Autor Tópico: Teste de back/front focus Canon 6d com 50mm f1/1.4  (Lida 4128 vezes)

PEMAMETAL

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Online: 21 de Maio de 2013, 10:50:49
Rapaziada,

Fui fazer esse teste pra dar o ajuste fino no foco da minha 6d e os resultados que obtive são meio inconclusivos.
Alguem poderia me dar um help?

O que aconteceu foi o seguinte,

A primeira foto que eu tirei foi só com a luz artificial do quarto branca, no modo AV, a f/1.8. Como a foto ficou muito subexposta (mesmo com o fotometro zerado e eu não entendo por que), eu resolvi acender um abajur perto, pra melhorar a iluminação.

Eis que quando analisei os resultados eu percebi que com a luz do abajur ligado eu obtive frontfocus, com o abajur desligado backfocus. repeti o procedimento varias vezes acendendo e apagando o abajur e o resultado sempre desse jeito. Com o abajur front, sem o abajur back. Como pode um negocio desses? A iluminação não deveria mudar o mecanismo de foco, como posso deixar meus resultados mais precisos e conclusivos?

Obs: As fotos fora feitas com a camera num tripe, temporizador em 2 segundos.

Segue os exemplos.

Luz de teto

IMG_3922 por PEMAMETAL, no Flickr

Luz de teto+abajur

IMG_3923 por PEMAMETAL, no Flickr


sopa_ls

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Resposta #1 Online: 21 de Maio de 2013, 10:53:32
Poderia ser algo a respeito da polarização da luz, que, se não me  engano, pode sim alterar a detecção de foco por fase.
Vamos aguardar alguém mais entendido do assunto opinar!
Gabriel Gomes
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AlexandreS

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Resposta #2 Online: 21 de Maio de 2013, 11:16:32
Por partes...

A primeira foto ficou subexposta justamente porque vc zerou o fotômetro, principalmente se vc usou medição spot ou parcial. O fotômetro sempre tenta levar a cena ao cinza 18%, como imagino que a maior área da cena medida era branca, ele entendeu que ali não era branco, mas sim cinza 18% e fotometrou para que saisse assim. É assim que os fotômetros das câmeras funcionam, neste caso vc deveria ter compensado a exposição algo entre 1EV e 2EV, para saber exatamente é necessário conhecer a curva de ganho do sensor da sua câmera.

Em segundo lugar, luz fluorescente é o terror de qualquer fotógrafo. Ela pode sim induzir a erros no sistema de foco por fase, além de ter uma cor que muda durante o ciclo. Por isso quando se fotografa em luz fluorescente deve-se usar velocidades que sejam equivalentes a no mínimo meio ciclo, e multiplo destes. Como no Brasil a frequência da corrente alternada disponível é de 60Hz, deve-se usar velocidades de 1/30, 1/60, 1/125 (aproximado já que não existe 1/120) para fotografar sob luz fluorescente para garantir que não haverá desvios de cor.

Além disso, a luz fluorescente tem um forte cast esverdeado, facilmente corrigível quando é  a única fonte de luz, mas pode deixar a foto terrível de corrigir quando se usa mais de uma fonte de luz, flash por exemplo. Aí o correto  seria usar gel de correção de flash "plus-green". Eu, dentro do meu amadorismo, já tentei usar e nunca consegui resultado satisfatório com o gel verde, apenas com os de correção para luz de tungstênio/incandescente.

Bem, este problema não tem muita solução, depende muito das condições do click e das rotinas de autofoco da câmera. Mas normalmente o desvio é mínimo e como não se fotografa assim tão de perto, o problema costuma ser menos aparente.




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Natão

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Resposta #3 Online: 21 de Maio de 2013, 11:44:50
Esse desvio aí é mínimo... esse tipo de front-back focus não me incomoda, o que me incomoda é fotografar um objeto a 3m em angular (abaixo de 35mm equivalente em FF), esse sim me incomoda e muito, já que a profundidade de campo é grande e se errar é porque errou muito feio!



PEMAMETAL

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Resposta #4 Online: 21 de Maio de 2013, 12:13:38
Por partes...

A primeira foto ficou subexposta justamente porque vc zerou o fotômetro, principalmente se vc usou medição spot ou parcial. O fotômetro sempre tenta levar a cena ao cinza 18%, como imagino que a maior área da cena medida era branca, ele entendeu que ali não era branco, mas sim cinza 18% e fotometrou para que saisse assim. É assim que os fotômetros das câmeras funcionam, neste caso vc deveria ter compensado a exposição algo entre 1EV e 2EV, para saber exatamente é necessário conhecer a curva de ganho do sensor da sua câmera.

