyde

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Resposta #11 Online: 05 de Maio de 2013, 01:03:29
Os dois são tensos, mas com um potencial poético enorme

Imaginei até um sistema que eu acho que seria diferente do deles. Ao decidir fazer esse tipo de ensaio, usar uma câmera analógica, fazendo tudo em filme, e revelar as fotos só quando a pessoa falecer

A outra idéia é o processo contrário. Dar uma câmera de filme pra pessoa e pedir pra ela ir retratando o que achasse relevante, e depois da morte dela, revelar as fotos.

Pô, véi... E se a pessoa não morre??? rs

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Humberto Yoji

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Resposta #12 Online: 05 de Maio de 2013, 01:31:09
Pois é, pessoal... Fiquei de cá pensando tb se eu teria condições emocionais de suportar documentar uma série como essa em sendo um parente próximo. Com certeza EU não conseguiria, mas admiro a forma psicológica que ele teve.


Eu também sei que não conseguiria, precisa de muita firmeza e até um tanto de frieza para fazer isso. Eu tendo bem mais pro lado emocional, e certamente não teria equilíbrio para um trabalho desses.


No Wedding Brasil teve um fotógrafo palestrante que registrou os últimos momentos de vida da sua avó (ou tia-avó, não lembro direito), e depois ainda fotografou os rituais desde a morte até o enterro. Depois disso ele se distanciou da fotografia, praticamente desistiu de tudo, até descobrir a fotografia de casamentos...


Mr. Hyde

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Resposta #13 Online: 05 de Maio de 2013, 01:40:03
Pois é, pessoal... Fiquei de cá pensando tb se eu teria condições emocionais de suportar documentar uma série como essa em sendo um parente próximo. Com certeza EU não conseguiria, mas admiro a forma forçapsicológica que ele teve.
Ademais, é uma série bastante respeitosa com a imagem da moça. Mostra tudo de forma bem humana, sem glamurização. E o P&B nesse caso é a forma mais direta e profunda (porque atemporal) de se documentar, EMHO. Ele 'casa" melhor com temas mais pungentes como essa série.

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Resposta #14 Online: 05 de Maio de 2013, 13:41:05
Pô, véi... E se a pessoa não morre??? rs

Se a pessoa não morre você tem um puta material pra um comercial, mini documentário e exposição, hehe