Autor Tópico: Book e preço: Uma realidade q independe do talento ou criatividade.  (Lida 2121 vezes)

Lúzio

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Book para uma "Agência de Modelos" > 90 fotos, fundo branco, 1 flash de um lado 45º e do outro lado mais um 45º, outra Luz para o fundo. Esquema basicão, basicão. Modelo em poses de retrato para documento, fotógrafo clicando rápido para poder fotografar outra candidata a modelo. 40 minutos e caminho da roça... 25 fotos selecionadas e tratadas de forma básica, 10 impressas em 20x25...
Custo 1500 reais e um monte de gente fazendo pois é o fotógrafo "preferencial da agência"...
Antônio das Couves > Book para ser feito durante uma tarde inteira, cenários diferenciados, cuidado e criatividade com luz, preocupação em encontrar e tirar o melhor da modelo, fotos com cara de ensaios de revista, tratamento (edição) para extrair o máximo de qualidade e criatividade e plasticidade. Sem limites para clicks... Preço 800 reais e quase nenhum serviço, mas muitos elogios das pessoas....
Casamentos seguem mais ou menos o mesmo padrão...
Conclusão: O q menos importa é talento e sim o papo e os contatos q se consegue fazer...

Em tempo: Conheço alguns q sequer sabem regular uma cam e q estão ganhando um bom dinheiro.
Ainda tem outro lado também perverso: Os daqueles q cobram bem pouco e também pouco sabem como operar uma Cam ou tem talento. Depois escuto de alguem: "Para q pagar um fotógrafo se o meu primo q comprou uma máquina bonitona (compacta) faz as mesmas fotos e de graça para mim?". Até tem razão....
E o mercado vai ficando cada vez pior...
O  book eu vi hoje as fotos q uma menina fez...Nem sei o q falar, mas digo q é o dinheiro mais fácil q eu ganharia se fizesse o q foi feito....

Não demora só vai ter mercado para 2 ou 3 fotógrafos...
Nova Nikon D300 + Nikon D70. Lentes 18-70 DX  e Tamron 18-50 f/2.8 XRDI.
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Roberto Dellano

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Resposta #1 Online: 07 de Setembro de 2013, 10:23:33
É como diz Vinicius Matos, "fotografia é 20%, 80% é administração e MARKETING.

A maioria das pessoas não sabem diferenciar uma foto boa de uma foto medíocre, a maioria não consegue diferenciar, nem mesmo quando se coloca uma do lado da outra.

Da maneira que um casal olha o álbum, já da para saber se estão atrás de preço ou qualidade, e se vão ou não fechar, e a maioria está atrás de preço.

Um dos (se não o mais) fotógrafos mais caros de Sorocaba, fotografa em "Auto", as fotos do seu portfólio são de freelas que fazem trabalho para ele, mas ele é um vendedor nato, a maioria dos casais que entram em seu escritório, sai com contrato assinado.

Para mim, em Sorocaba, aniversários, batizados e eventos para vender fotos posteriormente, já deixaram de fazer parte da minha lista de trabalho, a quantidade de fotógrafos que tem aqui fazendo esses eventos por R$150,00 da pra montar um exército.

Quanto mais a tecnologia avança, mais o mercado se satura, quem quiser sobreviver vai ter que se dedicar menos a fotografia, e muito mais em Marketing. Infelizmente.


agalons

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Resposta #2 Online: 07 de Setembro de 2013, 10:55:12
 :ok:
É como diz Vinicius Matos, "fotografia é 20%, 80% é administração e MARKETING.

A maioria das pessoas não sabem diferenciar uma foto boa de uma foto medíocre, a maioria não consegue diferenciar, nem mesmo quando se coloca uma do lado da outra.

Da maneira que um casal olha o álbum, já da para saber se estão atrás de preço ou qualidade, e se vão ou não fechar, e a maioria está atrás de preço.

Um dos (se não o mais) fotógrafos mais caros de Sorocaba, fotografa em "Auto", as fotos do seu portfólio são de freelas que fazem trabalho para ele, mas ele é um vendedor nato, a maioria dos casais que entram em seu escritório, sai com contrato assinado.

Para mim, em Sorocaba, aniversários, batizados e eventos para vender fotos posteriormente, já deixaram de fazer parte da minha lista de trabalho, a quantidade de fotógrafos que tem aqui fazendo esses eventos por R$150,00 da pra montar um exército.