Em segundo lugar, luz fluorescente é o terror de qualquer fotógrafo. Ela pode sim induzir a erros no sistema de foco por fase, além de ter uma cor que muda durante o ciclo. Por isso quando se fotografa em luz fluorescente deve-se usar velocidades que sejam equivalentes a no mínimo meio ciclo, e multiplo destes. Como no Brasil a frequência da corrente alternada disponível é de 60Hz, deve-se usar velocidades de 1/30, 1/60, 1/125 (aproximado já que não existe 1/120) para fotografar sob luz fluorescente para garantir que não haverá desvios de cor.

Além disso, a luz fluorescente tem um forte cast esverdeado, facilmente corrigível quando é  a única fonte de luz, mas pode deixar a foto terrível de corrigir quando se usa mais de uma fonte de luz, flash por exemplo. Aí o correto  seria usar gel de correção de flash "plus-green". Eu, dentro do meu amadorismo, já tentei usar e nunca consegui resultado satisfatório com o gel verde, apenas com os de correção para luz de tungstênio/incandescente.

Bem, este problema não tem muita solução, depende muito das condições do click e das rotinas de autofoco da câmera. Mas normalmente o desvio é mínimo e como não se fotografa assim tão de perto, o problema costuma ser menos aparente.

Cara valeu pela aula!
Gostaria de conversar um pouco mais sobre exposição. Eu usei o método Evaluative. Eu esqueci de dizer, mas só as primeiras tentivas foram feitas com o fotometro no 0, essas duas que eu postei eu coloquei +1EV, e ainda clareei um pouco mais no lightroom, quando fiz o crop.
Eu ja li isso de que a camera calcula sempre a medição para cinza 18%, mas eu tive uma experiencia que não fez sentido. Eu fui pra um lugar chamado Pamukale na Turquia, é uma formação rochosa de calcario (inteira branca). Na subida o sol estava bem forte e brilhante, tirei varias fotos com o fotometro no 0, a maioria ficou perfeita. Na descida o sol estava se escondendo e o dia ficou mais nublado, fui fazendo mais fotos tambem no 0EV nos mesmo lugares. As fotos da descida ficaram todas sub. Por que? Se a camera calcula sempre 18%, não era pras duas situações terem ficado iguais, já que era o mesmo lugar? Eu vou postar 2 exemplos pra voce ver.

na sua opinião quais as condições que eu deveria realizar o teste pra ter resultados mais concretos? Durante o dia com luz natural? Flash o próprio procedimento do teste diz para não usar.


PEMAMETAL

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Resposta #5 Online: 21 de Maio de 2013, 12:16:50
Esse desvio aí é mínimo... esse tipo de front-back focus não me incomoda, o que me incomoda é fotografar um objeto a 3m em angular (abaixo de 35mm equivalente em FF), esse sim me incomoda e muito, já que a profundidade de campo é grande e se errar é porque errou muito feio!

Sim eu entendo que é mínimo, mas quero poder extrair o máximo do meu equipamento. Quando a gente paga caro por alguma coisa a gente quer fazer valer a pena e tirar tudo o que ele dá. Se eu posso calibrar a camera e ter o foco precisamente cravado, eu vou fazer.


AlexandreS

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Resposta #6 Online: 21 de Maio de 2013, 12:25:27
PEMAMETAL, o "Evaluative" divide a área do fotograma em zonas e parte para uma análise do que o sensor enxerga. A quantidade de zonas e a forma com o sensor enxerga depende do modelo do sistema de fotometria, existia um até a T1i/5D e outro a partir da T2i, 7D e provavelmente é o mesmo usado na 6D.

Estes dados são então comparados com uma biblioteca interna de situações conhecidas, e a partir desta análise a câmera sugere a exposição. Funciona bem na grande maioria das vezes, mas em situações críticas, como foi o seu caso, pode não funcionar.

Então - e eu repito isso muitas vezes aqui - fotografar em modo M não significa fotografar em modo manual ou que vc está em pleno domínio do cálculo da exposição se vc está usando modo de medição evaluative ou ponderada ao centro. Neste caso, a câmera continua calculando a exposição para vc segundo parâmetros internos e a única coisa que vc está fazendo é colocar os parâmetros a mão.

Para vc fotografar tendo absoluto controle da fotometria, é necessário usar fotometria spot ou parcial e setar o fotômetro segundo o sistema de zonas - supondo-se que vc conhece o ganho de seu sensor. Neste caso, a câmera não faz cálculo nenhum e passa apenas a ser um medidor de luminosidade com base no cinza 18%. A partir daí vc compensa a exposição para levar o fotômetro até a zona correta.

« Última modificação: 21 de Maio de 2013, 12:34:10 por AlexandreS »

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Resposta #7 Online: 21 de Maio de 2013, 12:32:31
Sim eu entendo que é mínimo, mas quero poder extrair o máximo do meu equipamento. Quando a gente paga caro por alguma coisa a gente quer fazer valer a pena e tirar tudo o que ele dá. Se eu posso calibrar a camera e ter o foco precisamente cravado, eu vou fazer.

O que eu estou falando é que pra um chart é uma coisa, fotos na vida real é outra... se tu fizesse isso com um objeto, por exemplo, nem notarias o possível desvio de foco, até porque não é toda vez (poucas até) que fotografamos com tripé, então qualquer deslocamento de 1cm na mão, o que pode acontecer a maioria das vezes, vai mudar o foco.

É sério, trabalho com foto e já fui muito encanado com essas coisas, hoje eu sou mais light, quer testar front e back focus de verdade, teste em ambiente de luz baixa, com a tua 50mm fotografando um objeto a uns 3m de distância pelo menos e de preferência, na mão... fotografar uma tabela a 1m ou menos não vai te mostrar como o foco se comporta numa situação real de uso.


AlexandreS

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Resposta #8 Online: 21 de Maio de 2013, 12:36:41
fotografar uma tabela a 1m ou menos não vai te mostrar como o foco se comporta numa situação real de uso.

Na realidade, se o foco na tabela cravar sempre, ótimo. Se não cravar, aí entra em campo uma série de ponderações, DF da lente, desvio apresentado, etc.. Tive um 28-135mm que em 28mm o foco saía lá atrás, quase no 50mm. Aí sim é o caso de se preocupar. No caso, devolvi a lente e troquei pro outra :)

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PEMAMETAL

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Resposta #9 Online: 21 de Maio de 2013, 14:25:45
O que eu estou falando é que pra um chart é uma coisa, fotos na vida real é outra... se tu fizesse isso com um objeto, por exemplo, nem notarias o possível desvio de foco, até porque não é toda vez (poucas até) que fotografamos com tripé, então qualquer deslocamento de 1cm na mão, o que pode acontecer a maioria das vezes, vai mudar o foco.

É sério, trabalho com foto e já fui muito encanado com essas coisas, hoje eu sou mais light, quer testar front e back focus de verdade, teste em ambiente de luz baixa, com a tua 50mm fotografando um objeto a uns 3m de distância pelo menos e de preferência, na mão... fotografar uma tabela a 1m ou menos não vai te mostrar como o foco se comporta numa situação real de uso.

Cara, eu entendo seu ponto de vista. Acho legal fazer esse teste que voce comentou para testar a capacidade de foco da camera em situações reais e ver como ela se sai, mas pra calibrar o front/back focus da lente no microajuste da camera eu acho que não da certo, justamente por que introduz muitas variaveis que podem influenciar no erro do foco, se voce mexe a mão por exemplo e obtem front focus, voce vai calibrar a maquina pra compensar isso e vai deixar a situação pior do que ja estava.

Com tripe, boa iluminação e um chart desses voce elimina a maioria das variaveis e pode ter certeza que o erro de foco é realmente do equipamento e não do usuário. Aí da pra voce fazer o mircroajuste, ficando com o equipamento calibrado

Eu acho que, se no chart o foco estiver muito fora, na vida real sempre vai estar. Agora se voce calibrar o microajuste certinho e o foco ficar fora, é culpa de outra coisa, mas não do equipamento.


Natão

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Resposta #10 Online: 21 de Maio de 2013, 15:17:54
Cara, eu entendo seu ponto de vista. Acho legal fazer esse teste que voce comentou para testar a capacidade de foco da camera em situações reais e ver como ela se sai, mas pra calibrar o front/back focus da lente no microajuste da camera eu acho que não da certo, justamente por que introduz muitas variaveis que podem influenciar no erro do foco, se voce mexe a mão por exemplo e obtem front focus, voce vai calibrar a maquina pra compensar isso e vai deixar a situação pior do que ja estava.