Quanto mais a tecnologia avança, mais o mercado se satura, quem quiser sobreviver vai ter que se dedicar menos a fotografia, e muito mais em Marketing. Infelizmente.


pedromartins021

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Resposta #3 Online: 07 de Setembro de 2013, 12:03:23
É como diz Vinicius Matos, "fotografia é 20%, 80% é administração e MARKETING.

A maioria das pessoas não sabem diferenciar uma foto boa de uma foto medíocre, a maioria não consegue diferenciar, nem mesmo quando se coloca uma do lado da outra.

Da maneira que um casal olha o álbum, já da para saber se estão atrás de preço ou qualidade, e se vão ou não fechar, e a maioria está atrás de preço.

Um dos (se não o mais) fotógrafos mais caros de Sorocaba, fotografa em "Auto", as fotos do seu portfólio são de freelas que fazem trabalho para ele, mas ele é um vendedor nato, a maioria dos casais que entram em seu escritório, sai com contrato assinado.

Para mim, em Sorocaba, aniversários, batizados e eventos para vender fotos posteriormente, já deixaram de fazer parte da minha lista de trabalho, a quantidade de fotógrafos que tem aqui fazendo esses eventos por R$150,00 da pra montar um exército.

Quanto mais a tecnologia avança, mais o mercado se satura, quem quiser sobreviver vai ter que se dedicar menos a fotografia, e muito mais em Marketing. Infelizmente.

Assino embaixo.

Onde eu trabalho tem um daqueles quiosques da Kodak para revelação de fotos. O que chega de pessoas com câmeras digitais sabonetes com fotos de casamento não ta no gibi. Com a popularização das câmeras e a cultura que os 16mpx são melhores que qualquer fotografo, pouca gente tem contratado algum pra fazer eventos ou festas.


Portela 2011

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Resposta #4 Online: 07 de Setembro de 2013, 12:09:01
É como diz Vinicius Matos, "fotografia é 20%, 80% é administração e MARKETING.

Fotografia não... qualquer negócio. Não adianta você ser o foda em sua área, e não saber vender. Básico de qualquer empreendedor. Ganha mais quem vende a melhor imagem profissional. Quem consegue agregar o valor status ao produto/ serviço.

E, muitas empresas (grandes), faliram por cometer erros neste ponto. (OP para quem é da década de 80 por exmplo).

Pateck Philip - relógio com catálogo com unidades à partir de 25k (se não me engano). Não é melhor, nem pior que outras boas marcas que vende relógios a 700,00. Porém, se baixarem o preço dos relógios de entrada, saem do segmento em que estão e não vende mais seus relógios. Principalmente os de 300k. Porque quem compra seus relógios não compra somente a máquina, mas principalmente o status, a exclusividade.

E por aí vai.

Uma coisa é ser um excelente fotógrafo... outra coisa é ser um excelente vendedor de fotografia/ serviço fotográfico.
Digo o seguinte, quando um médico fera se mete a ser administrador (e não dono), de um hospital, você perde um ótimo médico e ganha um péssimo gestor. Aí você diz, mas não tenho condições de contratar um administrador, porque minha estrutura não comporta. Não precisa. Gaste % do tempo que gasta para aprender a fotografar com estudo de como gerir seu negócio (mesmo sendo só você... é o seu negócio e demanda técnica para gerir e crescer).
« Última modificação: 07 de Setembro de 2013, 12:10:09 por Portela 2011 »


Paulo Arruda

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Resposta #5 Online: 07 de Setembro de 2013, 12:28:28
Fotografia não... qualquer negócio. Não adianta você ser o foda em sua área, e não saber vender. Básico de qualquer empreendedor. Ganha mais quem vende a melhor imagem profissional. Quem consegue agregar o valor status ao produto/ serviço.

É isso mesmo... tem que agregar valor... outra questão importante é identificar corretamente seu público alvo.
Se vc quer vender books a 2k tem que encontrar compradores para este valor... aí para agregar valor vc tem que identificar a linguagem destes compradores e se identificar com eles. Neste caso os opostos NÃO se atraem.
Vc tem que se inserir na realidade dos seus clientes.
A grosso modo, para clientes com este perfil, vc tem que ter um local bacana para atender... não necessariamente gigante, mas bem arrumado, com alguns mimos... e seus produtos finais também tem que agregar valor... é mais fácil vc transformar estes 2k em 3k oferecendo um álbum premium, por exemplo, do que baixar para 1k e oferecer um álbum meia-boca.
Abs.