Com tripe, boa iluminação e um chart desses voce elimina a maioria das variaveis e pode ter certeza que o erro de foco é realmente do equipamento e não do usuário. Aí da pra voce fazer o mircroajuste, ficando com o equipamento calibrado

Eu acho que, se no chart o foco estiver muito fora, na vida real sempre vai estar. Agora se voce calibrar o microajuste certinho e o foco ficar fora, é culpa de outra coisa, mas não do equipamento.

Não é bem assim. Como estou dizendo, calibrar o foco para a distância de 1 metro é uma coisa, agora calibrá-lo para fotografia real é outra! Eu já tive duas objetivas que no focus chart cravavam sem errar nada, nenhuma, agora na hora de fotografar a 3 ou 4 metros de distância, a objetiva já apresentava um rendimento muito baixo em relação à foco cravado. Ou seja, não adianta ter foco cravado no chart e na hora de fotografar de verdade não cravar. Pelo contrário, eu prefiro que ele fique fora no chart mas que acerte quando eu preciso de verdade dele... acontecia isso comigo, eu calibrava conforme meu uso e não conforme parâmetros distantes de uso, isto é, no chart meu ajuste fino as vezes ficava um pouco fora do que seria cravado, mas no uso real o foco ficava bala, e eu aprendi isso na marra. Descobri que há muito mais variantes do que apenas uma lente, um corpo, um foco e um ajuste. Deve-se levar em consideração que há a variação da distância de foco, variação da distância focal (para objetivas zoom), condições de luz, uso de luz auxiliar de foco...

Eu já me conformei com isso, e esqueci essas planilhas loucas que deixavam meu foco bala, mas para fotografar só na distância mínima...rs.
Agora se estiver errando muito no chart, mas muuuito mesmo daí há um problema grave, mas pelo que eu vi nas fotos acima apresentadas a diferença é mínima.

Entenda que não estou falando que não deves fazer o acerto, mas compreenda que essa calibração pode não ser tão "bem calibrada" assim.

« Última modificação: 21 de Maio de 2013, 15:21:46 por Natão »


Roberto Dellano

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Resposta #11 Online: 21 de Maio de 2013, 15:39:44
Pois éh, a minha 6D tem exatamente o mesmo comportamento, tanto com a 85 quanto com a 24-105. Coma luz natural durante o dia eu deixava cravada, durante a noite, com luz artificial, ela ficava com +10, agora, eu não lembro se na época estava uma luz fluorescente ou incandecente quando fiz a calibração. Mas isso que o alexandre falou faz sentido, a luz fluorescente oscila e pode atrapalhar o sensor de foco.

Na época, queimei os neurônios tentando entender isso, mas nem me passou pela cabeça essa hipotese da oscilação da luz.

Vou propor a todos que puderem, independente da camera, fazer esse teste com luz natural e fluorescente, e ver se chegamos a um resultado em comum.

Que acham?
« Última modificação: 21 de Maio de 2013, 15:41:10 por Roberto Dellano »


PEMAMETAL

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Resposta #12 Online: 21 de Maio de 2013, 15:56:01
Pois éh, a minha 6D tem exatamente o mesmo comportamento, tanto com a 85 quanto com a 24-105. Coma luz natural durante o dia eu deixava cravada, durante a noite, com luz artificial, ela ficava com +10, agora, eu não lembro se na época estava uma luz fluorescente ou incandecente quando fiz a calibração. Mas isso que o alexandre falou faz sentido, a luz fluorescente oscila e pode atrapalhar o sensor de foco.

Na época, queimei os neurônios tentando entender isso, mas nem me passou pela cabeça essa hipotese da oscilação da luz.

Vou propor a todos que puderem, independente da camera, fazer esse teste com luz natural e fluorescente, e ver se chegamos a um resultado em comum.

Que acham?

Roberto, legal tua contribuição. Mas vale dizer que no meu caso a iluminação de teto era luz branca e eu ligava um abajur com luz incandecente para aumentar a luminosidade. A minha comparação não foi com luz natural.


Rafael Lima

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Resposta #13 Online: 21 de Maio de 2013, 18:14:37
 :snack:
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danilo.durigan

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Resposta #14 Online: 02 de Dezembro de 2013, 16:48:45
Pegando o gancho, o meu problema é que quando travo o foco na minha 6D e tiro a foto, fico surpreso quando dou zoom na foto e vejo que o foco não está no local onde ela apontou. Sempre está um pouco à esquerda.

Isto está ocasionando um problema porque, em retratos faço o foco no olho, e ao verificar o resultado nunca está lá o foco.

Este problema está relacionado com o que foi dito aqui sobre iluminação, cinza, branco, etc... ?
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