spositom

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Resposta #6 Online: 07 de Setembro de 2013, 13:19:17
É isso mesmo... tem que agregar valor... outra questão importante é identificar corretamente seu público alvo.
Se vc quer vender books a 2k tem que encontrar compradores para este valor... aí para agregar valor vc tem que identificar a linguagem destes compradores e se identificar com eles. Neste caso os opostos NÃO se atraem.
Vc tem que se inserir na realidade dos seus clientes.
A grosso modo, para clientes com este perfil, vc tem que ter um local bacana para atender... não necessariamente gigante, mas bem arrumado, com alguns mimos... e seus produtos finais também tem que agregar valor... é mais fácil vc transformar estes 2k em 3k oferecendo um álbum premium, por exemplo, do que baixar para 1k e oferecer um álbum meia-boca.
Abs.

Marketing e formação de valor deveriam ser duas matérias obrigatórias em qualquer curso  superior, de filosofia à física nuclear.

Quem aprendeu empiricamente deveria procurar esses cursos fora, Sebrae é um minimo pra isso, começando pela definição de produto


Aproveitando o exemplo do Roberto, perguntaram pra um desses fabricantes de relógio caro pra cacete de como estava o mercado de relógios, a resposta foi muito simples "não sei, trabalho com joias"

Se o fotografo for vender foto ele ta falido, até eu que sou uma poça d'água fotograficamente falando me esforçando um pouco, chego no razoável/aceitável.

Ontem o SS repetidamente falou em emoção da foto, aquilo que ele viu. O fotógrafo (minha opinião), tem que vender lembrança, emoções, sei lá o que em forma de foto.





Lúzio

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Resposta #7 Online: 07 de Setembro de 2013, 14:50:55
Questão para os colegas: O nível cultural está atrelado a este comportamento? Tendo mais cultura, a capacidade de diferenciar algo ruim ou corriqueiro de outro melhor e diferenciado é muito maior. Deve estar aí o maior problema do mercado nacional: Cultura.
Vejo o seguinte: Vc comenta para uma pessoas q fotografa e a pessoas diz assim: "É mesmo? Eu Adoro, amo fotografia". Aí vc pega o Notebook e começa amostrar para ela um monte de fotos fodona das q vc encontra no 500PX.  A pessoa simplesmente saí passando as fotos com uma rapidez q muitas vezes nem dá tempo da foto carregar. Faz isso por uns 40 segundos e diz: "Muito legal" e emenda outro assunto como a novela das 7....
Até hoje só conheci pessoas q admiram fotografia em fóruns específico, mas mesmo nestes lugares tem um monte de gente q só "Pensa" q gosta, mas na verdade tá mais por modismo...
Quantos eu conheço q gostam realmente de um ramo de arte qualquer e q não seja q eu tenha conhecido em fóruns? Resposta: Ninguem.
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spiderman

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Resposta #8 Online: 07 de Setembro de 2013, 14:57:14
Marketing é essencial, sem dúvidas. Mas que a galera poderia ter um pouco mais de "refino visual", poderia. Infelizmente, o Brasil está longe disso. Vivi parte de minha juventude em outro país, França, e lá, os jovens consomem cultura. Basta ir no pequeno "studio" onde cada jovem mora e você vê arte nas paredes, nos móveis, etc. Não estamos falando de obras de arte caras mas de reproduções baratas que se encontram facilmente no metrô. Aqui, voce vai na casa de um jovem morando sozinho e não vê absolutamente nada nesse sentido. Decorações totalmente sem alma, sintéticas. Depois de casado, até rola aquele quadro com a foto de casamento do casal na parede. Mais do que isso, nem pensar. Estamos num país onde grande parte das pessoas não vêem a diferença entre as plantas artificiais e as naturais. Aliás, as artificiais são muito melhores pois não necessitam de cuidados.
Campanha de crowdfunding pra lançamento do livro - Retratos pra Yayá

Acesse e apoie: www.catarse.me/retratosprayaya


Lúzio

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Resposta #9 Online: 07 de Setembro de 2013, 15:02:55
Lembrei de algo q ouvi faz muito tempo quando trabalhava como vendedor de uma grande empresa: Tinha um cliente q visitava constantemente q só me comprava produtos da segunda linha (a gente chamava d produto de "combate"). Tentei argumentar com ele q caso oferecesse aos seus clientes um produto nitidamente melhor ele aumentaria suas vendas e nada de conseguir....Um dia ele de forma surpreendentemente direta me disse o seguinte: "Lúzio, brasileiro não sabe e nem se importa em saber, diferenciar se algo é ruim ou bom. Então, tanto faz o q eu coloco...
Guardo isso até hoje e depois disso passei a observar o comportamento dos consumidores anônimos e de pessoas próximas. Comprovei o q ele disse...
« Última modificação: 07 de Setembro de 2013, 15:04:32 por Lúzio »
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Lúzio

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Resposta #10 Online: 07 de Setembro de 2013, 15:10:49
E tem mais: Isso não se restringe ao povo economicamente desfavorecido: Conheço muitos com posições de destaque e formação educacional formal superior q nunca leram um livro, não assistem programas culturais, assistem um bom filme, ou tentam se atualizar sobre o q rola no mundo. Conheço um monte de gente deste nível e com cultura ZERO: Médicos, professores, oficiais, engenheiros, advogados....
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Paulo Arruda

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Resposta #11 Online: 07 de Setembro de 2013, 15:11:42
Questão para os colegas: O nível cultural está atrelado a este comportamento? Tendo mais cultura, a capacidade de diferenciar algo ruim ou corriqueiro de outro melhor e diferenciado é muito maior. Deve estar aí o maior problema do mercado nacional: Cultura.
Vejo o seguinte: Vc comenta para uma pessoas q fotografa e a pessoas diz assim: "É mesmo? Eu Adoro, amo fotografia". Aí vc pega o Notebook e começa amostrar para ela um monte de fotos fodona das q vc encontra no 500PX.  A pessoa simplesmente saí passando as fotos com uma rapidez q muitas vezes nem dá tempo da foto carregar. Faz isso por uns 40 segundos e diz: "Muito legal" e emenda outro assunto como a novela das 7....
Até hoje só conheci pessoas q admiram fotografia em fóruns específico, mas mesmo nestes lugares tem um monte de gente q só "Pensa" q gosta, mas na verdade tá mais por modismo...
Quantos eu conheço q gostam realmente de um ramo de arte qualquer e q não seja q eu tenha conhecido em fóruns? Resposta: Ninguem.

Lúzio, este seu questionamento é uma outra vertente de pensamento, diferente da apresentado no início do tópico.
Creio que "comercialmente falando",  preço e mercado, o nível cultural do consumidor está em outro plano. O que manda nestes casos é o ambiente em que você se insere.
Books em geral, não são consumidos pelos aspectos culturais... o mercado que o Spider se insere, por exemplo, é uma excessão... não é tão simples encontrar pessoas que prefiram a linguagem fotográfica à quantidade de fotos ou tamanho de álbum. São conceitos diferentes.
A grande massa mesmo define a compra pelo produto físico e pelo ambiente no qual vive.
Se o camarada casa e dá uma festa de arromba, ele vai querer um produto do mesmo nível "financeiro" da festa dele... um álbum sofisticado, com trocentas imagens e até mesmo outros ensaios do casal... só para agregar valor financeiro atrelado à quantidade e qualidade (física) do material.
Aí tem que saber a quem você está vendendo e adequar seus produtos e serviços a esse público.
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Lúzio

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Resposta #12 Online: 07 de Setembro de 2013, 15:37:10
Valeu, Paulo. A questão é mais para incrementar o papo e concordo totalmente com o q vc sabiamente disse. Certamente vai ajudar muitos sua bela avaliação sobre a questão. Eu particularmente achei 10 o q vc disse.
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Hamilton Sousa

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Resposta #13 Online: 09 de Setembro de 2013, 13:48:33
Provavelmente o fotógrafo que está vendendo por 1,500 reais ( preço justo) já deixou de vender papel e hoje vende seu tempo. :ok:
7d   /   sl1 /   18-50 2.8 sigma    / 7mm fisheye  vivitar  /  85mm f1.8 / 430ex ll


spositom

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Resposta #14 Online: 09 de Setembro de 2013, 13:53:31
Provavelmente o fotógrafo que está vendendo por 1,500 reais ( preço justo) já deixou de vender papel e hoje vende seu tempo. :ok:

Opa, você tocou num assunto que muito tenho interesse

É melhor para o fotografo somente entregar as fotos no CD e o cliente sai para compra de álbum, emolduramento, etc? É isso que o cliente final prefere?

Abs

Marcio